Economia de Pernambuco.
O desempenho de Pernambuco, no mesmo recorte mensal da página nacional — Banco Central, IBGE, Caged/MTE e Ministério da Economia.
O ritmo da economia.
O índice do Pernambuco tem apresentado crescimento de 5,32% no ano, isto lhe confere a 1º posição no ranking anual (entre os 13 estados avaliados). A variação no mês desfavoreceu este desempenho ao apresentar baixa de -0,52%. O volume de atividade para julho de 2026 é 0,7% abaixo do que foi alcançado em maio de 2026. Considerando apenas os meses de julho, este é o maior valor encontrado nos últimos meses.
O Banco Central publica o índice regional em série própria, que ainda não entra neste gráfico. Os números ao lado e o ranking entre os estados vêm do mesmo acompanhamento mensal do índice.
Saldo de empregos formais.
Até agosto de 2026, a economia pernambucana somou um total de 36,9 mil postos de trabalho. Isto posiciona o estado no 16° do ranking de melhor desempenho no cenário nacional. Considerando o mesmo período do ano passado, o desempenho no número de empregos formais foi de -24,5%, ou de -11,9 mil vagas de trabalho. No último mês, o saldo de empregos pernambucano foi de 13,4 mil trabalhadores.
Abertura de novas empresas.
Economia pernambucana conta com 8,01 mil novas empresas no ano. No ano passado, de janeiro a setembro, o número de novas empresas foi de 14,52 mil, o que representa um queda de -44,9%. O desempenho estadual é o 23° do ranking nacional.Do total de novas empresas neste ano, 18% tem sua atuação voltada para a internet, esta taxa de atuação por internet estadual é a 14° maior do Brasil.
A produção da indústria.
A indústria pernambucana está em movimento de alta nos últimos três meses, este movimento tenta reverter a trajetória de redução dos últimos anos. Até julho deste ano, o crescimento é de 16,48%, este é o melhor resultado do ranking anual (entre os 13 estados avaliados). A variação no mês favoreceu este desempenho ao apresentar aumento de 5,1%.
Os destaques setoriais no ano são as atividades de: Celulose e Papel (12,5%) e Cerâmica (4,3%), enquanto os melhores desempenhos no mês ficaram com os setores celulose e papel e produtos de metal.
O comércio varejista.
Comércio Varejista pernambucana cresceu 10,36% até o mês de julho, é o melhor desempenho entre os estados avaliados pela pesquisa. No último mês, houve crescimento de 3,01%. A evolução da receita de vendas do setor do Comércio Varejista pernambucana alcançou seu maior volume histórico em dezembro de 2020 com um desempenho 17,4% acima do valor do índice atual. Comparando apenas os meses de julho, o maior registro foi alcançado neste ano.
Os destaques setoriais no ano são as atividades de: Supermercados (28,19%) e Supermercados, bebidas e fumo (23,19%), enquanto os melhores desempenhos no mês ficaram com os setores artigos de uso pessoal e doméstico e material de construção.
O setor de serviços.
Setor pernambucano de serviços tem apresentado elevado expansão e se contrapõe ao comportamento de queda do último ano. A pesquisa mensal de serviços pernambucana aponta queda de -0,4% no acumulado até julho deste ano, este é o 8º melhor resultado do ranking anual (entre os 12 estados avaliados). A variação no mês ajudou neste desempenho ao apresentar aumento de 6,08%. O volume de atividades em julho de 2026 é 8,3% abaixo do recorde histórico, que foi alcançado em dezembro de 2025. Considerando apenas os meses de julho, o maior valor histórico ocorreu em 2024, com um desempenho 2,18% superior ao atual.
Os destaque setoriais no ano são as atividades de: Informação e comunicaçao (4,97%) e Serviços Profissionais (3,6%), enquanto os melhores desempenhos no mês ficaram com os setores outros serviços e transportes.