Ipanguaçu — RN
Rio Grande do Norte · Região imediata de Açu
Ipanguaçu - RN é uma pequena cidade que se destaca por apresentar novas oportunidades de negócios e pelo alto crescimento econômico. O baixo potencial de consumo e a baixa regularidade das vendas no ano são fatores de atenção.
- População
- 14,6 mil
- PIB
- R$ 263,8 mi
- PIB per capita
- R$ 18,7 mil
- Empregos formais
- 2 mil
- Remuneração média
- R$ 2,3 mil
Panorama econômico
Ipanguaçu - RN é uma pequena cidade que se destaca por apresentar novas oportunidades de negócios e pelo alto crescimento econômico. O baixo potencial de consumo e a baixa regularidade das vendas no ano são fatores de atenção.
No ano, o município acumula mais admissões que demissões, com um saldo de 259 funcionários. Além disso, houve incremento de 2 novas empresas na cidade durante o ano.
Tamanho e Localização
Considerado um centro local de baixa influência nos municípios vizinhos, o município de Ipanguaçu fica perto da cidade de Açu, Rio Grande do Norte. Dentro de sua área de influência, a cidade atrai maior parte dos visitantes para logística de transportes.
Ipanguaçu é o 4º município mais populoso da pequena região de Açu, com 14,6 mil habitantes. O PIB da cidade é de cerca de R$ 263,8 milhões de reais, sendo que 47% do valor adicionado advém da administração pública, na sequência aparecem as participações da agropecuária (26,4%), dos serviços (22,3%) e da indústria (4,3%).
Com esta estrutura, o PIB per capita de Ipanguaçu é de R$ 18,7 mil, valor inferior à média do estado (R$ 30,8 mil), da grande região de Mossoró (R$ 33,4 mil) e da pequena região de Açu (R$ 45,1 mil).
Demografia
A cidade tem uma estrutura etária jovem, formada por 21,1% de crianças (0 a 14 anos), 17,2% de adolescentes (15 a 24 anos), 22,9% de adultos jovens (25 a 39), 29,5% de adultos maduros (40 a 64) e de 9,2% de pessoas com mais de 65 anos de iade. Isto configura uma razão de dependência de 43,5%, o que indica 4,4 dependentes (crianças e idosos) para cada dez pessoas em idade ativa e que a cidade ainda está em uma situação de bônus demográfico. A razão de dependência potiguar é de 43,6%.
O índice de envelhecimento de Ipanguaçu é de 43,8% (4,4 idosos para cada 10 crianças), valor menor que o do estado (52,9%), sinalizando que o município envelhece mais devagar do que a média potiguar. Comparado aos demais municípios, o índice da cidade é o 135° maior do estado.
Já o nível de juventude é de 32,9%, há 3,3 jovens (15–24) para cada 10 adultos (25–64). Este valor fica acima da média estadual 27,7%), o que sugere uma forte inserção de pessoas ativas economicamente em curto e médio prazo. Já o índice de maturidade é de 1,29 adultos sêniores (40-64) para cada adulto jovem (25-39), este valor é menor que a média estadual, confirmando a concentração em público de menor tíquete (academia, restaurantes, bens duráveis, educação e aluguéis de primeira moradia).
Geração de Empregos
O município possui 2 mil empregos com carteira assinada, trabalhador no cultivo de árvores frutíferas. A remuneração média dos trabalhadores formais do município é de R$ 2,3 mil, valor abaixo da média do estado, de R$ 3,2 mil.
De janeiro a agosto de 2026, foram registradas 857 admissões formais e 598 desligamentos, resultando em um saldo positivo de 259 novos trabalhadores. Este desempenho é inferior ao do ano passado, quando o saldo foi de 660.
Na pequena região de Açu este é o melhor desempenho em termos absolutos. Considerando a geração de vagas pelo tamanho da população, a cidade é a 2º que mais cresce na grande região de Mossoró.
Abertura de Empresas
Até agosto de 2026 houve registro de 2 novas empresas em Ipanguaçu, sendo que a maioria delas atua com estabelecimento fixo. Neste último mês, não foi identificada nenhuma nova empresa. Este desempenho é igual ao do do mês imediatamente anterior (0). No ano de 2025 inteiro, foram registradas 9 empresas.
Na região, somam-se 385 novas empresas, valor que é superior ao desempenho do ano passado. Destacam-se as cidades de Mossoró, Apodi, São Miguel, Caraúbas e Baraúna, que somaram um total de 272 novas empresas, o que representa 70,6% do total de empresas abertas na região no período.
Crescimento da População
Crescimento do PIB
Entre 2006 a 2021, o crescimento do PIB municipal apresentou o 8° melhor desempenho da região imediata. Nos últimos dez anos, o crescimento nominal do nível de atividade da cidade foi de 149,4% e a taxa apresentada dos últimos 5 anos foi de 44,3%.
Renda e Potencial de Consumo
A concentração de renda entre as classes econômicas em Ipanguaçu pode ser considerada alta e é relativamente superior à média estadual. As faixas de menor poder aquisitivo (E e D) participam com 68,2% do total de remunerações da cidade, enquanto que as classes mais altas representam 2,1%. Destaca-se que a composição de renda das classes mais baixas da cidade têm uma concentração 20,6 pontos percentuais maior que a média estadual, já as faixas de alta renda possuem participação 14,8 pontos abaixo da média.
Do total de trabalhadores, as três atividades que mais empregam são: administração pública em geral (612), cultivo de manga (559) e cultivo de banana (394). Entre os setores característicos da cidade, também se destacam as atividades de cultivo de manga e cultivo de banana.
A renda média dos responsáveis pelos domicílios na cidade é de R$ 1.344, entre os bairros de maior poder aquisitivo, destacam-se: Centro, com média de R$ 2.113, seguido dos bairros Veneza (R$ 1.482), Comunidade Olho Dagua (R$ 1.482) e Comunidade Pataxo (R$ 1.465).
Estrutura de saúde
Em 2025, Ipanguaçu registrou uma taxa de 41,2 leitos do SUS para cada cem mil habitantes. Este quantitativo de leitos aumentou nos últimos anos em um ritmo de 4,1 leitos a cada cem mil habitantes por ano. A taxa de atual é a 126° maior do estado. Já os leitos não pertencentes ao SUS formam a taxa de 0 (por 100 mil hab.) e apresentam um crescimento de 0 leitos por cem mil habitantes a cada ano. O município não possui registros de leitos de atendimentos de UTI.
A cidade conta com 1,1 enfermeiros para cada mil habitantes e 0,69 médicos por mil habitantes. A taxa de enfermeiros é bem menor que a usual e aumentou nos últimos dez anos, quando a taxa era de 0,54 por mil habitantes. Já a taxa de médicos é bem inferior à média e cresceu durante os últimos anos. Há dez anos, a taxa era de 0,33 para cada mil habitantes.
Cobertura vacinal
Entre os nove tipos de vacinações analisadas, a cobertura média vacinal do município é de 80,4%, o que representa uma taxa bem abaixo da média dos demais municípios brasileiros. A vacina de maior cobertura local é a Hepatite A, com uma taxa de 91%, por outro lado, a Pentavalente apresenta maiores desafios, com uma cobertura de 70,89552239%.
Atenção básica e pré-natal
Em 2025, no município de Ipanguaçu, o percentual de nascimentos com pré-natal adequado foi de 73,9%, esta é o 107° melhor cenário no estado de Rio Grande do Norte. Não foram registrados nascimentos de crianças com nenhum atendimento de pré-natal, o que ocorreu em apenas 2228 municípios brasileiros e 74 municípios do estado.
A cobertura de atenção básica em Ipanguaçu alcançou a taxa de 100% no ano de 2025. No estado, 163 municípios alcançaram a cobertura total de atenção básica para sua população. A cobertura de atendimento dos agentes comunitários e da estratégia de saúde familiar foi de 100% para ambas as taxas. Além disso, estima-se que o percentual da população coberta por planos e seguros de assistência suplementar à saúde (privados) é de 0%.
Hospitalizações
A taxa de hospitalização do SUS em Ipanguaçu apontam para um nível de internações bem abaixo da média nacional, com 4,69 mil hospitalizações para cada 100 mil habitantes. Além do baixo nível de internações, a evoluação desta taxa na última década apresenta resultados positivos, com uma queda abaixo dos demais municípios. No período de 2015 a 2025, a evolução do número de hospitalizações mostrou um aumento de 33,4 internações (a cada 100 mil hab.) por ano.
Em relação às taxas de hospitalizações sensíveis à atenção primária, que se refere aos casos de doenças que poderiam ser evitados com ações de atenção primária, o município apresenta um nível de internações bem abaixo da média, de 391 a cada cem mil habitantes. O crescimento desta categoria de hospitalizações ao longo da última década está semelhante aos demais municípios, com um aumento anual da taxa equivalente a -8,5 hospitalizações por cem mil hab. a cada ano.
Mortalidade
Com estes índices, o nível de mortalidade do município é o 154° maior do estado, com 516 ocorrências a cada cem mil habitantes. Nos últimos anos, a taxa de mortalidade cresceu em um ritmo de 12,7 óbitos a cada cem mil habitantes ao ano. Soma-se a estes valores o total de 89 mortes (a cada 100 mil habitantes) por causas evitáveis, a 124° maior taxa do estado, que tem apresentado uma redução de -0,5 ocorrências para cada 100 mil hab. ao longo de cada ano.
Nascimentos
Entre 2015 a 2020, Ipanguaçu registrou 1,32 mil nascimentos, cerca de 220,5 novos bebês por ano. Ao longo dos anos, a tendência de crescimento de novos registros foi negativa e esta taxa de natalidade está bem abaixo da média dos demais municípios do Brasil. No período, houve mais nascimentos de meninos, 50,2 a cada 100 bebês.
Segurança pública
Durante o ano de 2024, foram registradas 1 vítimas de homicídio doloso no município. Esta quantidade foi menor que o desempenho de 2023, quando houve 6 vítimas na cidade. Em 2018, o número de casos de homicídio era de 2, representando uma melhora na segurança local.
Considerando o tamanho populacional, a taxa de homicídios por 100 mil habitantes em Ipanguaçu é de 7,1, um valor considerado abaixo da média. Com base neste indicador, o município é o 16° mais seguro da pequena região de Açu.
Desenvolvimento Sustentável (ODS)
Ipanguaçu apresenta uma pontuação geral de 38,7 pontos em 100, classificando-se em 4935 entre os 5.570 municípios brasileiros, o que indica um nível de desenvolvimento sustentável considerado muito baixo. Ao todo, o município possui 7 áreas com nível muito baixo, 3 estão em nível baixo, 2 são consideradas médias, 3 áreas estão com nível alto e no patamar muito alto são 1 áreas.
A avaliação dos ODS revela que os principais pontos críticos da cidade são: ODS15 Proteger a vida terrestre, ODS9 Indústria, inovação e infraestrutura, ODS17 Parcerias para a implementação dos objetivos, ODS5 Igualdade de gênero.
Por outro lado, os índices de maior desenvolvimento da cidade encontram-se nos objetivos: ODS11 Cidades e comunidades sustentáveis, ODS7 Energias renováveis e acessíveis, ODS13 Ação climática, ODS3 Saúde de qualidade.
Mercado de trabalho
O município possui 2 mil empregos com carteira assinada, trabalhador no cultivo de árvores frutíferas. A remuneração média dos trabalhadores formais do município é de R$ 2,3 mil, valor abaixo da média do estado, de R$ 3,2 mil.
De janeiro a agosto de 2026, foram registradas 857 admissões formais e 598 desligamentos, resultando em um saldo positivo de 259 novos trabalhadores. Este desempenho é inferior ao do ano passado, quando o saldo foi de 660.
Na pequena região de Açu este é o melhor desempenho em termos absolutos. Considerando a geração de vagas pelo tamanho da população, a cidade é a 2º que mais cresce na grande região de Mossoró.
Pelas nossas projeções, o período acumulado até agosto de 2027 deve apresentar 1279 novas contratações e cerca de 1094 desligamentos, o que deve resultar em um saldo de 185 novos postos de trabalho na cidade. Apesar da projeção positiva, o histórico da movimentação de empregos na cidade dos últimos anos mostra um desempenho abaixo da média, com poucas perspectivas de crescimento dos empregos nos últimos meses.
Entre as 5 atividades econômicas que tiveram movimentações de admissões ou desligamentos no último ano, apenas uma apresentou saldo de empregos negativo, destacando-se os segmentos de Farmácias, óticas e perfumarias (com saldos de -3 empregos, respectivamente). Por outro lado, 4 setores tiveram mais admissões que desligamentos, resultando em saldos positivos, como é o caso das atividades de Fab. de conservas de frutas, legumes e vegetais, Padarias, açougues e fruteiras, Florestas plantadas (com saldos de 3, 3, 2 empregos).
Abertura de empresas
Até agosto de 2026 houve registro de 2 novas empresas em Ipanguaçu, sendo que a maioria delas atua com estabelecimento fixo. Neste último mês, não foi identificada nenhuma nova empresa. Este desempenho é igual ao do do mês imediatamente anterior (0). No ano de 2025 inteiro, foram registradas 9 empresas.
Na região, somam-se 385 novas empresas, valor que é superior ao desempenho do ano passado. Destacam-se as cidades de Mossoró, Apodi, São Miguel, Caraúbas e Baraúna, que somaram um total de 272 novas empresas, o que representa 70,6% do total de empresas abertas na região no período.
Microempreendedores (MEI)
Até o dia 6 de dezembro de 2025, o município possuía um total de 322 microempreendedores individuais. Considerando o tamanho populacional da cidade, há uma taxa de 22,1 MEIs para cada mil habitantes, este indicador está bem abaixo da média dos demais municípios e é a 15° maior taxa da região imediata.
Durante o ano de 2023, o crescimento de MEIs tem sido abaixo da média brasileira, com um aumento de 3,5%, este desempenho é o 103° melhor do estado. No último mês, houve acréscimo de 1 registros do total de microempreendedores individuais.
Frota de veículos
O município de Ipanguaçu possui uma frota total de 4,9 mil veículos, sendo 2 mil (41%) carros, 2,5 mil (52%) motos e 135 (3%) caminhões. A cidade tem a 86º maior taxa de veículos per capita do estado e, em relação aos demais municípios do Brasil, a taxa por habitante mostra que a cidade possui poucos veículos na cidade. Destaca-se que a participação dos caminhões tem a maior representatividade no município, com o 71° maior índice por habitante do estado
Desde o final do ano passado até o mês de dezembro de 2024 houve aumento de 4,8% da frota total do município. Este desempenho esteve próximo à média das demais cidades do Brasil, enquanto que no estado, foi o 114° maior crescimento.
Deste crescimento do último ano, destaca-se o crescimento das motos, que apresentaram um aumento de 5,2% na sua frota desde o ano passado, obtendo o 89° melhor desempenho estadual.
Transações via PIX
No acumulado do mês de setembro de 2026, o valor pago por pessoas físicas em transações financeiras via PIX somou um total de R$ 54,6 milhões de reais. Já o total recebido por conta jurídicas no mês foi de R$ 8,9 milhões de reais.
O valor das transações de setembro representa uma queda de -8,7% frente ao mês anterior. Nos últimos 12 meses, a variação do valor pago em transações pix foi de 12,4%, comparando com os demais municípios, este é o 7° melhor desempenho da pequena região de Açu. Seguindo este ritmo, as nossas projeções indicam que o mês de outubro deve apresentar um crescimento de 8,8% no valor total de pagamentos PIX.
A quantidade média de transações PIX realizadas no município é de 32 por habitante no mês, este índice de adesão é considerado alto, o que indica uma atividade econômica elevada. O ticket médio das transações realizadas é considerado muito baixo, demonstrando um pequeno poder de compra da população.
A partir das movimentações dos valores de PIX, é possível constatar que o município possui uma sazonalidade muito abaixo da média dos demais municípios. Dezembro é o mês de maior movimentação, com um nível de transação financeira 16,9% superior aos demais meses. Por outro lado, fevereiro é o mês de menor atividade financeira.
Cadastro Único e pobreza
Em junho de 2026, os registros de cadastro único do município somam 4 mil famílias e 4,9 mil pessoas em situação de pobreza, o que representa 33,8% do total de habitantes, já na condição de extrema pobreza são 2,8 mil pessoas (19,6% da população).
A participação do número de pessoas em extrema pobreza é considerada alta, sendo a cidade com a 2° cidade com maior percentual dentro da pequena região de Açu.
No último ano, o total de famílias registradas no Cadastro Único cresceu 67,7%, enquanto que o total de famílias em extrema pobreza aumentou 65,3%, uma variação abaixo da média nacional.
Imposto de Renda
Em 2023, o número de declarantes do imposto de renda em cidade foi de 782 pessoas. O total de declarantes reduziu em -1,8% desde o último ano, o que representa um desempenho bem abaixo da média.
Considerando o tamanho populacional, o número de declarantes representa 5,4% do total de habitantes, este percentual é considerado bem abaixo da média quando comparado com a média dos demais municípios.
A soma dos gastos com despesas médicas declaradas no imposto de renda foi de R$ 1,2 milhão de reais, o que representa uma média de R$ 1,5 mil por declarante. Os gastos com instrução somam 767,4 mil reais e representam um total de R$ 1 mil por declarante.
Área urbana e loteamentos
O município de Ipanguaçu possui uma área total mapeada pelo IBGE de 5 km². Deste total, 5 km² são considerados urbanizadas, sendo que 80% são áreas urbanas densas e 20,2% são áreas pouco densas (com edificações espaçadas, com arruamento pouco definido e geralmente em processo de ocupação).
A densidade populacional no espaço urbano da cidade é de aproximadamente 2,8 mil habitantes por km², o que representa a 11° maior densidade na região e a 140° no estado.
O total de área considerada como loteamentos vazios na cidade é de 0 km², esta é a 24° maior área de loteamentos da região e a 73° no estado. Considerando o total de área urbanizada, o potencial relativo de expansão da cidade é a 24° maior percentual de área de loteamentos da região e a 73° maior do estado, indicando sua capacidade de expansão urbana.
Domicílios
Em Ipanguaçu existem cerca de 4,5 mil domicílios, o que equivale a uma média de 3,44 pessoas por domicílio. Na região próxima, a média de habitantes por residência é de 3,46 e no estado, a média é 3,33.
No município, existem 4,5 mil domicílios ocupados para uma população de 14,1 mil pessoas, deste total 99,7% moram em casas, a taxa de residentes em condomínios é de 2,13 a cada mil moradores e a taxa para residentes em apartamentos é de 0,71 a cada mil.
A média de moradores por domicílio em Ipanguaçu é de 3,2 pessoas. Para moradores de casasa de condomínios, a média de moradores é de 2,5 e para apartamentos, a média é de 2 pessoas por domicílio.
A taxa de moradores em condomínios no estado é de 33,6 a cada mil pessoas e de 5,9 na região imediata. Comparando o desempenho local com cidades de mesmo tamanho, a taxa de moradores em condomínios é bem inferior aos demais, que possuem uma taxa média de 5 moradores a cada mil.
Em relação aos moradores de apartamentos, a taxa de pessoas residindo em apartamentos no estado é de 77,1 a cada mil. Já na região próxima, essa taxa é de 4,8. Em um comparativo com municípios de dimensões equivalentes, verifica-se que o número médio de habitantes em apartamentos é bem inferior aos demais, que possuem uma taxa média de 14,7 moradores a cada mil.
De acordo com o IBGE, foram identificados 1,1 mil domicílios não ocupados na cidade, sendo que 364 são considerados imóveis de uso ocasional e 743 estão vagos. Considerando os domicílios ocupados do município, o percentual de uso ocasional é de 6,5%, um valor considerado , já a taxa de domicílios vagos é de 13,3%, o que também se classifica como um percentual .
Cerca de 19,2% das casas do município não estão ocupadas, a maior parte são consideradas como domicílios vagos, que representam 12,7% das residências totais da cidade. Quanto aos apartamentos, o percentual de imóveis não ocupados é de 37,5%, sendo que 37,5% são classificados como de uso ocasional e 0% estão totalmente vagos.
Edificações e comércio
Pelo mapeamento do IBGE, foram identificados 275 edifícios em construção, este montante é o 16° maior da região intermediária e o 47° do estado. Considerando o tamanho populacional da cidade, há uma taxa de 19,5 edifcíos sendo construídos a cada mil habitantes, neste quesito, a posição da cidade é de 26° no ranking regional e 82° no estadual.
A taxa de estabelecimentos comerciais da cidade é maior que a da região, com um nível de 47,1 comércios para cada mil habitantes, enquanto a taxa regional é de 76,2. Na região, as cidades que têm a atividade comercial mais desenvolvida são Severiano Melo (taxa de 157,5, e Francisco Dantas (140,4) e Rodolfo Fernandes (132,7).
Minha Casa, Minha Vida
O programa do Minha Casa, Minha Vida já entregou 40 moradias em Ipanguaçu, todas elas financiadas pela CHB. Não há registros de unidades habitacionais em construção na cidade.
Com as moradias entregues, o município alcança uma taxa de 2,7 unidades habitacionais para cada mil habitantes, esse valor está abaixo da média estadual, de 8,9, situando-se como o 129° município do estado com maior taxa de cobertura das moradias do programa.
No que tange ao financiamento, são 96 moradias financiadas na Faixa 1, com um valor médio de compra de R$ 53,5 mil. Para a Faixa 2, são 17 unidades financiadas, com um valor médio de compra de R$ 72,9 mil. Por fim, a Faixa 3 conta com unidades, ao valor médio de R$ 0 mil.
Turismo
De acordo com o Ministério do Turismo, Ipanguaçu pertence ao Polo Costa Branca. Este polo turístico envolve 40 cidades, as quais atraem um total de 0,5 milhões de turistas por ano (0,8% internacionais). Entre as 5 regiões turísticos do estado, o Polo Costa Branca é o que 2° que mais atrai turistas. No cenário nacional, este é o 74° maior destino turístico nacional.
A cidade de Ipanguaçu foi classificada pelo Ministério do Turismo como uma município do cluster D, que representa as cidades com baixo potencial turístico do país. No ano de 2019, a agência nacional do turismo encontrou 0 empregos no setor, além de 0 empresas. As atrações turísticas da cidade ano ano foram capazes de atrair 2,1 mil turistas nacionais, o que representa 0,4% do total de turistas do polo turístico.
Perfil da frota
O município de Ipanguaçu possui uma frota total de 4,9 mil veículos, sendo 2 mil (41%) carros, 2,5 mil (52%) motos e 135 (3%) caminhões. A cidade tem a 86º maior taxa de veículos per capita do estado e, em relação aos demais municípios do Brasil, a taxa por habitante mostra que a cidade possui poucos veículos na cidade. Destaca-se que a participação dos caminhões tem a maior representatividade no município, com o 71° maior índice por habitante do estado
Desde o final do ano passado até o mês de dezembro de 2024 houve aumento de 4,8% da frota total do município. Este desempenho esteve próximo à média das demais cidades do Brasil, enquanto que no estado, foi o 114° maior crescimento.
Deste crescimento do último ano, destaca-se o crescimento das motos, que apresentaram um aumento de 5,2% na sua frota desde o ano passado, obtendo o 89° melhor desempenho estadual.
Comércio exterior
Durante o ano de 2025, o município de Ipanguaçu - RN registrou um valor exportado de USD 7,7 milhões. Nos últimos anos, houve movimentação de empresas locais exportando produtos para fora do país desde 1999 até o ano de 2025, com uma taxa média de crescimento de 98,1% ao ano.
Em 2025, as importações realizadas pelo município de somaram USD 674,3 mil. A presença de operações de compra internacional por parte de empresas locais foi registrada ao longo do período de 1998 a 2025. Nesse intervalo, o município apresentou uma taxa média de crescimento anual das importações de 94,3%.
No último ano, as exportações do município estiveram concentradas na venda de Tâmaras, Bananas frescas ou secas. Estes produtos representaram a totalidade das exportações municipais.
As importações de 2025 do município estiveram concentradas na aquisição de Caixas, Cordéis, Outras obras de plástico e obras de outras matérias das posições 3901 a 3914, Aparelhos mecânicos (mesmo manuais) para projectar, Outras chapas entre outros. Estes produtos representaram 92,2% do total importado pelo município.
Os principais destinos das exportações do município incluíram países como Países Baixos (Holanda), Espanha, Estados Unidos, Portugal, Canadá, que absorveram maior parte dos produtos enviados para o exterior. Estes mercados representaram 90,1% das exportações municipais.
As importações registradas em 2025 tiveram como principais origens países como Costa Rica, Espanha, Índia, Estados Unidos, Colômbia, responsáveis pelo fornecimento de grande parte dos produtos adquiridos no exterior. Estas fontes de produtos representaram 99,2% das importações municipais.
Oportunidades de negócio
A participação do comércio, somado aos serviços de alojamento e alimentação, representa 2% do total de trabalhadores e está concentrada nas padarias, açougues e fruteiras e nas lojas de informática, que empregam 25 trabalhadores.
Ao todo, existem 16 modalidades diferentes de comércio na cidade. Com isso, a diversidade do comércio de Ipanguaçu é considerada baixa, assim como a dos serviços, que também carece de maior desenvolvimento e abre oportunidades para novos negócios.
Comparando o desempenho da cidade com a média dos municípios com tamanho populacional similar, tanto o comércio quanto os serviços apresentam menor grau de desenvolvimento comercial.
Ainda em comparação com municípios de tamanho similar, não foram encontrados setores de alta concorrência na cidade.
Por outro lado, as atividades dos supermercados e lojas de variedades, as clínicas médicas e os restaurantes e bares demonstram grande potencial para novos investimentos locais. O segmento dos supermercados e lojas de variedades costuma apresentar uma taxa esperada de 190 trabalhadores para cada 10 mil habitantes, enquanto a cidade possui uma taxa de 0, resultando em uma diferença de -190. O mesmo ocorre para o setor das clínicas médicas, que apresenta uma diferença entre a taxa real e esperada de -120 trabalhadores para cada 10 mil habitantes.
Destaca-se que os segmentos das clínicas médicas, as lojas de materiais de construção, o comércio atacadista de alimentos e bebidas, o comércio de peças de veículos, o comércio atacadista de roupas e cosméticos, os hotéis, os serviços de bufê e o comércio atacadista de químicos, papel e sucatas representam atividades que costumam ter movimentação de trabalhadores em cidades de tamanho similar, mas que não demonstraram vínculos formais de emprego na cidade.
Menor saturação relativa frente a cidades semelhantes.
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De acordo com o Censo, o bairro mais populoso da cidade é Veneza, com 1,5 mil habitantes, o que representa 10,9% da população da cidade, seguido do bairro Maria Romana, com 8,5%.
No município de Ipanguaçu, a média municipal é de estabelecimentos comerciais é de 12,1 a cada 100 domicílios. Os bairros que possuem a maior número de comércios são Maria Romana, com 18,2% do total da cidade, em seguida aparecem os bairros Veneza (15,1%) e Centro (13,7%).
De acordo com o Censo, existem cerca de 259 edificações em construção no município, o que equivale a um índice de 5,2 construções para cada 100 domicílios. Os bairros com maior movimentação imobiliária são Maria Romana, com um percentual de 5,4% do total de edificações em construção municipal , Veneza (8,1%) e Centro (5,8%).
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Empresas em Ipanguaçu
Até agosto de 2026 houve registro de 2 novas empresas em Ipanguaçu, sendo que a maioria delas atua com estabelecimento fixo. Neste último mês, não foi identificada nenhuma nova empresa. Este desempenho é igual ao do do mês imediatamente anterior (0). No ano de 2025 inteiro, foram registradas 9 empresas.
Na região, somam-se 385 novas empresas, valor que é superior ao desempenho do ano passado. Destacam-se as cidades de Mossoró, Apodi, São Miguel, Caraúbas e Baraúna, que somaram um total de 272 novas empresas, o que representa 70,6% do total de empresas abertas na região no período.
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