Economia de Distrito Federal.
O desempenho de Distrito Federal, no mesmo recorte mensal da página nacional — Banco Central, IBGE, Caged/MTE e Ministério da Economia.
O ritmo da economia.
O Banco Central publica o índice regional em série própria, que ainda não entra neste gráfico. Os números ao lado e o ranking entre os estados vêm do mesmo acompanhamento mensal do índice.
Saldo de empregos formais.
Até agosto de 2026, a economia candanga somou um total de 31,3 mil postos de trabalho. Isto posiciona o estado no 8° do ranking de melhor desempenho no cenário nacional. Considerando o mesmo período do ano passado, o desempenho no número de empregos formais foi de -11,3%, ou de -4 mil vagas de trabalho. No último mês, o saldo de empregos candango foi de 3,8 mil trabalhadores.
Abertura de novas empresas.
Economia candanga conta com 14,09 mil novas empresas no ano. No ano passado, de janeiro a setembro, o número de novas empresas foi de 21,81 mil, o que representa um queda de -35,4%. O desempenho estadual é o 5° do ranking nacional.Do total de novas empresas neste ano, 46% tem sua atuação voltada para a internet, esta taxa de atuação por internet estadual é a maior do Brasil.
A produção da indústria.
A PIM-PF não cobre esta região nesta coleta. A página se atualiza sozinha na próxima leitura da fonte.
O comércio varejista.
Comércio Varejista brasiliense cresceu 7,59% até o mês de julho, é o 2º melhor desempenho entre os estados avaliados pela pesquisa. No último mês, houve crescimento de 2,56%. A evolução da receita de vendas do setor do Comércio Varejista brasiliense alcançou seu maior volume histórico em dezembro de 2016 com um desempenho 19,5% acima do valor do índice atual. Comparando apenas os meses de julho, o maior registro foi alcançado neste ano.
Os destaques setoriais no ano são as atividades de: Materiais de escritório (47,52%) e Artigos de uso pessoal e doméstico (29,08%), enquanto os melhores desempenhos no mês ficaram com os setores veículos e motos e artigos de uso pessoal e doméstico.
O setor de serviços.
Setor brasiliense de serviços tem apresentado expansão e segue o comportamento de ascensão dos últimos anos. A pesquisa mensal de serviços brasiliense aponta crescimento de 9,2% no acumulado até julho deste ano, este é o melhor resultado do ranking anual (entre os 12 estados avaliados). A variação no mês não ajudou neste desempenho ao apresentar baixa de -2,05%. O volume de atividades em julho de 2026 é 14,8% abaixo do recorde histórico, que foi alcançado em dezembro de 2025. Considerando apenas os meses de julho este é o maior índice de serviços já registrado.
Os destaque setoriais no ano são as atividades de: Informação e comunicaçao (21,82%) e Transportes (4,53%), enquanto os melhores desempenhos no mês ficaram com os setores outros serviços e serviços às famílias.