Economia de São Paulo.
O desempenho de São Paulo, no mesmo recorte mensal da página nacional — Banco Central, IBGE, Caged/MTE e Ministério da Economia.
O ritmo da economia.
O índice de São Paulo tem apresentado crescimento de 0,85% no ano, isto lhe confere a 10º posição no ranking anual (entre os 13 estados avaliados). A variação no mês favoreceu este desempenho ao apresentar aumento de 0,06%. O volume de atividade para julho de 2026 é 0,8% abaixo do que foi alcançado em abril de 2026. Considerando apenas os meses de julho, este é o maior valor encontrado nos últimos meses.
O Banco Central publica o índice regional em série própria, que ainda não entra neste gráfico. Os números ao lado e o ranking entre os estados vêm do mesmo acompanhamento mensal do índice.
Saldo de empregos formais.
Até agosto de 2026, a economia paulista somou um total de 306,9 mil postos de trabalho. Isto posiciona o estado no 17° do ranking de melhor desempenho no cenário nacional. Considerando o mesmo período do ano passado, o desempenho no número de empregos formais foi de -29,4%, ou de -127,8 mil vagas de trabalho. No último mês, o saldo de empregos paulista foi de 42,5 mil trabalhadores.
Abertura de novas empresas.
Economia paulista conta com 155,69 mil novas empresas no ano. No ano passado, de janeiro a setembro, o número de novas empresas foi de 258,97 mil, o que representa um queda de -39,9%. O desempenho estadual é o 14° do ranking nacional.Do total de novas empresas neste ano, 44% tem sua atuação voltada para a internet, esta taxa de atuação por internet estadual é a 2° maior do Brasil.
A produção da indústria.
A indústria paulista está em movimento de alta nos últimos três meses, este movimento tenta reverter a trajetória de redução do último ano. Até julho deste ano, a queda é de -1,14%, este é o 9º melhor resultado do ranking anual (entre os 13 estados avaliados). A variação no mês favoreceu este desempenho ao apresentar aumento de 8,29%.
Os destaques setoriais no ano são as atividades de: Veículos (3,48%) e Metalurgia (1,99%), enquanto os melhores desempenhos no mês ficaram com os setores alimentos e confecção.
O comércio varejista.
Comércio Varejista paulista cresceu 0,04% até o mês de julho, é o 24º melhor desempenho entre os estados avaliados pela pesquisa. No último mês, houve crescimento de 2,14%. A evolução da receita de vendas do setor do Comércio Varejista paulista alcançou seu maior volume histórico em dezembro de 2020 com um desempenho 19,5% acima do valor do índice atual. Comparando apenas os meses de julho, o maior registro foi alcançado no ano de 2021.
Os destaques setoriais no ano são as atividades de: Materiais de escritório (8,03%) e Tecidos e Vestuário (7,11%), enquanto os melhores desempenhos no mês ficaram com os setores livros e papelaria e material de construção.
O setor de serviços.
Setor paulista de serviços tem apresentado expansão e se contrapõe ao comportamento de queda dos últimos anos. A pesquisa mensal de serviços paulista aponta crescimento de 3,51% no acumulado até julho deste ano, este é o 2º melhor resultado do ranking anual (entre os 12 estados avaliados). A variação no mês não ajudou neste desempenho ao apresentar baixa de -0,28%. O volume de atividades em julho de 2026 é 8% abaixo do recorde histórico, que foi alcançado em dezembro de 2025. Considerando apenas os meses de julho este é o maior índice de serviços já registrado.
Os destaque setoriais no ano são as atividades de: Informação e comunicaçao (8,25%) e Serviços Profissionais (4,17%), enquanto os melhores desempenhos no mês ficaram com os setores serviços às famílias e transportes.