Economia de Rio Grande do Sul.
O desempenho de Rio Grande do Sul, no mesmo recorte mensal da página nacional — Banco Central, IBGE, Caged/MTE e Ministério da Economia.
O ritmo da economia.
O índice do Rio Grande do Sul tem apresentado crescimento de 3,84% no ano, isto lhe confere a 4º posição no ranking anual (entre os 13 estados avaliados). A variação no mês desfavoreceu este desempenho ao apresentar baixa de -0,12%. O volume de atividade para julho de 2026 é 1% abaixo do que foi alcançado em fevereiro de 2026. Considerando apenas os meses de julho, este é o maior valor encontrado nos últimos meses.
O Banco Central publica o índice regional em série própria, que ainda não entra neste gráfico. Os números ao lado e o ranking entre os estados vêm do mesmo acompanhamento mensal do índice.
Saldo de empregos formais.
Até agosto de 2026, a economia gaúcha somou um total de 38,1 mil postos de trabalho. Isto posiciona o estado no 23° do ranking de melhor desempenho no cenário nacional. Considerando o mesmo período do ano passado, o desempenho no número de empregos formais foi de -49%, ou de -36,5 mil vagas de trabalho. No último mês, o saldo de empregos gaúcho foi de -1,6 mil trabalhadores.
Abertura de novas empresas.
Economia gaúcha conta com 31,21 mil novas empresas no ano. No ano passado, de janeiro a setembro, o número de novas empresas foi de 55,83 mil, o que representa um queda de -44,1%. O desempenho estadual é o 22° do ranking nacional.Do total de novas empresas neste ano, 31% tem sua atuação voltada para a internet, esta taxa de atuação por internet estadual é a 5° maior do Brasil.
A produção da indústria.
A indústria gaúcha está em movimento de forte alta nos últimos três meses, este movimento segue a trajetória de ascensão dos últimos anos. Até julho deste ano, o crescimento é de 3,69%, este é o 2º melhor resultado do ranking anual (entre os 13 estados avaliados). A variação no mês favoreceu este desempenho ao apresentar aumento de 7,48%.
Os destaques setoriais no ano são as atividades de: Produtos de Metal (20,7%) e Bebidas (11,12%), enquanto os melhores desempenhos no mês ficaram com os setores máquinas e equipamentos e couro.
O comércio varejista.
Comércio Varejista gaúcha cresceu 1,04% até o mês de julho, é o 19º melhor desempenho entre os estados avaliados pela pesquisa. No último mês, houve crescimento de 1,35%. A evolução da receita de vendas do setor do Comércio Varejista gaúcha alcançou seu maior volume histórico em dezembro de 2025 com um desempenho 18,6% acima do valor do índice atual. Comparando apenas os meses de julho, o maior registro foi alcançado no ano de 2024.
Os destaques setoriais no ano são as atividades de: Livros e papelaria (11,55%) e Artigos de uso pessoal e doméstico (7,96%), enquanto os melhores desempenhos no mês ficaram com os setores combustíveis e supermercados.
O setor de serviços.
Setor gaúcho de serviços tem apresentado expansão e se contrapõe ao comportamento de queda do último ano. A pesquisa mensal de serviços gaúcha aponta queda de -0,15% no acumulado até julho deste ano, este é o 7º melhor resultado do ranking anual (entre os 12 estados avaliados). A variação no mês ajudou neste desempenho ao apresentar aumento de 3,92%. O volume de atividades em julho de 2026 é 14,7% abaixo do recorde histórico, que foi alcançado em dezembro de 2022. Considerando apenas os meses de julho, o maior valor histórico ocorreu em 2023, com um desempenho 12,39% superior ao atual.
Os destaque setoriais no ano são as atividades de: Serviços Profissionais (4,72%) e Informação e comunicaçao (3,35%), enquanto os melhores desempenhos no mês ficaram com os setores serviços às famílias e serviços profissionais.