Marilândia do Sul — PR
Paraná · Região imediata de Apucarana
Marilândia do Sul - PR é uma pequena cidade que se destaca pela alta regularidade das vendas no ano e pelo alto crescimento econômico. Por outro lado, o pequeno número de novas oportunidades claras de negócios é um fator de atenção.
- População
- 8,8 mil
- PIB
- R$ 510,3 mi
- PIB per capita
- R$ 58,8 mil
- Empregos formais
- 1,6 mil
- Remuneração média
- R$ 3 mil
Panorama econômico
Marilândia do Sul - PR é uma pequena cidade que se destaca pela alta regularidade das vendas no ano e pelo alto crescimento econômico. Por outro lado, o pequeno número de novas oportunidades claras de negócios é um fator de atenção.
No ano, o município acumula mais admissões que demissões, com um saldo de 36 funcionários. Além disso, houve incremento de 4 novas empresas na cidade durante o ano.
Tamanho e Localização
Considerado um centro local de baixa influência nos municípios vizinhos, o município de Marilândia do Sul fica perto da cidade de Apucarana, Paraná. Dentro de sua área de influência, a cidade atrai maior parte dos visitantes para logística de transportes.
Marilândia do Sul é o 6º município mais populoso da pequena região de Apucarana, com 8,8 mil habitantes. O PIB da cidade é de cerca de R$ 510,3 milhões de reais, sendo que 56,9% do valor adicionado advém da agropecuária, na sequência aparecem as participações dos serviços (27,7%), da administração pública (10,4%) e da indústria (4,9%).
Com esta estrutura, o PIB per capita de Marilândia do Sul é de R$ 58,8 mil, valor superior à média do estado (R$ 58,6 mil), da grande região de Londrina (R$ 48,3 mil) e da pequena região de Apucarana (R$ 39,7 mil).
Demografia
A cidade tem uma estrutura etária jovem, formada por 19,7% de crianças (0 a 14 anos), 14,5% de adolescentes (15 a 24 anos), 20% de adultos jovens (25 a 39), 32,9% de adultos maduros (40 a 64) e de 12,8% de pessoas com mais de 65 anos de iade. Isto configura uma razão de dependência de 48,3%, o que indica 4,8 dependentes (crianças e idosos) para cada dez pessoas em idade ativa e que a cidade ainda está em uma situação de bônus demográfico. A razão de dependência paraense é de 44%.
O índice de envelhecimento de Marilândia do Sul é de 65,1% (6,5 idosos para cada 10 crianças), valor maior que o do estado (58,8%), sinalizando que o município envelhece mais rápido do que a média paraense. Comparado aos demais municípios, o índice da cidade é o 208° maior do estado.
Já o nível de juventude é de 27,4%, há 2,7 jovens (15–24) para cada 10 adultos (25–64). Este valor fica acima da média estadual 25,4%), o que sugere uma forte inserção de pessoas ativas economicamente em curto e médio prazo. Já o índice de maturidade é de 1,64 adultos sêniores (40-64) para cada adulto jovem (25-39), este valor é maior que a média estadual, confirmando concentração em um público favorável a produtos de maior tíquete (finanças, seguros, reformas, saúde preventiva, turismo familiar e mercado imobiliário).
Geração de Empregos
O município possui 1,6 mil empregos com carteira assinada, professor de nível superior do ensino fundamental (primeira a quarta série). A remuneração média dos trabalhadores formais do município é de R$ 3 mil, valor abaixo da média do estado, de R$ 3,7 mil.
De janeiro a agosto de 2026, foram registradas 331 admissões formais e 295 desligamentos, resultando em um saldo positivo de 36 novos trabalhadores. Este desempenho é inferior ao do ano passado, quando o saldo foi de 50.
Na pequena região de Apucarana este é o 7º melhor desempenho em termos absolutos. Considerando a geração de vagas pelo tamanho da população, a cidade é a 8º que mais cresce na pequena região de Apucarana.
Abertura de Empresas
Até agosto de 2026 houve registro de 4 novas empresas em Marilândia do Sul, sendo que a maioria delas atua com estabelecimento fixo. Neste último mês, não foi identificada nenhuma nova empresa. Este desempenho é menor que o do mês imediatamente anterior (2). No ano de 2025 inteiro, foram registradas 11 empresas.
Na região, somam-se 1,1 mil novas empresas, valor que é superior ao desempenho do ano passado. Destacam-se as cidades de Arapongas, Apucarana, Rolândia, Cornélio Procópio e Ivaiporã, que somaram um total de 550 novas empresas, o que representa 50,4% do total de empresas abertas na região no período.
Crescimento da População
Crescimento do PIB
Entre 2006 a 2021, o crescimento do PIB municipal apresentou o 3° melhor desempenho da região imediata. Nos últimos dez anos, o crescimento nominal do nível de atividade da cidade foi de 209,3% e a taxa apresentada dos últimos 5 anos foi de 74,4%.
Renda e Potencial de Consumo
A concentração de renda entre as classes econômicas em Marilândia do Sul pode ser considerada muito baixa e é relativamente inferior à média estadual. As faixas de menor poder aquisitivo (E e D) participam com 67,2% do total de remunerações da cidade, enquanto que as classes mais altas representam 4,2%. Destaca-se que a composição de renda das classes mais baixas da cidade têm uma concentração 18,7 pontos percentuais maior que a média estadual, já as faixas de alta renda possuem participação 11 pontos abaixo da média.
Do total de trabalhadores, as três atividades que mais empregam são: administração pública em geral (364), apoio à gestão de saúde (109) e cultivo de soja (99). Entre os setores característicos da cidade, também se destacam as atividades de cultivo de mudas em viveiros florestais e apoio à gestão de saúde.
A renda média dos responsáveis pelos domicílios na cidade é de R$ 2.301, entre os bairros de maior poder aquisitivo, destacam-se: Sitio Do Ishii, com média de R$ 3.363, seguido dos bairros Centro (R$ 2.931), Colonia Novo Oriente (R$ 2.931) e Agua Do Pia Mirim (R$ 2.842).
Estrutura de saúde
Os dados de 2025 não registram leitos disponíveis em Marilândia do Sul. O município não possui registros de leitos de atendimentos de UTI.
A cidade conta com 1,71 enfermeiros para cada mil habitantes e 3,08 médicos por mil habitantes. A taxa de enfermeiros é próxima à média dos municípios e aumentou nos últimos dez anos, quando a taxa era de 0,56 por mil habitantes. Já a taxa de médicos é semelhante aos demais municípios e cresceu durante os últimos anos. Há dez anos, a taxa era de 0,45 para cada mil habitantes.
Cobertura vacinal
Entre os nove tipos de vacinações analisadas, a cobertura média vacinal do município é de 99%, o que representa uma taxa acima da média dos demais municípios brasileiros. A vacina de maior cobertura local é a BCG, com uma taxa de 100%, por outro lado, a Meningococo C apresenta maiores desafios, com uma cobertura de 91,11111111%.
Atenção básica e pré-natal
Em 2025, no município de Marilândia do Sul, o percentual de nascimentos com pré-natal adequado foi de 86,7%, esta é o 145° melhor cenário no estado de Paraná. Também foram registrados casos de nascimentos com nenhum atendimento de pré-natal, isto ocorreu em 2,2% dos nascidos vivos no ano, o que pode ser considerada uma taxa elevada em relação aos demais municípios brasileiros e se posiciona como o 37° pior cenário do estado.
A cobertura de atenção básica em Marilândia do Sul alcançou a taxa de 100% no ano de 2025. No estado, 332 municípios alcançaram a cobertura total de atenção básica para sua população. A cobertura de atendimento dos agentes comunitários e da estratégia de saúde familiar foi de 98% e 100%, respectivamente. Além disso, estima-se que o percentual da população coberta por planos e seguros de assistência suplementar à saúde (privados) é de 0%.
Hospitalizações
A taxa de hospitalização do SUS em Marilândia do Sul apontam para um nível de internações abaixo da média nacional, com 6,97 mil hospitalizações para cada 100 mil habitantes. Além do baixo nível de internações, a evoluação desta taxa na última década apresenta resultados positivos, com uma queda abaixo dos demais municípios. No período de 2015 a 2025, a evolução do número de hospitalizações mostrou um aumento de 9,4 internações (a cada 100 mil hab.) por ano.
Em relação às taxas de hospitalizações sensíveis à atenção primária, que se refere aos casos de doenças que poderiam ser evitados com ações de atenção primária, o município apresenta um nível de internações próxima à média, de 1,1 mil a cada cem mil habitantes. O crescimento desta categoria de hospitalizações ao longo da última década está semelhante aos demais municípios, com um aumento anual da taxa equivalente a -6,4 hospitalizações por cem mil hab. a cada ano.
Mortalidade
Com estes índices, o nível de mortalidade do município é o 69° maior do estado, com 1,06 mil ocorrências a cada cem mil habitantes. Nos últimos anos, a taxa de mortalidade cresceu em um ritmo de 22,5 óbitos a cada cem mil habitantes ao ano. Soma-se a estes valores o total de 160 mortes (a cada 100 mil habitantes) por causas evitáveis, a 103° maior taxa do estado, que tem apresentado uma redução de -0,5 ocorrências para cada 100 mil hab. ao longo de cada ano.
Nascimentos
Entre 2015 a 2020, Marilândia do Sul registrou 770 nascimentos, cerca de 128,33 novos bebês por ano. Ao longo dos anos, a tendência de crescimento de novos registros foi positiva e esta taxa de natalidade está próxima à média dos demais municípios do Brasil. No período, houve mais nascimentos de meninos, 51,2 a cada 100 bebês.
Segurança pública
Durante o ano de 2024, foram registradas 0 vítimas de homicídio doloso no município. Esta quantidade foi igual ao desempenho de 2023, quando houve 0 vítimas na cidade. Em 2018, o número de casos de homicídio era de 5, representando uma melhora na segurança local.
Considerando o tamanho populacional, a taxa de homicídios por 100 mil habitantes em Marilândia do Sul é de 0, um valor considerado abaixo da média. Com base neste indicador, o município é o 9° mais seguro da pequena região de Apucarana.
Desenvolvimento Sustentável (ODS)
Marilândia do Sul apresenta uma pontuação geral de 53,7 pontos em 100, classificando-se em 885 entre os 5.570 municípios brasileiros, o que indica um nível de desenvolvimento sustentável considerado médio. Ao todo, o município possui 6 áreas com nível muito baixo, 2 estão em nível baixo, uma é considerada média, 4 áreas estão com nível alto e no patamar muito alto são 4 áreas.
A avaliação dos ODS revela que os principais pontos críticos da cidade são: ODS9 Indústria, inovação e infraestrutura, ODS14 Proteger a vida marinha, ODS17 Parcerias para a implementação dos objetivos, ODS15 Proteger a vida terrestre.
Por outro lado, os índices de maior desenvolvimento da cidade encontram-se nos objetivos: ODS11 Cidades e comunidades sustentáveis, ODS7 Energias renováveis e acessíveis, ODS16 Paz, justiça e instituições eficazes, ODS6 Água potável e saneamento.
Mercado de trabalho
O município possui 1,6 mil empregos com carteira assinada, professor de nível superior do ensino fundamental (primeira a quarta série). A remuneração média dos trabalhadores formais do município é de R$ 3 mil, valor abaixo da média do estado, de R$ 3,7 mil.
De janeiro a agosto de 2026, foram registradas 331 admissões formais e 295 desligamentos, resultando em um saldo positivo de 36 novos trabalhadores. Este desempenho é inferior ao do ano passado, quando o saldo foi de 50.
Na pequena região de Apucarana este é o 7º melhor desempenho em termos absolutos. Considerando a geração de vagas pelo tamanho da população, a cidade é a 8º que mais cresce na pequena região de Apucarana.
Pelas nossas projeções, o período acumulado até agosto de 2027 deve apresentar 459 novas contratações e cerca de 375 desligamentos, o que deve resultar em um saldo de 84 novos postos de trabalho na cidade. Nos últimos anos mostra um desempenho na média, em um cenário de estabilidade no emprego nos últimos meses.
Entre as 48 atividades econômicas que tiveram movimentações de admissões ou desligamentos no último ano, 22 apresentaram saldo de empregos negativo, destacando-se os segmentos de Móveis, Construção de edifícios, Demolição e preparação do terreno (com saldos de -35, -7, -6 empregos, respectivamente). Por outro lado, 26 setores tiveram mais admissões que desligamentos, resultando em saldos positivos, como é o caso das atividades de Adm. do estado e da política econômica e social, Produtos alimentícios, Rodovias, ferrovias, obras urbanas e de artes (com saldos de 14, 10, 7 empregos).
Abertura de empresas
Até agosto de 2026 houve registro de 4 novas empresas em Marilândia do Sul, sendo que a maioria delas atua com estabelecimento fixo. Neste último mês, não foi identificada nenhuma nova empresa. Este desempenho é menor que o do mês imediatamente anterior (2). No ano de 2025 inteiro, foram registradas 11 empresas.
Na região, somam-se 1,1 mil novas empresas, valor que é superior ao desempenho do ano passado. Destacam-se as cidades de Arapongas, Apucarana, Rolândia, Cornélio Procópio e Ivaiporã, que somaram um total de 550 novas empresas, o que representa 50,4% do total de empresas abertas na região no período.
Microempreendedores (MEI)
Até o dia 6 de dezembro de 2025, o município possuía um total de 555 microempreendedores individuais. Considerando o tamanho populacional da cidade, há uma taxa de 63,3 MEIs para cada mil habitantes, este indicador está abaixo da média dos demais municípios e é a 8° maior taxa da região imediata.
Durante o ano de 2023, o crescimento de MEIs tem sido bem abaixo da média brasileira, com um aumento de 3,4%, este desempenho é o 313° melhor do estado. No último mês, houve acréscimo de 8 registros do total de microempreendedores individuais.
Frota de veículos
O município de Marilândia do Sul possui uma frota total de 6,7 mil veículos, sendo 4,3 mil (64%) carros, 1,7 mil (26%) motos e 378 (6%) caminhões. A cidade tem a 144º maior taxa de veículos per capita do estado e, em relação aos demais municípios do Brasil, a taxa por habitante mostra que a cidade possui muitos veículos na cidade. Destaca-se que a participação das motos possui a maior representatividade no município, com o 101° maior índice por habitante do estado
Desde o final do ano passado até o mês de dezembro de 2024 houve aumento de 3,3% da frota total do município. Este desempenho esteve abaixo da média das demais cidades do Brasil, enquanto que no estado, foi o 188° maior crescimento.
Deste crescimento do último ano, destaca-se o crescimento das motos, que apresentaram um aumento de 4% na sua frota desde o ano passado, obtendo o 160° melhor desempenho estadual.
Movimentação bancária
No acumulado do ano de 2026, até o mês de março, as estatísticas bancárias municipais de Marilândia do Sul apresentam um movimento de queda dos seus valores de poupança, na ordem de -4,3%. No mesmo período, as operações de crédito tiveram baixa de -6,4% e os financiamentos imobiliários também apresentaram retração, com queda de -6,6%.
Considerando a evolução dos demais municípios, o movimento de decadência da poupança está muito abaixo da média, o que sinaliza um fator negativo para o poder de compra no médio prazo dos moradores. Nas operações de crédito, o ritmo é considerado muito baixo, revelando uma possível queda de investimentos. Por fim, a evolução dos financiamentos imobiliários mostra um mercado muito desaquecido nos últimos meses.
Transações via PIX
No acumulado do mês de setembro de 2026, o valor pago por pessoas físicas em transações financeiras via PIX somou um total de R$ 35,2 milhões de reais. Já o total recebido por conta jurídicas no mês foi de R$ 16 milhões de reais.
O valor das transações de setembro representa uma queda de -5,7% frente ao mês anterior. Nos últimos 12 meses, a variação do valor pago em transações pix foi de -4,6%, comparando com os demais municípios, este é o 12° melhor desempenho da pequena região de Apucarana. Seguindo este ritmo, as nossas projeções indicam que o mês de outubro deve apresentar um crescimento de 1,9% no valor total de pagamentos PIX.
A quantidade média de transações PIX realizadas no município é de 18 por habitante no mês, este índice de adesão é considerado baixo, o que indica uma atividade econômica reduzida. O ticket médio das transações realizadas é considerado elevado, demonstrando um bom poder de compra da população.
A partir das movimentações dos valores de PIX, é possível constatar que o município possui uma sazonalidade muito abaixo da média dos demais municípios. Maio é o mês de maior movimentação, com um nível de transação financeira 8,6% superior aos demais meses. Por outro lado, fevereiro é o mês de menor atividade financeira.
Cadastro Único e pobreza
Em junho de 2026, os registros de cadastro único do município somam 1,8 mil famílias e 1,7 mil pessoas em situação de pobreza, o que representa 19,3% do total de habitantes, já na condição de extrema pobreza são 1,5 mil pessoas (16,9% da população).
A participação do número de pessoas em extrema pobreza é considerada alta, sendo a cidade com a 3° cidade com maior percentual dentro da pequena região de Apucarana.
No último ano, o total de famílias registradas no Cadastro Único cresceu 4,6%, enquanto que o total de famílias em extrema pobreza reduziu -1,9%, uma variação bem acima da média nacional.
Imposto de Renda
Em 2023, o número de declarantes do imposto de renda em cidade foi de 1,3 mil pessoas. O total de declarantes aumentou em 2,1% desde o último ano, o que representa um desempenho próximo à média.
Considerando o tamanho populacional, o número de declarantes representa 14,4% do total de habitantes, este percentual é considerado próximo à média quando comparado com a média dos demais municípios.
A soma dos gastos com despesas médicas declaradas no imposto de renda foi de R$ 2,4 milhões de reais, o que representa uma média de R$ 1,9 mil por declarante. Os gastos com instrução somam 576,2 mil reais e representam um total de R$ 0,5 mil por declarante.
Área urbana e loteamentos
O município de Marilândia do Sul possui uma área total mapeada pelo IBGE de 3,3 km². Deste total, 3,3 km² são considerados urbanizadas, sendo que 93,8% são áreas urbanas densas e 6,2% são áreas pouco densas (com edificações espaçadas, com arruamento pouco definido e geralmente em processo de ocupação).
A densidade populacional no espaço urbano da cidade é de aproximadamente 2,7 mil habitantes por km², o que representa a 10° maior densidade na região e a 253° no estado.
O total de área considerada como loteamentos vazios na cidade é de 0,06 km², esta é a 44° maior área de loteamentos da região e a 167° no estado. Considerando o total de área urbanizada, o potencial relativo de expansão da cidade é a 47° maior percentual de área de loteamentos da região e a 155° maior do estado, indicando sua capacidade de expansão urbana.
Domicílios
Em Marilândia do Sul existem cerca de 3 mil domicílios, o que equivale a uma média de 2,93 pessoas por domicílio. Na região próxima, a média de habitantes por residência é de 3,05 e no estado, a média é 3,02.
No município, existem 3,1 mil domicílios ocupados para uma população de 8,6 mil pessoas, deste total 99,8% moram em casas, a taxa de residentes em condomínios é de 0 a cada mil moradores e a taxa para residentes em apartamentos é de 1,51 a cada mil.
A média de moradores por domicílio em Marilândia do Sul é de 2,7 pessoas. Para moradores de casasa de condomínios, a média de moradores é de 0 e para apartamentos, a média é de 2,6 pessoas por domicílio.
A taxa de moradores em condomínios no estado é de 23,5 a cada mil pessoas e de 3,5 na região imediata. Comparando o desempenho local com cidades de mesmo tamanho, a taxa de moradores em condomínios é bem inferior aos demais, que possuem uma taxa média de 5 moradores a cada mil.
Em relação aos moradores de apartamentos, a taxa de pessoas residindo em apartamentos no estado é de 107,9 a cada mil. Já na região próxima, essa taxa é de 40,5. Em um comparativo com municípios de dimensões equivalentes, verifica-se que o número médio de habitantes em apartamentos é bem inferior aos demais, que possuem uma taxa média de 14,7 moradores a cada mil.
De acordo com o IBGE, foram identificados 501 domicílios não ocupados na cidade, sendo que 141 são considerados imóveis de uso ocasional e 360 estão vagos. Considerando os domicílios ocupados do município, o percentual de uso ocasional é de 3,9%, um valor considerado , já a taxa de domicílios vagos é de 9,9%, o que também se classifica como um percentual .
Cerca de 13,4% das casas do município não estão ocupadas, a maior parte são consideradas como domicílios vagos, que representam 9,5% das residências totais da cidade. Quanto aos apartamentos, o percentual de imóveis não ocupados é de 16,7%, sendo que 0% são classificados como de uso ocasional e 16,7% estão totalmente vagos.
Edificações e comércio
Pelo mapeamento do IBGE, foram identificados 119 edifícios em construção, este montante é o 50° maior da região intermediária e o 215° do estado. Considerando o tamanho populacional da cidade, há uma taxa de 13,8 edifcíos sendo construídos a cada mil habitantes, neste quesito, a posição da cidade é de 51° no ranking regional e 178° no estadual.
A taxa de estabelecimentos comerciais da cidade é maior que a da região, com um nível de 61,8 comércios para cada mil habitantes, enquanto a taxa regional é de 57,4. Na região, as cidades que têm a atividade comercial mais desenvolvida são Sertanópolis (taxa de 104,7, e Sertaneja (88) e Tomazina (86).
Minha Casa, Minha Vida
O programa do Minha Casa, Minha Vida já entregou 235 moradias em Marilândia do Sul, a maior parte (72,8%) sendo financiada pela CAIXA. Não há registros de unidades habitacionais em construção na cidade.
Com as moradias entregues, o município alcança uma taxa de 26,8 unidades habitacionais para cada mil habitantes, esse valor está acima da média estadual, de 7,5, situando-se como o 58° município do estado com maior taxa de cobertura das moradias do programa.
No que tange ao financiamento, são 24 moradias financiadas na Faixa 1, com um valor médio de compra de R$ 161 mil. Para a Faixa 2, são 36 unidades financiadas, com um valor médio de compra de R$ 132,6 mil. Por fim, a Faixa 3 conta com 9 unidades, ao valor médio de R$ 202,7 mil.
Turismo
De acordo com o Ministério do Turismo, Marilândia do Sul pertence ao Polo Vale Do Ivaí. Este polo turístico envolve 27 cidades, as quais atraem um total de 0,2 milhões de turistas por ano (0,9% internacionais). Entre as 14 regiões turísticos do estado, o Polo Vale Do Ivaí é o que 10° que mais atrai turistas. No cenário nacional, este é o 158° maior destino turístico nacional.
A cidade de Marilândia do Sul foi classificada pelo Ministério do Turismo como uma município do cluster E, que representa as cidades com baixo potencial turístico do país. No ano de 2019, a agência nacional do turismo encontrou 0 empregos no setor, além de 0 empresas.
Perfil da frota
O município de Marilândia do Sul possui uma frota total de 6,7 mil veículos, sendo 4,3 mil (64%) carros, 1,7 mil (26%) motos e 378 (6%) caminhões. A cidade tem a 144º maior taxa de veículos per capita do estado e, em relação aos demais municípios do Brasil, a taxa por habitante mostra que a cidade possui muitos veículos na cidade. Destaca-se que a participação das motos possui a maior representatividade no município, com o 101° maior índice por habitante do estado
Desde o final do ano passado até o mês de dezembro de 2024 houve aumento de 3,3% da frota total do município. Este desempenho esteve abaixo da média das demais cidades do Brasil, enquanto que no estado, foi o 188° maior crescimento.
Deste crescimento do último ano, destaca-se o crescimento das motos, que apresentaram um aumento de 4% na sua frota desde o ano passado, obtendo o 160° melhor desempenho estadual.
Comércio exterior
Durante o ano de 2025, o município de Marilândia do Sul - PR não registrou valores de exportação significativos. Nos últimos anos, houve movimentação de empresas locais exportando produtos para fora do país desde 2004 até o ano de 2023, com uma taxa média de crescimento de 94,6% ao ano.
Em 2025, nenhuma empresa do município importou produtos estrangeiros. A presença de operações de compra internacional por parte de empresas locais foi registrada ao longo do período de 2007 a 2024. Nesse intervalo, o município apresentou uma taxa média de crescimento anual das importações de 96,2%.
Oportunidades de negócio
A participação do comércio, somado aos serviços de alojamento e alimentação, representa 15% do total de trabalhadores e está concentrada no comércio atacadista de grãos e insumos agrícolas e nos supermercados e lojas de variedades, que empregam 84 trabalhadores.
Ao todo, existem 19 modalidades diferentes de comércio na cidade. Com isso, a diversidade do comércio de Marilândia do Sul é considerada média, assim como a dos serviços, que também contempla empresas de alguns setores na cidade, existindo espaço para novos negócios.
Ainda assim, comparando o desempenho da cidade com a média dos municípios com tamanho populacional similar, o nível de diversificação do comércio é superior à média e a dos serviços é semelhante, o que significa maiores oportunidades.
Ainda em comparação com municípios de tamanho similar, o comércio atacadista de grãos e insumos agrícolas se destaca com operações de maior volume de trabalhadores per capita que os demais municípios, o que indica alta concorrência nestes setores. No caso do comércio atacadista de grãos e insumos agrícolas são 43 funcionários para cada 10 mil habitantes na cidade, enquanto a média em outros municípios é de 15, resultando em uma diferença de 28 trabalhadores entre a taxa real e a taxa esperada.
Por outro lado, as atividades dos supermercados e lojas de variedades, as clínicas médicas e os restaurantes e bares demonstram grande potencial para novos investimentos locais. O segmento dos supermercados e lojas de variedades costuma apresentar uma taxa esperada de 448 trabalhadores para cada 10 mil habitantes, enquanto a cidade possui uma taxa de 43, resultando em uma diferença de -405. O mesmo ocorre para o setor das clínicas médicas, que apresenta uma diferença entre a taxa real e esperada de -340 trabalhadores para cada 10 mil habitantes.
Destaca-se que os segmentos das clínicas médicas, os serviços de bufê, os hotéis, o comércio atacadista de mercadorias em geral, o comércio de veículos, o comércio atacadista de químicos, papel e sucatas, as lojas de livros, cds e artigos esportivos e o comércio atacadista de madeira e material de construção representam atividades que costumam ter movimentação de trabalhadores em cidades de tamanho similar, mas que não demonstraram vínculos formais de emprego na cidade.
Menor saturação relativa frente a cidades semelhantes.
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De acordo com o Censo, o bairro mais populoso da cidade é Centro, com 1,9 mil habitantes, o que representa 21,7% da população da cidade, seguido do bairro Jardim Tokio, com 16,4%.
No município de Marilândia do Sul, a média municipal é de estabelecimentos comerciais é de 14,6 a cada 100 domicílios. Os bairros que possuem a maior número de comércios são Centro, com 39,8% do total da cidade, em seguida aparecem os bairros Jardim Tokio (16,3%) e Parque Menegotto (10,3%).
De acordo com o Censo, existem cerca de 119 edificações em construção no município, o que equivale a um índice de 3,3 construções para cada 100 domicílios. Os bairros com maior movimentação imobiliária são Centro, com um percentual de 16,8% do total de edificações em construção municipal , Jardim Tokio (26,9%) e Parque Menegotto (0,8%).
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Empresas em Marilândia do Sul
Até agosto de 2026 houve registro de 4 novas empresas em Marilândia do Sul, sendo que a maioria delas atua com estabelecimento fixo. Neste último mês, não foi identificada nenhuma nova empresa. Este desempenho é menor que o do mês imediatamente anterior (2). No ano de 2025 inteiro, foram registradas 11 empresas.
Na região, somam-se 1,1 mil novas empresas, valor que é superior ao desempenho do ano passado. Destacam-se as cidades de Arapongas, Apucarana, Rolândia, Cornélio Procópio e Ivaiporã, que somaram um total de 550 novas empresas, o que representa 50,4% do total de empresas abertas na região no período.
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