São Sebastião do Caí — RS
Rio Grande do Sul · Região imediata de Novo Hamburgo - São Leopoldo
São Sebastião do Caí - RS é uma pequena cidade que se destaca pela alta regularidade das vendas no ano e pelo elevado potencial de consumo. O desempenho econômico e o pequeno número de novas oportunidades claras de negócios são fatores de atenção.
- População
- 24,9 mil
- PIB
- R$ 1,1 bi
- PIB per capita
- R$ 46 mil
- Empregos formais
- 7,5 mil
- Remuneração média
- R$ 3,1 mil
Panorama econômico
São Sebastião do Caí - RS é uma pequena cidade que se destaca pela alta regularidade das vendas no ano e pelo elevado potencial de consumo. O desempenho econômico e o pequeno número de novas oportunidades claras de negócios são fatores de atenção.
No ano, o município acumula mais admissões que demissões, com um saldo de 32 funcionários. Além disso, houve incremento de 21 novas empresas na cidade durante o ano.
Tamanho e Localização
Considerado um centro de alta influência nos municípios vizinhos, o município de São Sebastião do Caí fica perto da cidade de Novo Hamburgo - São Leopoldo, Rio Grande do Sul. Dentro de sua área de influência, a cidade atrai maior parte dos visitantes para logística de transportes.
São Sebastião do Caí é o 8º município mais populoso da pequena região de Novo Hamburgo - São Leopoldo, com 24,9 mil habitantes. O PIB da cidade é de cerca de R$ 1,1 bilhão de reais, sendo que 50,1% do valor adicionado advém dos serviços, na sequência aparecem as participações da indústria (26,7%), da administração pública (19,1%) e da agropecuária (4,1%).
Com esta estrutura, o PIB per capita de São Sebastião do Caí é de R$ 46 mil, valor inferior à média do estado (R$ 59,7 mil), da grande região de Porto Alegre (R$ 61,4 mil) e da pequena região de Novo Hamburgo - São Leopoldo (R$ 56,7 mil).
Demografia
A cidade tem uma estrutura etária jovem, formada por 18,3% de crianças (0 a 14 anos), 12,7% de adolescentes (15 a 24 anos), 21,9% de adultos jovens (25 a 39), 34,1% de adultos maduros (40 a 64) e de 13% de pessoas com mais de 65 anos de iade. Isto configura uma razão de dependência de 45,6%, o que indica 4,6 dependentes (crianças e idosos) para cada dez pessoas em idade ativa e que a cidade ainda está em uma situação de bônus demográfico. A razão de dependência gaúcha é de 46,1%.
O índice de envelhecimento de São Sebastião do Caí é de 70,9% (7,1 idosos para cada 10 crianças), valor menor que o do estado (79,3%), sinalizando que o município envelhece mais devagar do que a média gaúcha. Comparado aos demais municípios, o índice da cidade é o 420° maior do estado.
Já o nível de juventude é de 22,7%, há 2,3 jovens (15–24) para cada 10 adultos (25–64). Este valor fica abaixo da média estadual 23,7%), o que sugere uma menor reposição de pessoas ativas economicamente em curto e médio prazo. Já o índice de maturidade é de 1,56 adultos sêniores (40-64) para cada adulto jovem (25-39), este valor é maior que a média estadual, confirmando concentração em um público favorável a produtos de maior tíquete (finanças, seguros, reformas, saúde preventiva, turismo familiar e mercado imobiliário).
Geração de Empregos
O município possui 7,5 mil empregos com carteira assinada, desossador. A remuneração média dos trabalhadores formais do município é de R$ 3,1 mil, valor abaixo da média do estado, de R$ 3,9 mil.
De janeiro a agosto de 2026, foram registradas 2,5 mil admissões formais e 2,5 mil desligamentos, resultando em um saldo positivo de 32 novos trabalhadores. Este desempenho é inferior ao do ano passado, quando o saldo foi de 203.
Na pequena região de Novo Hamburgo - São Leopoldo este é o 11º melhor desempenho em termos absolutos. Considerando a geração de vagas pelo tamanho da população, a cidade é a 15º que mais cresce na pequena região de Novo Hamburgo - São Leopoldo.
Abertura de Empresas
Até agosto de 2026 houve registro de 21 novas empresas em São Sebastião do Caí, sendo que 2 atuam pela internet. Neste último mês, uma nova empresa se instalou na cidade. Este desempenho é menor que o do mês imediatamente anterior (5). No ano de 2025 inteiro, foram registradas 109 empresas.
Na região, somam-se 4,5 mil novas empresas, valor que é superior ao desempenho do ano passado. Destacam-se as cidades de Canoas, Gravataí, São Leopoldo, Cachoeirinha e Camaquã, que somaram um total de 1,9 mil novas empresas, o que representa 42,1% do total de empresas abertas na região no período.
Crescimento da População
Crescimento do PIB
Entre 2006 a 2021, o crescimento do PIB municipal apresentou o 10° melhor desempenho da região imediata. Nos últimos dez anos, o crescimento nominal do nível de atividade da cidade foi de 130,8% e a taxa apresentada dos últimos 5 anos foi de 55,7%.
Renda e Potencial de Consumo
A concentração de renda entre as classes econômicas em São Sebastião do Caí pode ser considerada muito baixa e é relativamente inferior à média estadual. As faixas de menor poder aquisitivo (E e D) participam com 67,6% do total de remunerações da cidade, enquanto que as classes mais altas representam 3,6%. Destaca-se que a composição de renda das classes mais baixas da cidade têm uma concentração 21,5 pontos percentuais maior que a média estadual, já as faixas de alta renda possuem participação 13,6 pontos abaixo da média.
Do total de trabalhadores, as três atividades que mais empregam são: abate de aves (1261), fabricação de produtos de carne (953) e administração pública em geral (784). Entre os setores característicos da cidade, também se destacam as atividades de fabricação de produtos de carne e fabricação de produtos derivados do petróleo.
A renda média dos responsáveis pelos domicílios na cidade é de R$ 2.720, entre os bairros de maior poder aquisitivo, destacam-se: Centro, com média de R$ 4.308, seguido dos bairros Vila Rica (R$ 3.820), Pareci Velho (R$ 3.820) e Vila Progresso (R$ 3.457).
Estrutura de saúde
Em 2025, São Sebastião do Caí registrou uma taxa de 132,5 leitos do SUS para cada cem mil habitantes. Este quantitativo de leitos aumentou nos últimos anos em um ritmo de 3,5 leitos a cada cem mil habitantes por ano. A taxa de atual é a 211° maior do estado. Já os leitos não pertencentes ao SUS formam a taxa de 20,1 (por 100 mil hab.) e apresentam uma redução de -3,2 leitos por cem mil habitantes a cada ano. O município não possui registros de leitos de atendimentos de UTI.
A cidade conta com 1,29 enfermeiros para cada mil habitantes e 3,45 médicos por mil habitantes. A taxa de enfermeiros é menor que a usual e aumentou nos últimos dez anos, quando a taxa era de 0,6 por mil habitantes. Já a taxa de médicos é semelhante aos demais municípios e cresceu durante os últimos anos. Há dez anos, a taxa era de 1,21 para cada mil habitantes.
Cobertura vacinal
Entre os nove tipos de vacinações analisadas, a cobertura média vacinal do município é de 89,9%, o que representa uma taxa abaixo da média dos demais municípios brasileiros. A vacina de maior cobertura local é a Hepatite B, com uma taxa de 98,4%, por outro lado, a Hepatite A apresenta maiores desafios, com uma cobertura de 84,43579767%.
Atenção básica e pré-natal
Em 2025, no município de São Sebastião do Caí, o percentual de nascimentos com pré-natal adequado foi de 76,3%, esta é o 340° melhor cenário no estado de Rio Grande do Sul. Não foram registrados nascimentos de crianças com nenhum atendimento de pré-natal, o que ocorreu em apenas 2228 municípios brasileiros e 302 municípios do estado.
A cobertura de atenção básica em São Sebastião do Caí alcançou a taxa de 95% no ano de 2025. No estado, 408 municípios alcançaram a cobertura total de atenção básica para sua população. A cobertura de atendimento dos agentes comunitários e da estratégia de saúde familiar foi de 42% e 83%, respectivamente. Além disso, estima-se que o percentual da população coberta por planos e seguros de assistência suplementar à saúde (privados) é de 0%.
Hospitalizações
A taxa de hospitalização do SUS em São Sebastião do Caí apontam para um nível de internações abaixo da média nacional, com 6,06 mil hospitalizações para cada 100 mil habitantes. Além do baixo nível de internações, a evoluação desta taxa na última década apresenta resultados positivos, com uma queda abaixo dos demais municípios. No período de 2015 a 2025, a evolução do número de hospitalizações mostrou um aumento de 88,4 internações (a cada 100 mil hab.) por ano.
Em relação às taxas de hospitalizações sensíveis à atenção primária, que se refere aos casos de doenças que poderiam ser evitados com ações de atenção primária, o município apresenta um nível de internações próxima à média, de 1,2 mil a cada cem mil habitantes. O crescimento desta categoria de hospitalizações ao longo da última década está semelhante aos demais municípios, com um aumento anual da taxa equivalente a -5,3 hospitalizações por cem mil hab. a cada ano.
Mortalidade
Com estes índices, o nível de mortalidade do município é o 253° maior do estado, com 920 ocorrências a cada cem mil habitantes. Nos últimos anos, a taxa de mortalidade cresceu em um ritmo de 20 óbitos a cada cem mil habitantes ao ano. Soma-se a estes valores o total de 125 mortes (a cada 100 mil habitantes) por causas evitáveis, a 235° maior taxa do estado, que tem apresentado uma redução de -1,4 ocorrências para cada 100 mil hab. ao longo de cada ano.
Nascimentos
Entre 2015 a 2020, São Sebastião do Caí registrou 1,92 mil nascimentos, cerca de 319,17 novos bebês por ano. Ao longo dos anos, a tendência de crescimento de novos registros foi negativa e esta taxa de natalidade está bem abaixo da média dos demais municípios do Brasil. No período, houve mais nascimentos de meninos, 51,1 a cada 100 bebês.
Segurança pública
Durante o ano de 2024, foram registradas 2 vítimas de homicídio doloso no município. Esta quantidade foi igual ao desempenho de 2023, quando houve 2 vítimas na cidade. Em 2018, o número de casos de homicídio era de 0, representando uma piora na
Considerando o tamanho populacional, a taxa de homicídios por 100 mil habitantes em São Sebastião do Caí é de 8,2, um valor considerado abaixo da média. Com base neste indicador, o município é o 9° mais seguro da pequena região de Novo Hamburgo - São Leopoldo.
Desenvolvimento Sustentável (ODS)
São Sebastião do Caí apresenta uma pontuação geral de 47,3 pontos em 100, classificando-se em 2566 entre os 5.570 municípios brasileiros, o que indica um nível de desenvolvimento sustentável considerado baixo. Ao todo, o município possui 5 áreas com nível muito baixo, 2 estão em nível baixo, 5 são consideradas médias, 4 áreas estão com nível alto e no patamar muito alto ainda não existem indicadores.
A avaliação dos ODS revela que os principais pontos críticos da cidade são: ODS9 Indústria, inovação e infraestrutura, ODS15 Proteger a vida terrestre, ODS16 Paz, justiça e instituições eficazes, ODS5 Igualdade de gênero.
Por outro lado, os índices de maior desenvolvimento da cidade encontram-se nos objetivos: ODS7 Energias renováveis e acessíveis, ODS11 Cidades e comunidades sustentáveis, ODS12 Produção e consumo sustentáveis, ODS3 Saúde de qualidade.
Mercado de trabalho
O município possui 7,5 mil empregos com carteira assinada, desossador. A remuneração média dos trabalhadores formais do município é de R$ 3,1 mil, valor abaixo da média do estado, de R$ 3,9 mil.
De janeiro a agosto de 2026, foram registradas 2,5 mil admissões formais e 2,5 mil desligamentos, resultando em um saldo positivo de 32 novos trabalhadores. Este desempenho é inferior ao do ano passado, quando o saldo foi de 203.
Na pequena região de Novo Hamburgo - São Leopoldo este é o 11º melhor desempenho em termos absolutos. Considerando a geração de vagas pelo tamanho da população, a cidade é a 15º que mais cresce na pequena região de Novo Hamburgo - São Leopoldo.
Pelas nossas projeções, o período acumulado até agosto de 2027 deve apresentar 3617 novas contratações e cerca de 3554 desligamentos, o que deve resultar em um saldo de 63 novos postos de trabalho na cidade. Apesar da projeção positiva, o histórico da movimentação de empregos na cidade dos últimos anos mostra um desempenho abaixo da média, com poucas perspectivas de crescimento dos empregos nos últimos meses.
Entre as 11 atividades econômicas que tiveram movimentações de admissões ou desligamentos no último ano, 6 apresentaram saldo de empregos negativo, destacando-se os segmentos de Lavouras temporárias, Artigos de cutelaria, Outras obras de infraestrutura (com saldos de -1, -1, -1 empregos, respectivamente). Por outro lado, 5 setores tiveram mais admissões que desligamentos, resultando em saldos positivos, como é o caso das atividades de Supermercados e lojas de variedades, Pecuária, Produtos cerâmicos (com saldos de 4, 1, 1 empregos).
Abertura de empresas
Até agosto de 2026 houve registro de 21 novas empresas em São Sebastião do Caí, sendo que 2 atuam pela internet. Neste último mês, uma nova empresa se instalou na cidade. Este desempenho é menor que o do mês imediatamente anterior (5). No ano de 2025 inteiro, foram registradas 109 empresas.
Na região, somam-se 4,5 mil novas empresas, valor que é superior ao desempenho do ano passado. Destacam-se as cidades de Canoas, Gravataí, São Leopoldo, Cachoeirinha e Camaquã, que somaram um total de 1,9 mil novas empresas, o que representa 42,1% do total de empresas abertas na região no período.
Microempreendedores (MEI)
Até o dia 6 de dezembro de 2025, o município possuía um total de 2,29 mil microempreendedores individuais. Considerando o tamanho populacional da cidade, há uma taxa de 91,8 MEIs para cada mil habitantes, este indicador está bem acima da média dos demais municípios e é a 11° maior taxa da região imediata.
Durante o ano de 2023, o crescimento de MEIs tem sido abaixo da média brasileira, com um aumento de 4,1%, este desempenho é o 350° melhor do estado. No último mês, houve acréscimo de 9 registros do total de microempreendedores individuais.
Frota de veículos
O município de São Sebastião do Caí possui uma frota total de 18,9 mil veículos, sendo 13,7 mil (73%) carros, 2,5 mil (13%) motos e 1,1 mil (6%) caminhões. A cidade tem a 307º maior taxa de veículos per capita do estado e, em relação aos demais municípios do Brasil, a taxa por habitante mostra que a cidade possui muitos veículos na cidade. Destaca-se que a participação dos carros tem a maior representatividade no município, com o 238° maior índice por habitante do estado
Desde o final do ano passado até o mês de dezembro de 2024 houve aumento de 5,1% da frota total do município. Este desempenho esteve próximo à média das demais cidades do Brasil, enquanto que no estado, foi o 22° maior crescimento.
Deste crescimento do último ano, destaca-se o crescimento das motos, que apresentaram um aumento de 4,7% na sua frota desde o ano passado, obtendo o 43° melhor desempenho estadual.
Movimentação bancária
No acumulado do ano de 2026, até o mês de março, as estatísticas bancárias municipais de São Sebastião do Caí apresentam um movimento de crescimento dos seus valores de poupança, na ordem de 27,8%. No mesmo período, as operações de crédito tiveram alta de 39,6% e os financiamentos imobiliários também apresentaram crescimento, com aumento de 7,5%.
Considerando a evolução dos demais municípios, o movimento de ascendência da poupança está acima da média, o que pode indicar um aumento do poder de compra dos moradores. Nas operações de crédito, o ritmo é considerado alto, sinalizando uma possível alta dos investimentos. Por fim, a evolução dos financiamentos imobiliários apresenta um mercado em estabilidade.
Transações via PIX
No acumulado do mês de setembro de 2026, o valor pago por pessoas físicas em transações financeiras via PIX somou um total de R$ 92,3 milhões de reais. Já o total recebido por conta jurídicas no mês foi de R$ 107,4 milhões de reais.
O valor das transações de setembro representa uma queda de -8,2% frente ao mês anterior. Nos últimos 12 meses, a variação do valor pago em transações pix foi de 3,5%, comparando com os demais municípios, este é o 15° melhor desempenho da pequena região de Novo Hamburgo - São Leopoldo. Seguindo este ritmo, as nossas projeções indicam que o mês de outubro deve apresentar um crescimento de 6,1% no valor total de pagamentos PIX.
A quantidade média de transações PIX realizadas no município é de 22,1 por habitante no mês, este índice de adesão é considerado mediano, o que indica uma atividade econômica próxima ao esperado pelo tamanho do município. O ticket médio das transações realizadas é considerado baixo, demonstrando um pequeno poder de compra da população.
A partir das movimentações dos valores de PIX, é possível constatar que o município possui uma sazonalidade muito abaixo da média dos demais municípios. Dezembro é o mês de maior movimentação, com um nível de transação financeira 13,1% superior aos demais meses. Por outro lado, fevereiro é o mês de menor atividade financeira.
Cadastro Único e pobreza
Em junho de 2026, os registros de cadastro único do município somam 3,1 mil famílias e 1,6 mil pessoas em situação de pobreza, o que representa 6,3% do total de habitantes, já na condição de extrema pobreza são 2,4 mil pessoas (9,7% da população).
A participação do número de pessoas em extrema pobreza é considerada muito baixa, sendo a cidade com a 3° cidade com maior percentual dentro da pequena região de Novo Hamburgo - São Leopoldo.
No último ano, o total de famílias registradas no Cadastro Único cresceu 4,2%, enquanto que o total de famílias em extrema pobreza reduziu -1,3%, uma variação bem acima da média nacional.
Imposto de Renda
Em 2023, o número de declarantes do imposto de renda em cidade foi de 5,7 mil pessoas. O total de declarantes reduziu em -3,9% desde o último ano, o que representa um desempenho bem abaixo da média.
Considerando o tamanho populacional, o número de declarantes representa 22,9% do total de habitantes, este percentual é considerado acima da média quando comparado com a média dos demais municípios.
A soma dos gastos com despesas médicas declaradas no imposto de renda foi de R$ 15,2 milhões de reais, o que representa uma média de R$ 2,7 mil por declarante. Os gastos com instrução somam 3,3 milhões de reais e representam um total de R$ 0,6 mil por declarante.
Área urbana e loteamentos
O município de São Sebastião do Caí possui uma área total mapeada pelo IBGE de 13,3 km². Deste total, 13 km² são considerados urbanizadas, sendo que 56,9% são áreas urbanas densas e 43,1% são áreas pouco densas (com edificações espaçadas, com arruamento pouco definido e geralmente em processo de ocupação).
A densidade populacional no espaço urbano da cidade é de aproximadamente 1,9 mil habitantes por km², o que representa a 13° maior densidade na região e a 391° no estado.
O total de área considerada como loteamentos vazios na cidade é de 0,25 km², esta é a 27° maior área de loteamentos da região e a 74° no estado. Considerando o total de área urbanizada, o potencial relativo de expansão da cidade é a 23° maior percentual de área de loteamentos da região e a 130° maior do estado, indicando sua capacidade de expansão urbana.
Domicílios
Em São Sebastião do Caí existem cerca de 8 mil domicílios, o que equivale a uma média de 3,22 pessoas por domicílio. Na região próxima, a média de habitantes por residência é de 3,16 e no estado, a média é 2,99.
No município, existem 9,4 mil domicílios ocupados para uma população de 24,3 mil pessoas, deste total 94,8% moram em casas, a taxa de residentes em condomínios é de 4,98 a cada mil moradores e a taxa para residentes em apartamentos é de 46,73 a cada mil.
A média de moradores por domicílio em São Sebastião do Caí é de 2,6 pessoas. Para moradores de casasa de condomínios, a média de moradores é de 2,3 e para apartamentos, a média é de 2 pessoas por domicílio.
A taxa de moradores em condomínios no estado é de 14,6 a cada mil pessoas e de 9,2 na região imediata. Comparando o desempenho local com cidades de mesmo tamanho, a taxa de moradores em condomínios é bem inferior aos demais, que possuem uma taxa média de 37,2 moradores a cada mil.
Em relação aos moradores de apartamentos, a taxa de pessoas residindo em apartamentos no estado é de 154,8 a cada mil. Já na região próxima, essa taxa é de 135,9. Em um comparativo com municípios de dimensões equivalentes, verifica-se que o número médio de habitantes em apartamentos é bem inferior aos demais, que possuem uma taxa média de 223,3 moradores a cada mil.
De acordo com o IBGE, foram identificados 2,1 mil domicílios não ocupados na cidade, sendo que 662 são considerados imóveis de uso ocasional e 1,4 mil estão vagos. Considerando os domicílios ocupados do município, o percentual de uso ocasional é de 5,8%, um valor considerado , já a taxa de domicílios vagos é de 12,3%, o que também se classifica como um percentual .
Cerca de 17,3% das casas do município não estão ocupadas, a maior parte são consideradas como domicílios vagos, que representam 11,5% das residências totais da cidade. Quanto aos apartamentos, o percentual de imóveis não ocupados é de 24,7%, sendo que 5,9% são classificados como de uso ocasional e 18,7% estão totalmente vagos.
Edificações e comércio
Pelo mapeamento do IBGE, foram identificados 277 edifícios em construção, este montante é o 38° maior da região intermediária e o 92° do estado. Considerando o tamanho populacional da cidade, há uma taxa de 11,4 edifcíos sendo construídos a cada mil habitantes, neste quesito, a posição da cidade é de 63° no ranking regional e 178° no estadual.
A taxa de estabelecimentos comerciais da cidade é maior que a da região, com um nível de 66,2 comércios para cada mil habitantes, enquanto a taxa regional é de 53,1. Na região, as cidades que têm a atividade comercial mais desenvolvida são Itati (taxa de 106,5, e Arroio do Sal (103,8) e Presidente Lucena (101,4).
Minha Casa, Minha Vida
O programa do Minha Casa, Minha Vida já entregou 92 moradias em São Sebastião do Caí, todas elas financiadas pela CAIXA. Não há registros de unidades habitacionais em construção na cidade.
Com as moradias entregues, o município alcança uma taxa de 3,7 unidades habitacionais para cada mil habitantes, esse valor está abaixo da média estadual, de 8,5, situando-se como o 347° município do estado com maior taxa de cobertura das moradias do programa.
No que tange ao financiamento, são 64 moradias financiadas na Faixa 1, com um valor médio de compra de R$ 109,9 mil. Para a Faixa 2, são 142 unidades financiadas, com um valor médio de compra de R$ 127,8 mil. Por fim, a Faixa 3 conta com 59 unidades, ao valor médio de R$ 239,7 mil.
Turismo
De acordo com o Ministério do Turismo, São Sebastião do Caí pertence ao Polo Vale Da Felicidade. Este polo turístico envolve 18 cidades, as quais atraem um total de 94,7 mil turistas por ano (1,9% internacionais). Entre as 27 regiões turísticos do estado, o Polo Vale Da Felicidade é o que 21° que mais atrai turistas. No cenário nacional, este é o 227° maior destino turístico nacional.
A cidade de São Sebastião do Caí foi classificada pelo Ministério do Turismo como uma município do cluster D, que representa as cidades com baixo potencial turístico do país. No ano de 2019, a agência nacional do turismo encontrou 7 empregos no setor, além de uma empresa. As atrações turísticas da cidade ano ano foram capazes de atrair 2,2 mil turistas nacionais, o que representa 2,4% do total de turistas do polo turístico. Já o número de turistas internacionais foi de 200.
Perfil da frota
O município de São Sebastião do Caí possui uma frota total de 18,9 mil veículos, sendo 13,7 mil (73%) carros, 2,5 mil (13%) motos e 1,1 mil (6%) caminhões. A cidade tem a 307º maior taxa de veículos per capita do estado e, em relação aos demais municípios do Brasil, a taxa por habitante mostra que a cidade possui muitos veículos na cidade. Destaca-se que a participação dos carros tem a maior representatividade no município, com o 238° maior índice por habitante do estado
Desde o final do ano passado até o mês de dezembro de 2024 houve aumento de 5,1% da frota total do município. Este desempenho esteve próximo à média das demais cidades do Brasil, enquanto que no estado, foi o 22° maior crescimento.
Deste crescimento do último ano, destaca-se o crescimento das motos, que apresentaram um aumento de 4,7% na sua frota desde o ano passado, obtendo o 43° melhor desempenho estadual.
Comércio exterior
Durante o ano de 2025, o município de São Sebastião do Caí - RS registrou um valor exportado de USD 78 milhões. Nos últimos anos, houve movimentação de empresas locais exportando produtos para fora do país desde 1997 até o ano de 2025, com uma taxa média de crescimento de 112,4% ao ano.
Em 2025, as importações realizadas pelo município de somaram USD 10 milhões. A presença de operações de compra internacional por parte de empresas locais foi registrada ao longo do período de 1997 a 2025. Nesse intervalo, o município apresentou uma taxa média de crescimento anual das importações de 106,2%.
No último ano, as exportações do município estiveram concentradas na venda de Outras preparações e conservas de carne, Carnes e miudezas, Carnes e miudezas comestíveis, Preparações para molhos e molhos preparados, Enchidos e produtos semelhantes e outros. Estes produtos representaram 90,4% das exportações municipais.
As importações de 2025 do município estiveram concentradas na aquisição de Ácidos monocarboxílicos acíclicos não saturados e ácidos monocarboxílicos cíclicos, Compostos de função amina, Plaquetas, Aglutinantes preparados para moldes ou para núcleos de fundição, produtos químicos e preparações das indústrias químicas ou das indústrias conexas (incluídos os constituídos por misturas de produtos naturais), Frutas e outras partes comestíveis de plantas entre outros. Estes produtos representaram 42,1% do total importado pelo município.
Os principais destinos das exportações do município incluíram países como Países Baixos (Holanda), Reino Unido, Guiné, Vietnã, Trinidad e Tobago, que absorveram maior parte dos produtos enviados para o exterior. Estes mercados representaram 39,1% das exportações municipais.
As importações registradas em 2025 tiveram como principais origens países como China, Alemanha, Argentina, Países Baixos (Holanda), Coreia do Sul, responsáveis pelo fornecimento de grande parte dos produtos adquiridos no exterior. Estas fontes de produtos representaram 81% das importações municipais.
Oportunidades de negócio
A participação do comércio, somado aos serviços de alojamento e alimentação, representa 2% do total de trabalhadores e está concentrada nos supermercados e lojas de variedades e nas farmácias, óticas e perfumarias, que empregam 41 trabalhadores.
Ao todo, existem 41 modalidades diferentes de comércio na cidade. Com isso, a diversidade do comércio de São Sebastião do Caí é considerada alta, assim como a dos serviços, que também contempla empresas de vários setores na cidade, tornando a concorrência mais acirrada de um modo geral.
Comparando o desempenho da cidade com a média dos municípios com tamanho populacional similar, tanto o comércio quanto os serviços apresentam maior grau de desenvolvimento comercial.
Ainda em comparação com municípios de tamanho similar, não foram encontrados setores de alta concorrência na cidade.
Por outro lado, as atividades das clínicas médicas, os supermercados e lojas de variedades e os restaurantes e bares demonstram grande potencial para novos investimentos locais. O segmento das clínicas médicas costuma apresentar uma taxa esperada de 39 trabalhadores para cada 10 mil habitantes, enquanto a cidade possui uma taxa de 0, resultando em uma diferença de -39. O mesmo ocorre para o setor dos supermercados e lojas de variedades, que apresenta uma diferença entre a taxa real e esperada de -35 trabalhadores para cada 10 mil habitantes.
Destaca-se que os segmentos do comércio atacadista de roupas e cosméticos, os hotéis, o comércio atacadista de mercadorias em geral, as lojas de livros, cds e artigos esportivos, o comércio atacadista de máquinas, o comércio atacadista de madeira e material de construção, o comércio de motos e o comércio atacadista de grãos e insumos agrícolas representam atividades que costumam ter movimentação de trabalhadores em cidades de tamanho similar, mas que não demonstraram vínculos formais de emprego na cidade.
Menor saturação relativa frente a cidades semelhantes.
Atividades já bem atendidas na cidade.
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De acordo com o Censo, o bairro mais populoso da cidade é Vila Rica, com 3,9 mil habitantes, o que representa 16% da população da cidade, seguido do bairro Conceicao, com 14,9%.
No município de São Sebastião do Caí, a média municipal é de estabelecimentos comerciais é de 14 a cada 100 domicílios. Os bairros que possuem a maior número de comércios são Centro, com 29,5% do total da cidade, em seguida aparecem os bairros Conceicao (14,5%) e Vila Rica (14,1%).
De acordo com o Censo, existem cerca de 275 edificações em construção no município, o que equivale a um índice de 2,4 construções para cada 100 domicílios. Os bairros com maior movimentação imobiliária são Centro, com um percentual de 5,8% do total de edificações em construção municipal , Conceicao (15,6%) e Vila Rica (12,4%).
Ritmo de abertura por bairro
Em São Sebastião do Caí, 12 bairros têm empresas em número suficiente para medir o ritmo de abertura — a proporção de empresas que abriram nos últimos doze meses e seguem ativas, sobre a base de cada bairro. A mediana da cidade é de 4,0%: de cada cem empresas ativas num bairro típico, cerca de 4 entraram no último ano.
Os bairros de maior ritmo são Campestre (8,7% sobre 212 empresas), Navegantes (5,3% sobre 159) e Quilombo (5,3% sobre 140).
O bairro Centro concentra a maior base de empresas da cidade (751), com ritmo de 2,0% — abaixo da mediana, leitura comum em área consolidada, onde a base já é grande e a entrada de novos CNPJs pesa pouco sobre ela. O indicador mede entrada: ele não desconta as empresas que fecharam, então ritmo baixo não significa retração.
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Empresas em São Sebastião do Caí
Até agosto de 2026 houve registro de 21 novas empresas em São Sebastião do Caí, sendo que 2 atuam pela internet. Neste último mês, uma nova empresa se instalou na cidade. Este desempenho é menor que o do mês imediatamente anterior (5). No ano de 2025 inteiro, foram registradas 109 empresas.
Na região, somam-se 4,5 mil novas empresas, valor que é superior ao desempenho do ano passado. Destacam-se as cidades de Canoas, Gravataí, São Leopoldo, Cachoeirinha e Camaquã, que somaram um total de 1,9 mil novas empresas, o que representa 42,1% do total de empresas abertas na região no período.
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