Economia de Piauí.
O desempenho de Piauí, no mesmo recorte mensal da página nacional — Banco Central, IBGE, Caged/MTE e Ministério da Economia.
O ritmo da economia.
O Banco Central publica o índice regional em série própria, que ainda não entra neste gráfico. Os números ao lado e o ranking entre os estados vêm do mesmo acompanhamento mensal do índice.
Saldo de empregos formais.
Até agosto de 2026, a economia piauiense somou um total de 15,7 mil postos de trabalho. Isto posiciona o estado no 11° do ranking de melhor desempenho no cenário nacional. Considerando o mesmo período do ano passado, o desempenho no número de empregos formais foi de -18%, ou de -3,4 mil vagas de trabalho. No último mês, o saldo de empregos piauiense foi de 1,9 mil trabalhadores.
Abertura de novas empresas.
Economia piauiense conta com 4,31 mil novas empresas no ano. No ano passado, de janeiro a setembro, o número de novas empresas foi de 7,61 mil, o que representa um queda de -43,4%. O desempenho estadual é o 21° do ranking nacional.Do total de novas empresas neste ano, 15% tem sua atuação voltada para a internet, esta taxa de atuação por internet estadual é a 19° maior do Brasil.
A produção da indústria.
A PIM-PF não cobre esta região nesta coleta. A página se atualiza sozinha na próxima leitura da fonte.
O comércio varejista.
Comércio Varejista piauiense cresceu 0,18% até o mês de julho, é o 23º melhor desempenho entre os estados avaliados pela pesquisa. No último mês, houve crescimento de 3,36%. A evolução da receita de vendas do setor do Comércio Varejista piauiense alcançou seu maior volume histórico em dezembro de 2020 com um desempenho 12,1% acima do valor do índice atual. Comparando apenas os meses de julho, o maior registro foi alcançado neste ano.
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O setor de serviços.
A PMS não cobre esta região nesta coleta. A página se atualiza sozinha na próxima leitura da fonte.