Economia de Goiás.
O desempenho de Goiás, no mesmo recorte mensal da página nacional — Banco Central, IBGE, Caged/MTE e Ministério da Economia.
O ritmo da economia.
O índice de Goiás tem apresentado queda de -0,17% no ano, isto lhe confere a 13º posição no ranking anual (entre os 13 estados avaliados). A variação no mês desfavoreceu este desempenho ao apresentar baixa de -0,5%. O volume de atividade para julho de 2026 é 3% abaixo do que foi alcançado em julho de 2025. Considerando apenas os meses de julho, o maior valor recente ocorreu em 2025, com um desempenho 3% superior ao atual.
O Banco Central publica o índice regional em série própria, que ainda não entra neste gráfico. Os números ao lado e o ranking entre os estados vêm do mesmo acompanhamento mensal do índice.
Saldo de empregos formais.
Até agosto de 2026, a economia goiana somou um total de 50,5 mil postos de trabalho. Isto posiciona o estado no 22° do ranking de melhor desempenho no cenário nacional. Considerando o mesmo período do ano passado, o desempenho no número de empregos formais foi de -32,3%, ou de -24,1 mil vagas de trabalho. No último mês, o saldo de empregos goiano foi de 3,5 mil trabalhadores.
Abertura de novas empresas.
Economia goiana conta com 14,77 mil novas empresas no ano. No ano passado, de janeiro a setembro, o número de novas empresas foi de 26,84 mil, o que representa um queda de -45%. O desempenho estadual é o 24° do ranking nacional.Do total de novas empresas neste ano, 17% tem sua atuação voltada para a internet, esta taxa de atuação por internet estadual é a 15° maior do Brasil.
A produção da indústria.
A indústria goiana está em movimento de forte alta nos últimos três meses, este movimento tenta reverter a trajetória de redução dos últimos anos. Até julho deste ano, o crescimento é de 2,29%, este é o 4º melhor resultado do ranking anual (entre os 13 estados avaliados). A variação no mês favoreceu este desempenho ao apresentar aumento de 10,72%.
Os destaques setoriais no ano são as atividades de: Veículos (26,3%) e Produtos de Metal (21,72%), enquanto os melhores desempenhos no mês ficaram com os setores alimentos e metalurgia.
O comércio varejista.
Comércio Varejista goiana cresceu 2,07% até o mês de julho, é o 15º melhor desempenho entre os estados avaliados pela pesquisa. No último mês, houve crescimento de 3,32%. A evolução da receita de vendas do setor do Comércio Varejista goiana alcançou seu maior volume histórico em dezembro de 2016 com um desempenho 24,3% acima do valor do índice atual. Comparando apenas os meses de julho, o maior registro foi alcançado no ano de 2024.
Os destaques setoriais no ano são as atividades de: Móveis (15,92%) e Veículos e Motos (15,14%), enquanto os melhores desempenhos no mês ficaram com os setores artigos de uso pessoal e doméstico e material de construção.
O setor de serviços.
Setor goiano de serviços tem apresentado expansão e segue o comportamento de ascensão dos últimos anos. A pesquisa mensal de serviços goiana aponta queda de -1,29% no acumulado até julho deste ano, este é o 11º melhor resultado do ranking anual (entre os 12 estados avaliados). A variação no mês ajudou neste desempenho ao apresentar aumento de 3,71%. O volume de atividades em julho de 2026 é 6,4% abaixo do recorde histórico, que foi alcançado em julho de 2023. Considerando apenas os meses de julho, o maior valor histórico ocorreu em 2023, com um desempenho 6,42% superior ao atual.
Os destaque setoriais no ano são as atividades de: Informação e comunicaçao (4,65%) e Serviços Profissionais (4,63%), enquanto os melhores desempenhos no mês ficaram com os setores serviços às famílias e transportes.