Campo Grande — MS
Mato Grosso do Sul · Região imediata de Campo Grande
Campo Grande - MS é um município de grande relevância na região que se destaca pela alta regularidade das vendas no ano. O desempenho econômico e o pequeno número de novas oportunidades claras de negócios são os pontos de atenção.
- População
- 962,9 mil
- PIB
- R$ 42,3 bi
- PIB per capita
- R$ 47,1 mil
- Empregos formais
- 324,4 mil
- Remuneração média
- R$ 4,6 mil
Panorama econômico
Campo Grande - MS é um município de grande relevância na região que se destaca pela alta regularidade das vendas no ano. O desempenho econômico e o pequeno número de novas oportunidades claras de negócios são os pontos de atenção.
No ano, o município acumula mais admissões que demissões, com um saldo de 3772 funcionários. Além disso, houve incremento de 1844 novas empresas na cidade durante o ano.
Tamanho e Localização
Considerado uma metrópole de projeção nacional, o município de Campo Grande é um polo regional do estado. Dentro de sua área de influência, a cidade atrai maior parte dos visitantes pelos serviços de saúde avançada.
Campo Grande é o 1º município mais populoso do estado de Mato Grosso do Sul, com 962,9 mil habitantes. O PIB da cidade é de cerca de R$ 42,3 bilhões de reais, sendo que 59,6% do valor adicionado advém dos serviços, na sequência aparecem as participações da administração pública (22,8%), da indústria (14,8%) e da agropecuária (2,8%).
Com esta estrutura, o PIB per capita de Campo Grande é de R$ 47,1 mil, valor inferior à média do estado (R$ 66,9 mil), da grande região de Campo Grande (R$ 66,6 mil) e da pequena região de Campo Grande (R$ 55,2 mil).
Demografia
A cidade tem uma estrutura etária envelhecida, formada por 20,7% de crianças (0 a 14 anos), 14,2% de adolescentes (15 a 24 anos), 23,6% de adultos jovens (25 a 39), 31,3% de adultos maduros (40 a 64) e de 10,2% de pessoas com mais de 65 anos de iade. Isto configura uma razão de dependência de 44,7%, o que indica 4,5 dependentes (crianças e idosos) para cada dez pessoas em idade ativa e que a cidade ainda está em uma situação de bônus demográfico. A razão de dependência sul matogrossense é de 46,4%.
O índice de envelhecimento de Campo Grande é de 49,1% (4,9 idosos para cada 10 crianças), valor maior que o do estado (43,3%), sinalizando que o município envelhece mais rápido do que a média sul matogrossense. Comparado aos demais municípios, o índice da cidade é o 30° maior do estado.
Já o nível de juventude é de 25,8%, há 2,6 jovens (15–24) para cada 10 adultos (25–64). Este valor fica abaixo da média estadual 27,4%), o que sugere uma menor reposição de pessoas ativas economicamente em curto e médio prazo. Já o índice de maturidade é de 1,32 adultos sêniores (40-64) para cada adulto jovem (25-39), este valor é maior que a média estadual, confirmando concentração em um público favorável a produtos de maior tíquete (finanças, seguros, reformas, saúde preventiva, turismo familiar e mercado imobiliário).
Geração de Empregos
O município possui 324,4 mil empregos com carteira assinada, assistente administrativo. A remuneração média dos trabalhadores formais do município é de R$ 4,6 mil, valor acima da média do estado, de R$ 3,8 mil.
De janeiro a agosto de 2026, foram registradas 101,9 mil admissões formais e 98,1 mil desligamentos, resultando em um saldo positivo de 3772 novos trabalhadores. Este desempenho é inferior ao do ano passado, quando o saldo foi de 7570.
Na pequena região de Campo Grande este é o melhor desempenho em termos absolutos. Considerando a geração de vagas pelo tamanho da população, a cidade é a 7º que mais cresce na pequena região de Campo Grande.
Abertura de Empresas
Até agosto de 2026 houve registro de 1844 novas empresas em Campo Grande, sendo que 513 atuam pela internet. Neste último mês, 48 novas empresas se instalaram, sendo 6 com atuação pela internet. Este desempenho é menor que o do mês imediatamente anterior (525). No ano de 2025 inteiro, foram registradas 5880 empresas.
Na região, somam-se 3,3 mil novas empresas, valor que é superior ao desempenho do ano passado. Destacam-se as cidades de Campo Grande, Chapadão do Sul, Três Lagoas, Inocência e Sonora, que somaram um total de 2,7 mil novas empresas, o que representa 80,6% do total de empresas abertas na região no período.
Crescimento da População
Crescimento do PIB
Entre 2006 a 2021, o crescimento do PIB municipal apresentou o melhor desempenho da Unidade da Federação. Nos últimos dez anos, o crescimento nominal do nível de atividade da cidade foi de 130,2% e a taxa apresentada dos últimos 5 anos foi de 36,5%.
Renda e Potencial de Consumo
A concentração de renda entre as classes econômicas em Campo Grande pode ser considerada muito baixa e é relativamente inferior à média estadual. As faixas de menor poder aquisitivo (E e D) participam com 32,4% do total de remunerações da cidade, enquanto que as classes mais altas representam 27,3%. Destaca-se que a composição de renda das classes mais baixas da cidade têm uma concentração 12,5 pontos percentuais menor que a média estadual, já as faixas de alta renda possuem participação 10,3 pontos acima da média.
Do total de trabalhadores, as três atividades que mais empregam são: administração pública em geral (42445), ensino médio (17435) e segurança e ordem pública (13298). Entre os setores característicos da cidade, também se destacam as atividades de ensino médio e segurança e ordem pública.
A renda média dos responsáveis pelos domicílios na cidade é de R$ 3.824, entre os bairros de maior poder aquisitivo, destacam-se: Jardim Dos Estados, com média de R$ 14.098, seguido dos bairros Carandá (R$ 12.183), Chácara Cachoeira (R$ 12.183) e Santa Fé (R$ 12.140).
Estrutura de saúde
Em 2025, Campo Grande registrou uma taxa de 174,9 leitos do SUS para cada cem mil habitantes. Este quantitativo de leitos aumentou nos últimos anos em um ritmo de 1 leitos a cada cem mil habitantes por ano. A taxa de atual é a 18° maior do estado. Já os leitos não pertencentes ao SUS formam a taxa de 117,4 (por 100 mil hab.) e apresentam um crescimento de 1,4 leitos por cem mil habitantes a cada ano. O município também possui uma taxa de leitos para atedimentos de UTI igual a 25,1 para cada cem mil habitantes em casos de SUS e de 23,9 para não-SUS.
A cidade conta com 2,38 enfermeiros para cada mil habitantes e 4,59 médicos por mil habitantes. A taxa de enfermeiros é maior que a usual e aumentou nos últimos dez anos, quando a taxa era de 1,02 por mil habitantes. Já a taxa de médicos é superior à média e cresceu durante os últimos anos. Há dez anos, a taxa era de 2,78 para cada mil habitantes.
Cobertura vacinal
Entre os nove tipos de vacinações analisadas, a cobertura média vacinal do município é de 91,8%, o que representa uma taxa abaixo da média dos demais municípios brasileiros. A vacina de maior cobertura local é a BCG, com uma taxa de 100%, por outro lado, a Hepatite B apresenta maiores desafios, com uma cobertura de 81,57917646%.
Atenção básica e pré-natal
Em 2025, no município de Campo Grande, o percentual de nascimentos com pré-natal adequado foi de 74,2%, esta é o 38° melhor cenário no estado de Mato Grosso do Sul. Também foram registrados casos de nascimentos com nenhum atendimento de pré-natal, isto ocorreu em 0,8% dos nascidos vivos no ano, o que pode ser considerada uma taxa comum em relação aos demais municípios brasileiros e se posiciona como o 39° pior cenário do estado.
A cobertura de atenção básica em Campo Grande alcançou a taxa de 85% no ano de 2025. No estado, 56 municípios alcançaram a cobertura total de atenção básica para sua população. A cobertura de atendimento dos agentes comunitários e da estratégia de saúde familiar foi de 88% e 77%, respectivamente. Além disso, estima-se que o percentual da população coberta por planos e seguros de assistência suplementar à saúde (privados) é de 0%.
Hospitalizações
A taxa de hospitalização do SUS em Campo Grande apontam para um nível de internações abaixo da média nacional, com 5,76 mil hospitalizações para cada 100 mil habitantes. Além do baixo nível de internações, a evoluação desta taxa na última década apresenta resultados positivos, com uma queda abaixo dos demais municípios. No período de 2015 a 2025, a evolução do número de hospitalizações mostrou um aumento de 33,9 internações (a cada 100 mil hab.) por ano.
Em relação às taxas de hospitalizações sensíveis à atenção primária, que se refere aos casos de doenças que poderiam ser evitados com ações de atenção primária, o município apresenta um nível de internações abaixo da média, de 768 a cada cem mil habitantes. O crescimento desta categoria de hospitalizações ao longo da última década está semelhante aos demais municípios, com um aumento anual da taxa equivalente a 12 hospitalizações por cem mil hab. a cada ano.
Mortalidade
Com estes índices, o nível de mortalidade do município é o 40° maior do estado, com 687 ocorrências a cada cem mil habitantes. Nos últimos anos, a taxa de mortalidade cresceu em um ritmo de 15,7 óbitos a cada cem mil habitantes ao ano. Soma-se a estes valores o total de 139 mortes (a cada 100 mil habitantes) por causas evitáveis, a 36° maior taxa do estado, que tem apresentado um crescimento de 0,7 ocorrências para cada 100 mil hab. ao longo de cada ano.
Nascimentos
Entre 2015 a 2020, Campo Grande registrou 83,69 mil nascimentos, cerca de 13,95 mil novos bebês por ano. Ao longo dos anos, a tendência de crescimento de novos registros foi negativa e esta taxa de natalidade está bem abaixo da média dos demais municípios do Brasil. No período, houve mais nascimentos de meninos, 51,3 a cada 100 bebês.
Segurança pública
Durante o ano de 2024, foram registradas 147 vítimas de homicídio doloso no município. Esta quantidade foi maior que o
Considerando o tamanho populacional, a taxa de homicídios por 100 mil habitantes em Campo Grande é de 16,4, um valor considerado próximo à média. Com base neste indicador, o município é o 7° mais seguro da pequena região de Campo Grande.
Desenvolvimento Sustentável (ODS)
Campo Grande apresenta uma pontuação geral de 53,4 pontos em 100, classificando-se em 930 entre os 5.570 municípios brasileiros, o que indica um nível de desenvolvimento sustentável considerado médio. Ao todo, o município possui 5 áreas com nível muito baixo, 3 estão em nível baixo, 4 são consideradas médias, 3 áreas estão com nível alto e no patamar muito alto são 2 áreas.
A avaliação dos ODS revela que os principais pontos críticos da cidade são: ODS9 Indústria, inovação e infraestrutura, ODS17 Parcerias para a implementação dos objetivos, ODS15 Proteger a vida terrestre, ODS10 Reduzir as desigualdades.
Por outro lado, os índices de maior desenvolvimento da cidade encontram-se nos objetivos: ODS7 Energias renováveis e acessíveis, ODS6 Água potável e saneamento, ODS14 Proteger a vida marinha, ODS13 Ação climática.
Mercado de trabalho
O município possui 324,4 mil empregos com carteira assinada, assistente administrativo. A remuneração média dos trabalhadores formais do município é de R$ 4,6 mil, valor acima da média do estado, de R$ 3,8 mil.
De janeiro a agosto de 2026, foram registradas 101,9 mil admissões formais e 98,1 mil desligamentos, resultando em um saldo positivo de 3772 novos trabalhadores. Este desempenho é inferior ao do ano passado, quando o saldo foi de 7570.
Na pequena região de Campo Grande este é o melhor desempenho em termos absolutos. Considerando a geração de vagas pelo tamanho da população, a cidade é a 7º que mais cresce na pequena região de Campo Grande.
Pelas nossas projeções, o período acumulado até agosto de 2027 deve apresentar 147783 novas contratações e cerca de 142158 desligamentos, o que deve resultar em um saldo de 5625 novos postos de trabalho na cidade. Somado a esta projeção positiva, o histórico da movimentação de empregos na cidade dos últimos anos mostra um desempenho acima da média, em um panorama positivo de novas contratações nos últimos meses.
Entre as 27 atividades econômicas que tiveram movimentações de admissões ou desligamentos no último ano, 19 apresentaram saldo de empregos negativo, destacando-se os segmentos de Lavouras temporárias, Bebidas não-alcoólicas, Florestas plantadas (com saldos de -12, -8, -3 empregos, respectivamente). Por outro lado, 8 setores tiveram mais admissões que desligamentos, resultando em saldos positivos, como é o caso das atividades de Adm. do estado e da política econômica e social, Pecuária, Hotéis (com saldos de 138, 9, 8 empregos).
Abertura de empresas
Até agosto de 2026 houve registro de 1844 novas empresas em Campo Grande, sendo que 513 atuam pela internet. Neste último mês, 48 novas empresas se instalaram, sendo 6 com atuação pela internet. Este desempenho é menor que o do mês imediatamente anterior (525). No ano de 2025 inteiro, foram registradas 5880 empresas.
Na região, somam-se 3,3 mil novas empresas, valor que é superior ao desempenho do ano passado. Destacam-se as cidades de Campo Grande, Chapadão do Sul, Três Lagoas, Inocência e Sonora, que somaram um total de 2,7 mil novas empresas, o que representa 80,6% do total de empresas abertas na região no período.
Microempreendedores (MEI)
Até o dia 6 de dezembro de 2025, o município possuía um total de 103,82 mil microempreendedores individuais. Considerando o tamanho populacional da cidade, há uma taxa de 107,8 MEIs para cada mil habitantes, este indicador está bem acima da média dos demais municípios e é a 1° maior taxa de todo o estado.
Durante o ano de 2023, o crescimento de MEIs tem sido acima da média brasileira, com um aumento de 7,6%, este desempenho é o 20° melhor do estado. No último mês, houve acréscimo de 534 registros do total de microempreendedores individuais.
Frota de veículos
O município de Campo Grande possui uma frota total de 710,4 mil veículos, sendo 429,4 mil (60%) carros, 211,8 mil (30%) motos e 25,1 mil (4%) caminhões. A cidade tem a 14º maior taxa de veículos per capita do estado e, em relação aos demais municípios do Brasil, a taxa por habitante mostra que a cidade possui muitos veículos na cidade. Destaca-se que a participação dos carros tem a maior representatividade no município, com o 3° maior índice por habitante do estado
Desde o final do ano passado até o mês de dezembro de 2024 houve aumento de 3,6% da frota total do município. Este desempenho esteve abaixo da média das demais cidades do Brasil, enquanto que no estado, foi o 42° maior crescimento.
Deste crescimento do último ano, destaca-se o crescimento das motos, que apresentaram um aumento de 5,1% na sua frota desde o ano passado, obtendo o 26° melhor desempenho estadual.
Movimentação bancária
No acumulado do ano de 2026, até o mês de março, as estatísticas bancárias municipais de Campo Grande apresentam um movimento de queda dos seus valores de poupança, na ordem de -2,9%. No mesmo período, as operações de crédito tiveram alta de 27,4% e os financiamentos imobiliários também apresentaram crescimento, com aumento de 9,1%.
Considerando a evolução dos demais municípios, o movimento de decadência da poupança está muito abaixo da média, o que sinaliza um fator negativo para o poder de compra no médio prazo dos moradores. Nas operações de crédito, o ritmo é considerado alto, sinalizando uma possível alta dos investimentos. Por fim, a evolução dos financiamentos imobiliários apresenta um mercado em estabilidade.
Transações via PIX
No acumulado do mês de setembro de 2026, o valor pago por pessoas físicas em transações financeiras via PIX somou um total de R$ 6,7 bilhões de reais. Já o total recebido por conta jurídicas no mês foi de R$ 5,9 bilhões de reais.
O valor das transações de setembro representa uma queda de -4% frente ao mês anterior. Nos últimos 12 meses, a variação do valor pago em transações pix foi de 5%, comparando com os demais municípios, este é o 8° melhor desempenho da pequena região de Campo Grande. Seguindo este ritmo, as nossas projeções indicam que o mês de outubro deve apresentar um crescimento de 3,1% no valor total de pagamentos PIX.
A quantidade média de transações PIX realizadas no município é de 33,9 por habitante no mês, este índice de adesão é considerado alto, o que indica uma atividade econômica elevada. O ticket médio das transações realizadas é considerado próximo à média, demonstrando um usual poder de compra da população.
A partir das movimentações dos valores de PIX, é possível constatar que o município possui uma sazonalidade muito abaixo da média dos demais municípios. Dezembro é o mês de maior movimentação, com um nível de transação financeira 13,3% superior aos demais meses. Por outro lado, fevereiro é o mês de menor atividade financeira.
Cadastro Único e pobreza
Em junho de 2026, os registros de cadastro único do município somam 151,6 mil famílias e 129,3 mil pessoas em situação de pobreza, o que representa 13,4% do total de habitantes, já na condição de extrema pobreza são 113,7 mil pessoas (11,8% da população).
A participação do número de pessoas em extrema pobreza é considerada baixa, sendo a cidade com a 12° cidade com maior percentual dentro da pequena região de Campo Grande.
No último ano, o total de famílias registradas no Cadastro Único cresceu 17,6%, enquanto que o total de famílias em extrema pobreza aumentou 4,3%, uma variação acima da média nacional.
Imposto de Renda
Em 2023, o número de declarantes do imposto de renda em cidade foi de 232,1 mil pessoas. O total de declarantes reduziu em -0,1% desde o último ano, o que representa um desempenho abaixo da média.
Considerando o tamanho populacional, o número de declarantes representa 24,1% do total de habitantes, este percentual é considerado acima da média quando comparado com a média dos demais municípios.
A soma dos gastos com despesas médicas declaradas no imposto de renda foi de R$ 1,3 bilhão de reais, o que representa uma média de R$ 5,4 mil por declarante. Os gastos com instrução somam 511,5 milhões de reais e representam um total de R$ 2,2 mil por declarante.
Área urbana e loteamentos
O município de Campo Grande possui uma área total mapeada pelo IBGE de 261,3 km². Deste total, 252,6 km² são considerados urbanizadas, sendo que 79,4% são áreas urbanas densas e 20,6% são áreas pouco densas (com edificações espaçadas, com arruamento pouco definido e geralmente em processo de ocupação).
A densidade populacional no espaço urbano da cidade é de aproximadamente 3,6 mil habitantes por km², o que representa a 4° maior densidade na região e a 29° no estado.
O total de área considerada como loteamentos vazios na cidade é de 8,64 km², esta é a maior área de loteamentos da região e a 1° no estado. Considerando o total de área urbanizada, o potencial relativo de expansão da cidade é a 24° maior percentual de área de loteamentos da região e a 51° maior do estado, indicando sua capacidade de expansão urbana.
Domicílios
Em Campo Grande existem cerca de 311,8 mil domicílios, o que equivale a uma média de 2,87 pessoas por domicílio. Na região próxima, a média de habitantes por residência é de 2,95 e no estado, a média é 3,06.
Há registros de 4,5 mil domicílios em forma de ocupação irregular, 1,4% do total de domicílios. Com isso, a cidade possui o maior contingente de domicílios irregulares do estado.
No município, existem 325,8 mil domicílios ocupados para uma população de 891,1 mil pessoas, deste total 84,5% moram em casas, a taxa de residentes em condomínios é de 60,15 a cada mil moradores e a taxa para residentes em apartamentos é de 94,05 a cada mil.
A média de moradores por domicílio em Campo Grande é de 2,7 pessoas. Para moradores de casasa de condomínios, a média de moradores é de 2,5 e para apartamentos, a média é de 2,2 pessoas por domicílio.
A taxa de moradores em condomínios no estado é de 30,5 a cada mil pessoas e de 51,4 na região imediata. Comparando o desempenho local com cidades de mesmo tamanho, a taxa de moradores em condomínios é superior aos demais, que possuem uma taxa média de 35,1 moradores a cada mil.
Em relação aos moradores de apartamentos, a taxa de pessoas residindo em apartamentos no estado é de 43,8 a cada mil. Já na região próxima, essa taxa é de 78. Em um comparativo com municípios de dimensões equivalentes, verifica-se que o número médio de habitantes em apartamentos é inferior aos demais, que possuem uma taxa média de 154,2 moradores a cada mil.
De acordo com o IBGE, foram identificados 66,5 mil domicílios não ocupados na cidade, sendo que 12,9 mil são considerados imóveis de uso ocasional e 53,6 mil estão vagos. Considerando os domicílios ocupados do município, o percentual de uso ocasional é de 3,3%, um valor considerado , já a taxa de domicílios vagos é de 13,7%, o que também se classifica como um percentual .
Cerca de 14,8% das casas do município não estão ocupadas, a maior parte são consideradas como domicílios vagos, que representam 12,1% das residências totais da cidade. Quanto aos apartamentos, o percentual de imóveis não ocupados é de 25,6%, sendo que 6,5% são classificados como de uso ocasional e 19,1% estão totalmente vagos.
Edificações e comércio
Pelo mapeamento do IBGE, foram identificados 11,4 mil edifícios em construção, este montante é o 1° maior da região intermediária e o 1° do estado. Considerando o tamanho populacional da cidade, há uma taxa de 12,8 edifcíos sendo construídos a cada mil habitantes, neste quesito, a posição da cidade é de 29° no ranking regional e 61° no estadual.
A taxa de estabelecimentos comerciais da cidade é maior que a da região, com um nível de 59,5 comércios para cada mil habitantes, enquanto a taxa regional é de 61,3. Na região, as cidades que têm a atividade comercial mais desenvolvida são Brasilândia (taxa de 96,1, e Alcinópolis (92,4) e Rio Negro (79).
Minha Casa, Minha Vida
O programa do Minha Casa, Minha Vida já entregou 9,93 mil moradias em Campo Grande, a maior parte (97,3%) sendo financiada pela CAIXA. Não há registros de unidades habitacionais em construção na cidade.
Com as moradias entregues, o município alcança uma taxa de 10,3 unidades habitacionais para cada mil habitantes, esse valor está abaixo da média estadual, de 11,5, situando-se como o 37° município do estado com maior taxa de cobertura das moradias do programa.
No que tange ao financiamento, são 3,51 mil moradias financiadas na Faixa 1, com um valor médio de compra de R$ 154 mil. Para a Faixa 2, são 11,59 mil unidades financiadas, com um valor médio de compra de R$ 147,3 mil. Por fim, a Faixa 3 conta com 3,37 mil unidades, ao valor médio de R$ 205,9 mil.
Preço médio do m²
Turismo
De acordo com o Ministério do Turismo, Campo Grande pertence ao Polo Caminho Dos Ipês. Este polo turístico envolve 13 cidades, as quais atraem um total de 0,9 milhões de turistas por ano (3,8% internacionais). Entre as 8 regiões turísticos do estado, o Polo Caminho Dos Ipês é o que mais atrai turistas. No cenário nacional, este é o 43° maior destino turístico nacional.
A cidade de Campo Grande foi classificada pelo Ministério do Turismo como uma município do cluster A, que representa as cidades de maior potencial turístico do país. No ano de 2019, a agência nacional do turismo encontrou 1,1 mil empregos no setor, além de 77 empresas. As atrações turísticas da cidade ano ano foram capazes de atrair 860,9 mil turistas nacionais, o que representa 96,7% do total de turistas do polo turístico. Já o número de turistas internacionais foi de 35,4 mil.
Perfil da frota
O município de Campo Grande possui uma frota total de 710,4 mil veículos, sendo 429,4 mil (60%) carros, 211,8 mil (30%) motos e 25,1 mil (4%) caminhões. A cidade tem a 14º maior taxa de veículos per capita do estado e, em relação aos demais municípios do Brasil, a taxa por habitante mostra que a cidade possui muitos veículos na cidade. Destaca-se que a participação dos carros tem a maior representatividade no município, com o 3° maior índice por habitante do estado
Desde o final do ano passado até o mês de dezembro de 2024 houve aumento de 3,6% da frota total do município. Este desempenho esteve abaixo da média das demais cidades do Brasil, enquanto que no estado, foi o 42° maior crescimento.
Deste crescimento do último ano, destaca-se o crescimento das motos, que apresentaram um aumento de 5,1% na sua frota desde o ano passado, obtendo o 26° melhor desempenho estadual.
Comércio exterior
Durante o ano de 2025, o município de Campo Grande - MS registrou um valor exportado de USD 810,3 milhões. Nos últimos anos, houve movimentação de empresas locais exportando produtos para fora do país desde 1997 até o ano de 2025, com uma taxa média de crescimento de 108,6% ao ano.
Em 2025, as importações realizadas pelo município de somaram USD 330,6 milhões. A presença de operações de compra internacional por parte de empresas locais foi registrada ao longo do período de 1997 a 2025. Nesse intervalo, o município apresentou uma taxa média de crescimento anual das importações de 113,8%.
No último ano, as exportações do município estiveram concentradas na venda de Carnes de animais da espécie bovina, congeladas, Carnes de animais da espécie bovina, Couros e peles curtidos ou em crosta, Preparações alimentícias não especificadas nem compreendidas noutras posições, Milho e outros. Estes produtos representaram 89,3% das exportações municipais.
As importações de 2025 do município estiveram concentradas na aquisição de Díodos, Gás de petróleo e outros hidrocarbonetos gasosos, Adubos (fertilizantes) minerais ou químicos, Aparelhos para interrupção, Quadros entre outros. Estes produtos representaram 50,8% do total importado pelo município.
Os principais destinos das exportações do município incluíram países como China, Chile, Estados Unidos, México, Países Baixos (Holanda), que absorveram maior parte dos produtos enviados para o exterior. Estes mercados representaram 72,4% das exportações municipais.
As importações registradas em 2025 tiveram como principais origens países como China, Bolívia, Argentina, Estados Unidos, França, responsáveis pelo fornecimento de grande parte dos produtos adquiridos no exterior. Estas fontes de produtos representaram 88% das importações municipais.
Oportunidades de negócio
A participação do comércio, somado aos serviços de alojamento e alimentação, representa 0% do total de trabalhadores e está concentrada nos supermercados e lojas de variedades e nas lojas de roupas e calçados, que empregam 408 trabalhadores.
Ao todo, existem 72 modalidades diferentes de comércio na cidade. Com isso, a diversidade do comércio de Campo Grande é considerada alta, assim como a dos serviços, que também contempla empresas de vários setores na cidade, tornando a concorrência mais acirrada de um modo geral.
Comparando o desempenho da cidade com a média dos municípios com tamanho populacional similar, tanto o comércio quanto os serviços apresentam grau de desenvolvimento semelhante aos demais municípios.
Ainda em comparação com municípios de tamanho similar, não foram encontrados setores de alta concorrência na cidade.
Por outro lado, as atividades dos supermercados e lojas de variedades, as clínicas médicas e os restaurantes e bares demonstram grande potencial para novos investimentos locais. O segmento dos supermercados e lojas de variedades costuma apresentar uma taxa esperada de 46 trabalhadores para cada 10 mil habitantes, enquanto a cidade possui uma taxa de 2, resultando em uma diferença de -44. O mesmo ocorre para o setor das clínicas médicas, que apresenta uma diferença entre a taxa real e esperada de -38 trabalhadores para cada 10 mil habitantes.
Destaca-se que os segmentos do comércio atacadista de máquinas, o comércio atacadista de eletrônicos e informática e as veterinárias representam atividades que costumam ter movimentação de trabalhadores em cidades de tamanho similar, mas que não demonstraram vínculos formais de emprego na cidade.
Menor saturação relativa frente a cidades semelhantes.
Atividades já bem atendidas na cidade.
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De acordo com o Censo, o bairro mais populoso da cidade é Nova Lima, com 41,1 mil habitantes, o que representa 4,6% da população da cidade, seguido do bairro Centro-Oeste, com 4,2%.
No município de Campo Grande, a média municipal é de estabelecimentos comerciais é de 14,2 a cada 100 domicílios. Os bairros que possuem a maior número de comércios são Centro, com 6,3% do total da cidade, em seguida aparecem os bairros Aero Rancho (4,4%) e Moreninha (3,4%).
De acordo com o Censo, existem cerca de 8,8 mil edificações em construção no município, o que equivale a um índice de 2,3 construções para cada 100 domicílios. Os bairros com maior movimentação imobiliária são Centro, com um percentual de 1,3% do total de edificações em construção municipal , Aero Rancho (3,3%) e Moreninha (3,1%).
Ritmo de abertura por bairro
Em Campo Grande, 74 bairros têm empresas em número suficiente para medir o ritmo de abertura — a proporção de empresas que abriram nos últimos doze meses e seguem ativas, sobre a base de cada bairro. A mediana da cidade é de 4,3%: de cada cem empresas ativas num bairro típico, cerca de 4 entraram no último ano.
Os bairros de maior ritmo são Los Angeles (6,9% sobre 2.293 empresas), Nova Lima (6,2% sobre 5.604) e Nova Campo Grande (6,2% sobre 2.377). Em dois deles, o grupo de atividade mais presente é outros serviços especializados para construção.
O bairro Centro concentra a maior base de empresas da cidade (7.149), com ritmo de 2,5% — abaixo da mediana, leitura comum em área consolidada, onde a base já é grande e a entrada de novos CNPJs pesa pouco sobre ela. O indicador mede entrada: ele não desconta as empresas que fecharam, então ritmo baixo não significa retração.
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Empresas em Campo Grande
Até agosto de 2026 houve registro de 1844 novas empresas em Campo Grande, sendo que 513 atuam pela internet. Neste último mês, 48 novas empresas se instalaram, sendo 6 com atuação pela internet. Este desempenho é menor que o do mês imediatamente anterior (525). No ano de 2025 inteiro, foram registradas 5880 empresas.
Na região, somam-se 3,3 mil novas empresas, valor que é superior ao desempenho do ano passado. Destacam-se as cidades de Campo Grande, Chapadão do Sul, Três Lagoas, Inocência e Sonora, que somaram um total de 2,7 mil novas empresas, o que representa 80,6% do total de empresas abertas na região no período.
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Lista de Empresas
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