Economia de Maranhão.
O desempenho de Maranhão, no mesmo recorte mensal da página nacional — Banco Central, IBGE, Caged/MTE e Ministério da Economia.
O ritmo da economia.
O Banco Central publica o índice regional em série própria, que ainda não entra neste gráfico. Os números ao lado e o ranking entre os estados vêm do mesmo acompanhamento mensal do índice.
Saldo de empregos formais.
Até agosto de 2026, a economia maranhense somou um total de 19 mil postos de trabalho. Isto posiciona o estado no 21° do ranking de melhor desempenho no cenário nacional. Considerando o mesmo período do ano passado, o desempenho no número de empregos formais foi de -32,2%, ou de -9 mil vagas de trabalho. No último mês, o saldo de empregos maranhense foi de 3,2 mil trabalhadores.
Abertura de novas empresas.
Economia maranhense conta com 6,03 mil novas empresas no ano. No ano passado, de janeiro a setembro, o número de novas empresas foi de 9,92 mil, o que representa um queda de -39,2%. O desempenho estadual é o 12° do ranking nacional.Do total de novas empresas neste ano, 14% tem sua atuação voltada para a internet, esta taxa de atuação por internet estadual é a 22° maior do Brasil.
A produção da indústria.
A PIM-PF não cobre esta região nesta coleta. A página se atualiza sozinha na próxima leitura da fonte.
O comércio varejista.
Comércio Varejista maranhense cresceu 2,14% até o mês de julho, é o 13º melhor desempenho entre os estados avaliados pela pesquisa. No último mês, houve crescimento de 1,91%. A evolução da receita de vendas do setor do Comércio Varejista maranhense alcançou seu maior volume histórico em dezembro de 2025 com um desempenho 11,8% acima do valor do índice atual. Comparando apenas os meses de julho, o maior registro foi alcançado neste ano.
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O setor de serviços.
A PMS não cobre esta região nesta coleta. A página se atualiza sozinha na próxima leitura da fonte.