Cabeceira Grande — MG
Minas Gerais · Região imediata de Unaí
Cabeceira Grande - MG é uma pequena cidade que se destaca por apresentar novas oportunidades de negócios e pelo alto crescimento econômico. Por outro lado, o baixo potencial de consumo é um fator de atenção.
- População
- 6,8 mil
- PIB
- R$ 529,8 mi
- PIB per capita
- R$ 79,9 mil
- Empregos formais
- 805
- Remuneração média
- R$ 3,1 mil
Panorama econômico
Cabeceira Grande - MG é uma pequena cidade que se destaca por apresentar novas oportunidades de negócios e pelo alto crescimento econômico. Por outro lado, o baixo potencial de consumo é um fator de atenção.
No ano, o município acumula mais admissões que demissões, com um saldo de 70 funcionários.
Tamanho e Localização
Considerado um centro local de baixa influência nos municípios vizinhos, o município de Cabeceira Grande fica perto da cidade de Unaí, Minas Gerais. Dentro de sua área de influência, a cidade atrai maior parte dos visitantes pelos esportes.
Cabeceira Grande é o 7º município mais populoso da pequena região de Unaí, com 6,8 mil habitantes. O PIB da cidade é de cerca de R$ 529,8 milhões de reais, sendo que 48,3% do valor adicionado advém da agropecuária, na sequência aparecem as participações da indústria (27,9%), dos serviços (13,4%) e da administração pública (10,3%).
Com esta estrutura, o PIB per capita de Cabeceira Grande é de R$ 79,9 mil, valor superior à média do estado (R$ 47,3 mil), da grande região de Patos de Minas (R$ 54,7 mil) e da pequena região de Unaí (R$ 51,6 mil).
Demografia
A cidade tem uma estrutura etária jovem, formada por 19,9% de crianças (0 a 14 anos), 14% de adolescentes (15 a 24 anos), 20% de adultos jovens (25 a 39), 34,4% de adultos maduros (40 a 64) e de 11,7% de pessoas com mais de 65 anos de iade. Isto configura uma razão de dependência de 46,2%, o que indica 4,6 dependentes (crianças e idosos) para cada dez pessoas em idade ativa e que a cidade ainda está em uma situação de bônus demográfico. A razão de dependência mineira é de 43,8%.
O índice de envelhecimento de Cabeceira Grande é de 58,7% (5,9 idosos para cada 10 crianças), valor menor que o do estado (68%), sinalizando que o município envelhece mais devagar do que a média mineira. Comparado aos demais municípios, o índice da cidade é o 681° maior do estado.
Já o nível de juventude é de 25,7%, há 2,6 jovens (15–24) para cada 10 adultos (25–64). Este valor fica acima da média estadual 25,4%), o que sugere uma forte inserção de pessoas ativas economicamente em curto e médio prazo. Já o índice de maturidade é de 1,72 adultos sêniores (40-64) para cada adulto jovem (25-39), este valor é maior que a média estadual, confirmando concentração em um público favorável a produtos de maior tíquete (finanças, seguros, reformas, saúde preventiva, turismo familiar e mercado imobiliário).
Geração de Empregos
O município possui 805 empregos com carteira assinada, faxineiro. A remuneração média dos trabalhadores formais do município é de R$ 3,1 mil, valor abaixo da média do estado, de R$ 3,3 mil.
De janeiro a agosto de 2026, foram registradas 308 admissões formais e 238 desligamentos, resultando em um saldo positivo de 70 novos trabalhadores. Este desempenho é superior ao do ano passado, quando o saldo foi de 27.
Na pequena região de Unaí este é o 4º melhor desempenho em termos absolutos. Considerando a geração de vagas pelo tamanho da população, a cidade é a 4º que mais cresce na pequena região de Unaí.
Abertura de Empresas
Crescimento da População
Crescimento do PIB
Entre 2006 a 2021, o crescimento do PIB municipal apresentou o 3° melhor desempenho da região imediata. Nos últimos dez anos, o crescimento nominal do nível de atividade da cidade foi de 329,7% e a taxa apresentada dos últimos 5 anos foi de 156,4%.
Renda e Potencial de Consumo
A concentração de renda entre as classes econômicas em Cabeceira Grande pode ser considerada baixa e é relativamente inferior à média estadual. As faixas de menor poder aquisitivo (E e D) participam com 56,4% do total de remunerações da cidade, enquanto que as classes mais altas representam 2,9%. Destaca-se que a composição de renda das classes mais baixas da cidade têm uma concentração 5,2 pontos percentuais maior que a média estadual, já as faixas de alta renda possuem participação 12,3 pontos abaixo da média.
Do total de trabalhadores, as três atividades que mais empregam são: administração pública em geral (263), cultivo de cereais (145) e regulação das saúde, educação, serviços culturais e outros serviços sociais (68). Entre os setores característicos da cidade, também se destacam as atividades de cultivo de cereais e cultivo de soja.
A renda média dos responsáveis pelos domicílios na cidade é de R$ 2.453, entre os bairros de maior poder aquisitivo, destacam-se: Fazenda Bolivia, com média de R$ 6.223, seguido dos bairros Barreiro (R$ 4.325), Cabeceira Grande (R$ 4.325) e Rancho Dos Quebrados (R$ 3.803).
Estrutura de saúde
Os dados de 2025 não registram leitos disponíveis em Cabeceira Grande. O município não possui registros de leitos de atendimentos de UTI.
A cidade conta com 1,32 enfermeiros para cada mil habitantes e 1,76 médicos por mil habitantes. A taxa de enfermeiros é menor que a usual e aumentou nos últimos dez anos, quando a taxa era de 0,44 por mil habitantes. Já a taxa de médicos é inferior à média e cresceu durante os últimos anos. Há dez anos, a taxa era de 0,15 para cada mil habitantes.
Cobertura vacinal
Entre os nove tipos de vacinações analisadas, a cobertura média vacinal do município é de 99,4%, o que representa uma taxa acima da média dos demais municípios brasileiros. A vacina de maior cobertura local é a BCG, com uma taxa de 100%, por outro lado, a Tríplice Viral (1° dose) apresenta maiores desafios, com uma cobertura de 94,52054795%.
Atenção básica e pré-natal
Em 2025, no município de Cabeceira Grande, o percentual de nascimentos com pré-natal adequado foi de 75%, esta é o 499° melhor cenário no estado de Minas Gerais. Também foram registrados casos de nascimentos com nenhum atendimento de pré-natal, isto ocorreu em 1,4% dos nascidos vivos no ano, o que pode ser considerada uma taxa comum em relação aos demais municípios brasileiros e se posiciona como o 237° pior cenário do estado.
A cobertura de atenção básica em Cabeceira Grande alcançou a taxa de 100% no ano de 2025. No estado, 768 municípios alcançaram a cobertura total de atenção básica para sua população. A cobertura de atendimento dos agentes comunitários e da estratégia de saúde familiar foi de 100% para ambas as taxas. Além disso, estima-se que o percentual da população coberta por planos e seguros de assistência suplementar à saúde (privados) é de 0%.
Hospitalizações
A taxa de hospitalização do SUS em Cabeceira Grande apontam para um nível de internações abaixo da média nacional, com 6,34 mil hospitalizações para cada 100 mil habitantes. No período de 2015 a 2025, a evolução do número de hospitalizações mostrou um aumento de 182,4 internações (a cada 100 mil hab.) por ano.
Em relação às taxas de hospitalizações sensíveis à atenção primária, que se refere aos casos de doenças que poderiam ser evitados com ações de atenção primária, o município apresenta um nível de internações abaixo da média, de 881 a cada cem mil habitantes. O crescimento desta categoria de hospitalizações ao longo da última década está semelhante aos demais municípios, com um aumento anual da taxa equivalente a 7,7 hospitalizações por cem mil hab. a cada ano.
Mortalidade
Com estes índices, o nível de mortalidade do município é o 682° maior do estado, com 662 ocorrências a cada cem mil habitantes. Nos últimos anos, a taxa de mortalidade cresceu em um ritmo de 18,9 óbitos a cada cem mil habitantes ao ano. Soma-se a estes valores o total de 44 mortes (a cada 100 mil habitantes) por causas evitáveis, a 821° maior taxa do estado, que tem apresentado um crescimento de 1 ocorrências para cada 100 mil hab. ao longo de cada ano.
Nascimentos
Entre 2015 a 2020, Cabeceira Grande registrou 426 nascimentos, cerca de 71 novos bebês por ano. Ao longo dos anos, a tendência de crescimento de novos registros foi positiva e esta taxa de natalidade está acima da média dos demais municípios do Brasil. No período, houve mais nascimentos de meninos, 52,1 a cada 100 bebês.
Segurança pública
Durante o ano de 2024, foram registradas 0 vítimas de homicídio doloso no município. Esta quantidade foi menor que o desempenho de 2023, quando houve 1 vítimas na cidade. Em 2018, o número de casos de homicídio era de 1, representando uma melhora na segurança local.
Considerando o tamanho populacional, a taxa de homicídios por 100 mil habitantes em Cabeceira Grande é de 0, um valor considerado abaixo da média. Com base neste indicador, o município é o 6° mais seguro da pequena região de Unaí.
Desenvolvimento Sustentável (ODS)
Cabeceira Grande apresenta uma pontuação geral de 50,2 pontos em 100, classificando-se em 1744 entre os 5.570 municípios brasileiros, o que indica um nível de desenvolvimento sustentável considerado médio. Ao todo, o município possui 4 áreas com nível muito baixo, 3 estão em nível baixo, 3 são consideradas médias, 3 áreas estão com nível alto e no patamar muito alto são 3 áreas.
A avaliação dos ODS revela que os principais pontos críticos da cidade são: ODS9 Indústria, inovação e infraestrutura, ODS17 Parcerias para a implementação dos objetivos, ODS15 Proteger a vida terrestre, ODS12 Produção e consumo sustentáveis.
Por outro lado, os índices de maior desenvolvimento da cidade encontram-se nos objetivos: ODS7 Energias renováveis e acessíveis, ODS11 Cidades e comunidades sustentáveis, ODS16 Paz, justiça e instituições eficazes, ODS3 Saúde de qualidade.
Mercado de trabalho
O município possui 805 empregos com carteira assinada, faxineiro. A remuneração média dos trabalhadores formais do município é de R$ 3,1 mil, valor abaixo da média do estado, de R$ 3,3 mil.
De janeiro a agosto de 2026, foram registradas 308 admissões formais e 238 desligamentos, resultando em um saldo positivo de 70 novos trabalhadores. Este desempenho é superior ao do ano passado, quando o saldo foi de 27.
Na pequena região de Unaí este é o 4º melhor desempenho em termos absolutos. Considerando a geração de vagas pelo tamanho da população, a cidade é a 4º que mais cresce na pequena região de Unaí.
Pelas nossas projeções, o período acumulado até agosto de 2027 deve apresentar 497 novas contratações e cerca de 464 desligamentos, o que deve resultar em um saldo de 33 novos postos de trabalho na cidade. Nos últimos anos mostra um desempenho na média, em um cenário de estabilidade no emprego nos últimos meses.
Entre as 12 atividades econômicas que tiveram movimentações de admissões ou desligamentos no último ano, 6 apresentaram saldo de empregos negativo, destacando-se os segmentos de Lavouras permanentes, Padarias, açougues e fruteiras, Serviços de bufê (com saldos de -3, -2, -2 empregos, respectivamente). Por outro lado, 6 setores tiveram mais admissões que desligamentos, resultando em saldos positivos, como é o caso das atividades de Pecuária, Hotéis, Lavouras temporárias (com saldos de 5, 5, 1 empregos).
Microempreendedores (MEI)
Até o dia 6 de dezembro de 2025, o município possuía um total de 453 microempreendedores individuais. Considerando o tamanho populacional da cidade, há uma taxa de 66,5 MEIs para cada mil habitantes, este indicador está abaixo da média dos demais municípios e é a 2° maior taxa da região imediata.
Durante o ano de 2023, o crescimento de MEIs tem sido bem acima da média brasileira, com um aumento de 9,2%, este desempenho é o 81° melhor do estado. No último mês, houve acréscimo de 10 registros do total de microempreendedores individuais.
Frota de veículos
O município de Cabeceira Grande possui uma frota total de 1,5 mil veículos, sendo 841 (58%) carros, 337 (23%) motos e 107 (7%) caminhões. A cidade tem a 837º maior taxa de veículos per capita do estado e, em relação aos demais municípios do Brasil, a taxa por habitante mostra que a cidade possui bem poucos veículos na cidade. Destaca-se que a participação dos caminhões tem a maior representatividade no município, com o 544° maior índice por habitante do estado
Desde o final do ano passado até o mês de dezembro de 2024 houve aumento de 3,5% da frota total do município. Este desempenho esteve abaixo da média das demais cidades do Brasil, enquanto que no estado, foi o 501° maior crescimento.
Deste crescimento do último ano, destaca-se o crescimento das motos, que apresentaram um aumento de 7,3% na sua frota desde o ano passado, obtendo o 89° melhor desempenho estadual.
Transações via PIX
No acumulado do mês de setembro de 2026, o valor pago por pessoas físicas em transações financeiras via PIX somou um total de R$ 25,6 milhões de reais. Já o total recebido por conta jurídicas no mês foi de R$ 7,7 milhões de reais.
O valor das transações de setembro representa uma queda de -1,1% frente ao mês anterior. Nos últimos 12 meses, a variação do valor pago em transações pix foi de -0,6%, comparando com os demais municípios, este é o 11° melhor desempenho da pequena região de Unaí. Seguindo este ritmo, as nossas projeções indicam que o mês de outubro deve apresentar um crescimento de 1,4% no valor total de pagamentos PIX.
A quantidade média de transações PIX realizadas no município é de 20,7 por habitante no mês, este índice de adesão é considerado baixo, o que indica uma atividade econômica reduzida. O ticket médio das transações realizadas é considerado próximo à média, demonstrando um usual poder de compra da população.
A partir das movimentações dos valores de PIX, é possível constatar que o município possui uma sazonalidade muito abaixo da média dos demais municípios. Abril é o mês de maior movimentação, com um nível de transação financeira 8,9% superior aos demais meses. Por outro lado, fevereiro é o mês de menor atividade financeira.
Cadastro Único e pobreza
Em junho de 2026, os registros de cadastro único do município somam 1,7 mil famílias e 1,8 mil pessoas em situação de pobreza, o que representa 26,1% do total de habitantes, já na condição de extrema pobreza são 778 pessoas (11,4% da população).
A participação do número de pessoas em extrema pobreza é considerada baixa, sendo a cidade com a 10° cidade com maior percentual dentro da pequena região de Unaí.
No último ano, o total de famílias registradas no Cadastro Único cresceu 21,8%, enquanto que o total de famílias em extrema pobreza aumentou 20,4%, uma variação abaixo da média nacional.
Imposto de Renda
Em 2023, o número de declarantes do imposto de renda em cidade foi de 953 pessoas. O total de declarantes aumentou em 0,2% desde o último ano, o que representa um desempenho abaixo da média.
Considerando o tamanho populacional, o número de declarantes representa 14% do total de habitantes, este percentual é considerado próximo à média quando comparado com a média dos demais municípios.
A soma dos gastos com despesas médicas declaradas no imposto de renda foi de R$ 1,8 milhão de reais, o que representa uma média de R$ 1,8 mil por declarante. Os gastos com instrução somam 283,8 mil reais e representam um total de R$ 0,3 mil por declarante.
Área urbana e loteamentos
O município de Cabeceira Grande possui uma área total mapeada pelo IBGE de 2,6 km². Deste total, 2,6 km² são considerados urbanizadas, sendo que 60,3% são áreas urbanas densas e 40,1% são áreas pouco densas (com edificações espaçadas, com arruamento pouco definido e geralmente em processo de ocupação).
A densidade populacional no espaço urbano da cidade é de aproximadamente 2,5 mil habitantes por km², o que representa a 11° maior densidade na região e a 786° no estado.
O total de área considerada como loteamentos vazios na cidade é de 0 km², esta é a 30° maior área de loteamentos da região e a 572° no estado. Considerando o total de área urbanizada, o potencial relativo de expansão da cidade é a 30° maior percentual de área de loteamentos da região e a 572° maior do estado, indicando sua capacidade de expansão urbana.
Domicílios
Em Cabeceira Grande existem cerca de 2,1 mil domicílios, o que equivale a uma média de 3,31 pessoas por domicílio. Na região próxima, a média de habitantes por residência é de 3,49 e no estado, a média é 3,14.
No município, existem 2,6 mil domicílios ocupados para uma população de 6,6 mil pessoas, deste total 99,7% moram em casas, a taxa de residentes em condomínios é de 1,96 a cada mil moradores e a taxa para residentes em apartamentos é de 1,21 a cada mil.
A média de moradores por domicílio em Cabeceira Grande é de 2,5 pessoas. Para moradores de casasa de condomínios, a média de moradores é de 3,3 e para apartamentos, a média é de 1,3 pessoas por domicílio.
A taxa de moradores em condomínios no estado é de 10,5 a cada mil pessoas e de 2,4 na região imediata. Comparando o desempenho local com cidades de mesmo tamanho, a taxa de moradores em condomínios é bem inferior aos demais, que possuem uma taxa média de 5 moradores a cada mil.
Em relação aos moradores de apartamentos, a taxa de pessoas residindo em apartamentos no estado é de 124,6 a cada mil. Já na região próxima, essa taxa é de 59,3. Em um comparativo com municípios de dimensões equivalentes, verifica-se que o número médio de habitantes em apartamentos é bem inferior aos demais, que possuem uma taxa média de 14,7 moradores a cada mil.
De acordo com o IBGE, foram identificados 1,3 mil domicílios não ocupados na cidade, sendo que 524 são considerados imóveis de uso ocasional e 768 estão vagos. Considerando os domicílios ocupados do município, o percentual de uso ocasional é de 13,5%, um valor considerado , já a taxa de domicílios vagos é de 19,7%, o que também se classifica como um percentual .
Cerca de 31,5% das casas do município não estão ocupadas, a maior parte são consideradas como domicílios vagos, que representam 17,9% das residências totais da cidade. Quanto aos apartamentos, o percentual de imóveis não ocupados é de 62,5%, sendo que 37,5% são classificados como de uso ocasional e 25% estão totalmente vagos.
Edificações e comércio
Pelo mapeamento do IBGE, foram identificados 160 edifícios em construção, este montante é o 20° maior da região intermediária e o 567° do estado. Considerando o tamanho populacional da cidade, há uma taxa de 24,1 edifcíos sendo construídos a cada mil habitantes, neste quesito, a posição da cidade é de 3° no ranking regional e 530° no estadual.
A taxa de estabelecimentos comerciais da cidade é maior que a da região, com um nível de 69,3 comércios para cada mil habitantes, enquanto a taxa regional é de 65,5. Na região, as cidades que têm a atividade comercial mais desenvolvida são Guarda-Mor (taxa de 123,5, e Formoso (115,3) e Bonfinópolis de Minas (96,2).
Minha Casa, Minha Vida
O programa do Minha Casa, Minha Vida ainda não conta com unidades habitacionais entregues no município.
Os números de unidades financiadas soma 1 unidades.
Turismo
De acordo com o Ministério do Turismo, Cabeceira Grande pertence ao Polo Noroeste Das Gerais E Alto Paranaíba. Este polo turístico envolve 18 cidades, as quais atraem um total de 0,5 milhões de turistas por ano (1% internacionais). Entre as 44 regiões turísticos do estado, o Polo Noroeste Das Gerais E Alto Paranaíba é o que 5° que mais atrai turistas. No cenário nacional, este é o 72° maior destino turístico nacional.
A cidade de Cabeceira Grande foi classificada pelo Ministério do Turismo como uma município do cluster D, que representa as cidades com baixo potencial turístico do país. No ano de 2019, a agência nacional do turismo encontrou 0 empregos no setor, além de uma empresa.
Perfil da frota
O município de Cabeceira Grande possui uma frota total de 1,5 mil veículos, sendo 841 (58%) carros, 337 (23%) motos e 107 (7%) caminhões. A cidade tem a 837º maior taxa de veículos per capita do estado e, em relação aos demais municípios do Brasil, a taxa por habitante mostra que a cidade possui bem poucos veículos na cidade. Destaca-se que a participação dos caminhões tem a maior representatividade no município, com o 544° maior índice por habitante do estado
Desde o final do ano passado até o mês de dezembro de 2024 houve aumento de 3,5% da frota total do município. Este desempenho esteve abaixo da média das demais cidades do Brasil, enquanto que no estado, foi o 501° maior crescimento.
Deste crescimento do último ano, destaca-se o crescimento das motos, que apresentaram um aumento de 7,3% na sua frota desde o ano passado, obtendo o 89° melhor desempenho estadual.
Comércio exterior
Durante o ano de 2025, o município de Cabeceira Grande - MG não registrou valores de exportação significativos. Nos últimos anos, também não houve quaisquer movimentações de empresas locais exportando produtos para fora do país
Em 2025, nenhuma empresa do município importou produtos estrangeiros. A presença de operações de compra internacional por parte de empresas locais nunca foi registrada.
Oportunidades de negócio
A participação do comércio, somado aos serviços de alojamento e alimentação, representa 10% do total de trabalhadores e está concentrada nos supermercados e lojas de variedades e nas lojas de materiais de construção, que empregam 52 trabalhadores.
Ao todo, existem 11 modalidades diferentes de comércio na cidade. Com isso, a diversidade do comércio de Cabeceira Grande é considerada baixa, assim como a dos serviços, que também carece de maior desenvolvimento e abre oportunidades para novos negócios.
Comparando o desempenho da cidade com a média dos municípios com tamanho populacional similar, o nível de diversificação do comércio é semelhante à média e a dos serviços é inferior, o que significa maiores oportunidades.
Ainda em comparação com municípios de tamanho similar, não foram encontrados setores de alta concorrência na cidade.
Por outro lado, as atividades dos supermercados e lojas de variedades, as clínicas médicas e os restaurantes e bares demonstram grande potencial para novos investimentos locais. O segmento dos supermercados e lojas de variedades costuma apresentar uma taxa esperada de 408 trabalhadores para cada 10 mil habitantes, enquanto a cidade possui uma taxa de 0, resultando em uma diferença de -408. O mesmo ocorre para o setor das clínicas médicas, que apresenta uma diferença entre a taxa real e esperada de -340 trabalhadores para cada 10 mil habitantes.
Destaca-se que os segmentos das clínicas médicas, o comércio atacadista de alimentos e bebidas, os serviços de bufê, os postos de combustíveis, o comércio atacadista de roupas e cosméticos, os hotéis, as auto mecânicas e o comércio de veículos representam atividades que costumam ter movimentação de trabalhadores em cidades de tamanho similar, mas que não demonstraram vínculos formais de emprego na cidade.
Menor saturação relativa frente a cidades semelhantes.
Atividades já bem atendidas na cidade.
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De acordo com o Censo, o bairro mais populoso da cidade é Palmital, com 2,9 mil habitantes, o que representa 43,5% da população da cidade, seguido do bairro Santana, com 12,4%.
No município de Cabeceira Grande, a média municipal é de estabelecimentos comerciais é de 11,8 a cada 100 domicílios. Os bairros que possuem a maior número de comércios são Palmital, com 45,4% do total da cidade, em seguida aparecem os bairros Centro (26,1%) e Fazenda Bolivia (7%).
De acordo com o Censo, existem cerca de 160 edificações em construção no município, o que equivale a um índice de 4,1 construções para cada 100 domicílios. Os bairros com maior movimentação imobiliária são Palmital, com um percentual de 50,6% do total de edificações em construção municipal , Centro (15,6%) e Fazenda Bolivia (6,9%).
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Fontes e metodologia
Os dados desta página são elaborados pela Caravela a partir de fontes públicas oficiais — IBGE (população, PIB, Censo), CAGED e RAIS (trabalho e renda), Receita Federal / Redesim (empresas e MEI), DATASUS (saúde), Banco Central (crédito, poupança, PIX), Denatran (frota) e Comex Stat (comércio exterior). Veja o método em Metodologia e mais dados em Dados gratuitos.