Economia de Amazonas.
O desempenho de Amazonas, no mesmo recorte mensal da página nacional — Banco Central, IBGE, Caged/MTE e Ministério da Economia.
O ritmo da economia.
O índice do Amazonas tem apresentado crescimento de 0,48% no ano, isto lhe confere a 11º posição no ranking anual (entre os 13 estados avaliados). A variação no mês favoreceu este desempenho ao apresentar aumento de 5,62%. O volume de atividade para julho de 2026 é 2,6% abaixo do que foi alcançado em fevereiro de 2024. Considerando apenas os meses de julho, este é o maior valor encontrado nos últimos meses.
O Banco Central publica o índice regional em série própria, que ainda não entra neste gráfico. Os números ao lado e o ranking entre os estados vêm do mesmo acompanhamento mensal do índice.
Saldo de empregos formais.
Até agosto de 2026, a economia amazonense somou um total de 20 mil postos de trabalho. Isto posiciona o estado no 2° do ranking de melhor desempenho no cenário nacional. Considerando o mesmo período do ano passado, o incremento no número de empregos formais foi de 4,9%, ou de 941 vagas de trabalho. No último mês, o saldo de empregos amazonense foi de 4 mil trabalhadores.
Abertura de novas empresas.
Economia amazonense conta com 5,86 mil novas empresas no ano. No ano passado, de janeiro a setembro, o número de novas empresas foi de 10,8 mil, o que representa um queda de -45,8%. O desempenho estadual é o 26° do ranking nacional.Do total de novas empresas neste ano, 31% tem sua atuação voltada para a internet, esta taxa de atuação por internet estadual é a 4° maior do Brasil.
A produção da indústria.
A indústria amazonense está em movimento de queda nos últimos três meses, este movimento segue a trajetória de redução dos últimos anos. Até julho deste ano, a queda é de -3,07%, este é o 12º melhor resultado do ranking anual (entre os 13 estados avaliados). A variação no mês favoreceu este desempenho ao apresentar aumento de 21,23%.
Os destaques setoriais no ano são as atividades de: Bebidas (3,59%) e Produtos de Metal (-11,1%), enquanto os melhores desempenhos no mês ficaram com os setores máquinas e aparelhos elétricos e bebidas.
O comércio varejista.
Comércio Varejista amazonense caiu -0,3% até o mês de julho, é o 25º melhor desempenho entre os estados avaliados pela pesquisa. No último mês, houve crescimento de 4,96%. A evolução da receita de vendas do setor do Comércio Varejista amazonense alcançou seu maior volume histórico em dezembro de 2024 com um desempenho 16,6% acima do valor do índice atual. Comparando apenas os meses de julho, o maior registro foi alcançado no ano de 2020.
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O setor de serviços.
A PMS não cobre esta região nesta coleta. A página se atualiza sozinha na próxima leitura da fonte.