Economia de Pará.
O desempenho de Pará, no mesmo recorte mensal da página nacional — Banco Central, IBGE, Caged/MTE e Ministério da Economia.
O ritmo da economia.
O índice do Pará tem apresentado crescimento de 0,12% no ano, isto lhe confere a 12º posição no ranking anual (entre os 13 estados avaliados). A variação no mês desfavoreceu este desempenho ao apresentar baixa de -5%. O volume de atividade para julho de 2026 é 8,2% abaixo do que foi alcançado em junho de 2025. Considerando apenas os meses de julho, o maior valor recente ocorreu em 2025, com um desempenho 4,05% superior ao atual.
O Banco Central publica o índice regional em série própria, que ainda não entra neste gráfico. Os números ao lado e o ranking entre os estados vêm do mesmo acompanhamento mensal do índice.
Saldo de empregos formais.
Até agosto de 2026, a economia paraense somou um total de 28,8 mil postos de trabalho. Isto posiciona o estado no 15° do ranking de melhor desempenho no cenário nacional. Considerando o mesmo período do ano passado, o desempenho no número de empregos formais foi de -22,5%, ou de -8,4 mil vagas de trabalho. No último mês, o saldo de empregos paraense foi de 7,2 mil trabalhadores.
Abertura de novas empresas.
Economia paraense conta com 5,3 mil novas empresas no ano. No ano passado, de janeiro a setembro, o número de novas empresas foi de 5,73 mil, o que representa um queda de -7,4%. O desempenho estadual é o 1° do ranking nacional.Do total de novas empresas neste ano, 15% tem sua atuação voltada para a internet, esta taxa de atuação por internet estadual é a 21° maior do Brasil.
A produção da indústria.
A indústria paraense está em movimento de forte queda nos últimos três meses, este movimento segue a trajetória de redução dos últimos anos. Até julho deste ano, a queda é de -1,49%, este é o 11º melhor resultado do ranking anual (entre os 13 estados avaliados). A variação no mês desfavoreceu este desempenho ao apresentar baixa de -8,5%.
Os destaques setoriais no ano são as atividades de: Celulose e Papel (26,73%) e Metalurgia (1,94%), enquanto os melhores desempenhos no mês ficaram com os setores cerâmica e madeira.
O comércio varejista.
Comércio Varejista paraense caiu -1,42% até o mês de julho, é o 26º melhor desempenho entre os estados avaliados pela pesquisa. No último mês, houve crescimento de 2,25%. A evolução da receita de vendas do setor do Comércio Varejista paraense alcançou seu maior volume histórico em dezembro de 2023 com um desempenho 19,6% acima do valor do índice atual. Comparando apenas os meses de julho, o maior registro foi alcançado no ano de 2025.
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O setor de serviços.
A PMS não cobre esta região nesta coleta. A página se atualiza sozinha na próxima leitura da fonte.