Embu das Artes — SP
São Paulo · Região imediata de São Paulo
Embu das Artes - SP é um município de grande relevância na região que se destaca pela alta regularidade das vendas no ano e pelo elevado potencial de consumo. O desempenho econômico e o pequeno número de novas oportunidades claras de negócios são os pontos de atenção.
- População
- 259,8 mil
- PIB
- R$ 17,3 bi
- PIB per capita
- R$ 69 mil
- Empregos formais
- 51,9 mil
- Remuneração média
- R$ 3,7 mil
Panorama econômico
Embu das Artes - SP é um município de grande relevância na região que se destaca pela alta regularidade das vendas no ano e pelo elevado potencial de consumo. O desempenho econômico e o pequeno número de novas oportunidades claras de negócios são os pontos de atenção.
No ano, o município acumula mais admissões que demissões, com um saldo de 896 funcionários.
Tamanho e Localização
Considerado uma capital subregional de alta influência na região, o município de Embu das Artes fica perto da cidade de São Paulo, São Paulo. Dentro de sua área de influência, a cidade atrai maior parte dos visitantes pelos serviços de saúde basica.
Embu das Artes é o 15º município mais populoso da pequena região de São Paulo, com 259,8 mil habitantes. O PIB da cidade é de cerca de R$ 17,3 bilhões de reais, sendo que 74,6% do valor adicionado advém dos serviços, na sequência aparecem as participações da indústria (15,7%), da administração pública (9,6%) e da agropecuária (0%).
Com esta estrutura, o PIB per capita de Embu das Artes é de R$ 69 mil, valor inferior à média do estado (R$ 77,6 mil), da grande região de São Paulo (R$ 83 mil) e da pequena região de São Paulo (R$ 85,5 mil).
Demografia
A cidade tem uma estrutura etária jovem, formada por 20,9% de crianças (0 a 14 anos), 15,7% de adolescentes (15 a 24 anos), 24,2% de adultos jovens (25 a 39), 31,1% de adultos maduros (40 a 64) e de 8,2% de pessoas com mais de 65 anos de iade. Isto configura uma razão de dependência de 40,9%, o que indica 4,1 dependentes (crianças e idosos) para cada dez pessoas em idade ativa e que a cidade ainda está em uma situação de bônus demográfico. A razão de dependência paulista é de 42,7%.
O índice de envelhecimento de Embu das Artes é de 39,1% (3,9 idosos para cada 10 crianças), valor menor que o do estado (65,8%), sinalizando que o município envelhece mais devagar do que a média paulista. Comparado aos demais municípios, o índice da cidade é o 630° maior do estado.
Já o nível de juventude é de 28,3%, há 2,8 jovens (15–24) para cada 10 adultos (25–64). Este valor fica acima da média estadual 24,2%), o que sugere uma forte inserção de pessoas ativas economicamente em curto e médio prazo. Já o índice de maturidade é de 1,29 adultos sêniores (40-64) para cada adulto jovem (25-39), este valor é menor que a média estadual, confirmando a concentração em público de menor tíquete (academia, restaurantes, bens duráveis, educação e aluguéis de primeira moradia).
Geração de Empregos
O município possui 51,9 mil empregos com carteira assinada, assistente administrativo. A remuneração média dos trabalhadores formais do município é de R$ 3,7 mil, valor abaixo da média do estado, de R$ 4,4 mil.
De janeiro a agosto de 2026, foram registradas 17,8 mil admissões formais e 16,9 mil desligamentos, resultando em um saldo positivo de 896 novos trabalhadores. Este desempenho é inferior ao do ano passado, quando o saldo foi de 1709.
Na pequena região de São Paulo este é o 14º melhor desempenho em termos absolutos. Considerando a geração de vagas pelo tamanho da população, a cidade é a 19º que mais cresce na pequena região de São Paulo.
Abertura de Empresas
Crescimento da População
Crescimento do PIB
Entre 2006 a 2021, o crescimento do PIB municipal apresentou o 10° melhor desempenho da região imediata. Nos últimos dez anos, o crescimento nominal do nível de atividade da cidade foi de 227,3% e a taxa apresentada dos últimos 5 anos foi de 49,9%.
Renda e Potencial de Consumo
A concentração de renda entre as classes econômicas em Embu das Artes pode ser considerada muito baixa e é relativamente inferior à média estadual. As faixas de menor poder aquisitivo (E e D) participam com 50% do total de remunerações da cidade, enquanto que as classes mais altas representam 10,5%. Destaca-se que a composição de renda das classes mais baixas da cidade têm uma concentração 12,1 pontos percentuais maior que a média estadual, já as faixas de alta renda possuem participação 13,3 pontos abaixo da média.
Do total de trabalhadores, as três atividades que mais empregam são: administração pública em geral (5456), transporte intermunicipal de carga (3378) e fabricação de medicamentos alopáticos (1975). Entre os setores característicos da cidade, também se destacam as atividades de fabricação de desinfestantes e fabricação de laminados planos e tubulares de material plástico.
A renda média dos responsáveis pelos domicílios na cidade é de R$ 2.174, entre os bairros de maior poder aquisitivo, destacam-se: Moinho Real, com média de R$ 11.265, seguido dos bairros Jardim Indaiá (R$ 8.847), Jardim Itatiaia (R$ 8.847) e Moinho Velho (R$ 8.334).
Estrutura de saúde
Em 2025, Embu das Artes registrou uma taxa de 38,1 leitos do SUS para cada cem mil habitantes. Este quantitativo de leitos aumentou nos últimos anos em um ritmo de 0,9 leitos a cada cem mil habitantes por ano. A taxa de atual é a 330° maior do estado. Já os leitos não pertencentes ao SUS formam a taxa de 0 (por 100 mil hab.) e apresentam um crescimento de 0,9 leitos por cem mil habitantes a cada ano. O município possui registros de leitos do SUS preparados para UTI, com uma taxa de 3,8 para cada cem mil habitantes.
A cidade conta com 1,26 enfermeiros para cada mil habitantes e 2,21 médicos por mil habitantes. A taxa de enfermeiros é menor que a usual e aumentou nos últimos dez anos, quando a taxa era de 0,4 por mil habitantes. Já a taxa de médicos é semelhante aos demais municípios e cresceu durante os últimos anos. Há dez anos, a taxa era de 0,6 para cada mil habitantes.
Cobertura vacinal
Entre os nove tipos de vacinações analisadas, a cobertura média vacinal do município é de 93,4%, o que representa uma taxa abaixo da média dos demais municípios brasileiros. A vacina de maior cobertura local é a Hepatite A, com uma taxa de 98,3%, por outro lado, a Hepatite B apresenta maiores desafios, com uma cobertura de 84,69928327%.
Atenção básica e pré-natal
Em 2025, no município de Embu das Artes, o percentual de nascimentos com pré-natal adequado foi de 72,8%, esta é o 552° melhor cenário no estado de São Paulo. Também foram registrados casos de nascimentos com nenhum atendimento de pré-natal, isto ocorreu em 1,1% dos nascidos vivos no ano, o que pode ser considerada uma taxa comum em relação aos demais municípios brasileiros e se posiciona como o 149° pior cenário do estado.
A cobertura de atenção básica em Embu das Artes alcançou a taxa de 87% no ano de 2025. No estado, 411 municípios alcançaram a cobertura total de atenção básica para sua população. A cobertura de atendimento dos agentes comunitários e da estratégia de saúde familiar foi de 31% e 56%, respectivamente. Além disso, estima-se que o percentual da população coberta por planos e seguros de assistência suplementar à saúde (privados) é de 0%.
Hospitalizações
A taxa de hospitalização do SUS em Embu das Artes apontam para um nível de internações abaixo da média nacional, com 6,39 mil hospitalizações para cada 100 mil habitantes. Além do baixo nível de internações, a evoluação desta taxa na última década apresenta resultados positivos, com uma queda abaixo dos demais municípios. No período de 2015 a 2025, a evolução do número de hospitalizações mostrou um aumento de 41,2 internações (a cada 100 mil hab.) por ano.
Em relação às taxas de hospitalizações sensíveis à atenção primária, que se refere aos casos de doenças que poderiam ser evitados com ações de atenção primária, o município apresenta um nível de internações próxima à média, de 1,1 mil a cada cem mil habitantes. O crescimento desta categoria de hospitalizações ao longo da última década está acima dos demais municípios, com um aumento anual da taxa equivalente a 19,9 hospitalizações por cem mil hab. a cada ano.
Mortalidade
Com estes índices, o nível de mortalidade do município é o 532° maior do estado, com 693 ocorrências a cada cem mil habitantes. Nos últimos anos, a taxa de mortalidade cresceu em um ritmo de 17,4 óbitos a cada cem mil habitantes ao ano. Soma-se a estes valores o total de 161 mortes (a cada 100 mil habitantes) por causas evitáveis, a 142° maior taxa do estado, que tem apresentado um crescimento de 1,4 ocorrências para cada 100 mil hab. ao longo de cada ano.
Nascimentos
Entre 2015 a 2020, Embu das Artes registrou 24,92 mil nascimentos, cerca de 4,15 mil novos bebês por ano. Ao longo dos anos, a tendência de crescimento de novos registros foi negativa e esta taxa de natalidade está bem abaixo da média dos demais municípios do Brasil. No período, houve mais nascimentos de meninos, 51,5 a cada 100 bebês.
Segurança pública
Durante o ano de 2024, foram registradas 23 vítimas de homicídio doloso no município. Esta quantidade foi maior que o
Considerando o tamanho populacional, a taxa de homicídios por 100 mil habitantes em Embu das Artes é de 9,2, um valor considerado abaixo da média. Com base neste indicador, o município é o 9° mais seguro da pequena região de São Paulo.
Desenvolvimento Sustentável (ODS)
Embu das Artes apresenta uma pontuação geral de 49 pontos em 100, classificando-se em 2052 entre os 5.570 municípios brasileiros, o que indica um nível de desenvolvimento sustentável considerado baixo. Ao todo, o município possui 6 áreas com nível muito baixo, 3 estão em nível baixo, 3 são consideradas médias, 3 áreas estão com nível alto e no patamar muito alto apenas uma área.
A avaliação dos ODS revela que os principais pontos críticos da cidade são: ODS9 Indústria, inovação e infraestrutura, ODS17 Parcerias para a implementação dos objetivos, ODS11 Cidades e comunidades sustentáveis, ODS5 Igualdade de gênero.
Por outro lado, os índices de maior desenvolvimento da cidade encontram-se nos objetivos: ODS7 Energias renováveis e acessíveis, ODS6 Água potável e saneamento, ODS3 Saúde de qualidade, ODS13 Ação climática.
Mercado de trabalho
O município possui 51,9 mil empregos com carteira assinada, assistente administrativo. A remuneração média dos trabalhadores formais do município é de R$ 3,7 mil, valor abaixo da média do estado, de R$ 4,4 mil.
De janeiro a agosto de 2026, foram registradas 17,8 mil admissões formais e 16,9 mil desligamentos, resultando em um saldo positivo de 896 novos trabalhadores. Este desempenho é inferior ao do ano passado, quando o saldo foi de 1709.
Na pequena região de São Paulo este é o 14º melhor desempenho em termos absolutos. Considerando a geração de vagas pelo tamanho da população, a cidade é a 19º que mais cresce na pequena região de São Paulo.
Pelas nossas projeções, o período acumulado até agosto de 2027 deve apresentar 26199 novas contratações e cerca de 25425 desligamentos, o que deve resultar em um saldo de 774 novos postos de trabalho na cidade. Somado a esta projeção positiva, o histórico da movimentação de empregos na cidade dos últimos anos mostra um desempenho acima da média, em um panorama positivo de novas contratações nos últimos meses.
Entre as 116 atividades econômicas que tiveram movimentações de admissões ou desligamentos no último ano, 60 apresentaram saldo de empregos negativo, destacando-se os segmentos de Artefatos têxteis, Máquinas e equipamentos de uso geral, Instrumentos para uso médico e odontológico (com saldos de -339, -35, -34 empregos, respectivamente). Por outro lado, 56 setores tiveram mais admissões que desligamentos, resultando em saldos positivos, como é o caso das atividades de Máquinas e equipamentos e agricultura e pecuária, Associações de defesa de direitos sociais, Organizações associativas não especificadas (com saldos de 236, 44, 35 empregos).
Microempreendedores (MEI)
Até o dia 6 de dezembro de 2025, o município possuía um total de 26,41 mil microempreendedores individuais. Considerando o tamanho populacional da cidade, há uma taxa de 101,6 MEIs para cada mil habitantes, este indicador está bem acima da média dos demais municípios e é a 12° maior taxa da região imediata.
Durante o ano de 2023, o crescimento de MEIs tem sido bem acima da média brasileira, com um aumento de 9,5%, este desempenho é o 41° melhor do estado. No último mês, houve acréscimo de 140 registros do total de microempreendedores individuais.
Frota de veículos
O município de Embu das Artes possui uma frota total de 141,5 mil veículos, sendo 94,6 mil (67%) carros, 36,5 mil (26%) motos e 3,8 mil (3%) caminhões. A cidade tem a 562º maior taxa de veículos per capita do estado e, em relação aos demais municípios do Brasil, a taxa por habitante mostra que a cidade possui um número de veículos compatível com o tamanho da cidade. Destaca-se que a participação das motos possui a maior representatividade no município, com o 291° maior índice por habitante do estado
Desde o final do ano passado até o mês de dezembro de 2024 houve aumento de 5% da frota total do município. Este desempenho esteve próximo à média das demais cidades do Brasil, enquanto que no estado, foi o 105° maior crescimento.
Deste crescimento do último ano, destaca-se o crescimento das motos, que apresentaram um aumento de 7,8% na sua frota desde o ano passado, obtendo o 56° melhor desempenho estadual.
Movimentação bancária
No acumulado do ano de 2026, até o mês de março, as estatísticas bancárias municipais de Embu das Artes apresentam um movimento de crescimento dos seus valores de poupança, na ordem de 42,1%. No mesmo período, as operações de crédito tiveram alta de 45% e os financiamentos imobiliários também apresentaram crescimento, com aumento de 24,9%.
Considerando a evolução dos demais municípios, o movimento de ascendência da poupança está acima da média, o que pode indicar um aumento do poder de compra dos moradores. Nas operações de crédito, o ritmo é considerado alto, sinalizando uma possível alta dos investimentos. Por fim, a evolução dos financiamentos imobiliários apresenta um mercado aquecido nos últimos meses.
Transações via PIX
No acumulado do mês de setembro de 2026, o valor pago por pessoas físicas em transações financeiras via PIX somou um total de R$ 1,3 bilhão de reais. Já o total recebido por conta jurídicas no mês foi de R$ 975,2 milhões de reais.
O valor das transações de setembro representa uma queda de -7,1% frente ao mês anterior. Nos últimos 12 meses, a variação do valor pago em transações pix foi de 8,3%, comparando com os demais municípios, este é o 4° melhor desempenho da pequena região de São Paulo. Seguindo este ritmo, as nossas projeções indicam que o mês de outubro deve apresentar um crescimento de 7,3% no valor total de pagamentos PIX.
A quantidade média de transações PIX realizadas no município é de 33,7 por habitante no mês, este índice de adesão é considerado alto, o que indica uma atividade econômica elevada. O ticket médio das transações realizadas é considerado baixo, demonstrando um pequeno poder de compra da população.
A partir das movimentações dos valores de PIX, é possível constatar que o município possui uma sazonalidade muito abaixo da média dos demais municípios. Dezembro é o mês de maior movimentação, com um nível de transação financeira 14,4% superior aos demais meses. Por outro lado, fevereiro é o mês de menor atividade financeira.
Cadastro Único e pobreza
Em junho de 2026, os registros de cadastro único do município somam 51,4 mil famílias e 59,7 mil pessoas em situação de pobreza, o que representa 23% do total de habitantes, já na condição de extrema pobreza são 28,3 mil pessoas (10,9% da população).
A participação do número de pessoas em extrema pobreza é considerada baixa, sendo a cidade com a 9° cidade com maior percentual dentro da pequena região de São Paulo.
No último ano, o total de famílias registradas no Cadastro Único cresceu 9,4%, enquanto que o total de famílias em extrema pobreza reduziu -2,4%, uma variação bem acima da média nacional.
Imposto de Renda
Em 2023, o número de declarantes do imposto de renda em cidade foi de 53,9 mil pessoas. O total de declarantes aumentou em 0,9% desde o último ano, o que representa um desempenho abaixo da média.
Considerando o tamanho populacional, o número de declarantes representa 20,7% do total de habitantes, este percentual é considerado acima da média quando comparado com a média dos demais municípios.
A soma dos gastos com despesas médicas declaradas no imposto de renda foi de R$ 110,8 milhões de reais, o que representa uma média de R$ 2,1 mil por declarante. Os gastos com instrução somam 65,7 milhões de reais e representam um total de R$ 1,2 mil por declarante.
Área urbana e loteamentos
O município de Embu das Artes possui uma área total mapeada pelo IBGE de 31,1 km². Deste total, 30,8 km² são considerados urbanizadas, sendo que 81,1% são áreas urbanas densas e 18,9% são áreas pouco densas (com edificações espaçadas, com arruamento pouco definido e geralmente em processo de ocupação).
A densidade populacional no espaço urbano da cidade é de aproximadamente 8,1 mil habitantes por km², o que representa a 16° maior densidade na região e a 19° no estado.
O total de área considerada como loteamentos vazios na cidade é de 0,32 km², esta é a 11° maior área de loteamentos da região e a 153° no estado. Considerando o total de área urbanizada, o potencial relativo de expansão da cidade é a 10° maior percentual de área de loteamentos da região e a 327° maior do estado, indicando sua capacidade de expansão urbana.
Domicílios
Em Embu das Artes existem cerca de 73,2 mil domicílios, o que equivale a uma média de 3,74 pessoas por domicílio. Na região próxima, a média de habitantes por residência é de 3,08 e no estado, a média é 3,05.
Há registros de 10,9 mil domicílios em forma de ocupação irregular, 14,9% do total de domicílios. Com isso, a cidade possui o 15° maior contingente de domicílios irregulares do estado.
No município, existem 88 mil domicílios ocupados para uma população de 250,1 mil pessoas, deste total 92,9% moram em casas, a taxa de residentes em condomínios é de 8,06 a cada mil moradores e a taxa para residentes em apartamentos é de 58,79 a cada mil.
A média de moradores por domicílio em Embu das Artes é de 2,8 pessoas. Para moradores de casasa de condomínios, a média de moradores é de 2,8 e para apartamentos, a média é de 2,8 pessoas por domicílio.
A taxa de moradores em condomínios no estado é de 23,8 a cada mil pessoas e de 19,3 na região imediata. Comparando o desempenho local com cidades de mesmo tamanho, a taxa de moradores em condomínios é bem inferior aos demais, que possuem uma taxa média de 37,2 moradores a cada mil.
Em relação aos moradores de apartamentos, a taxa de pessoas residindo em apartamentos no estado é de 173,5 a cada mil. Já na região próxima, essa taxa é de 243,1. Em um comparativo com municípios de dimensões equivalentes, verifica-se que o número médio de habitantes em apartamentos é bem inferior aos demais, que possuem uma taxa média de 223,3 moradores a cada mil.
De acordo com o IBGE, foram identificados 13,2 mil domicílios não ocupados na cidade, sendo que 2,2 mil são considerados imóveis de uso ocasional e 11 mil estão vagos. Considerando os domicílios ocupados do município, o percentual de uso ocasional é de 2,1%, um valor considerado , já a taxa de domicílios vagos é de 10,9%, o que também se classifica como um percentual .
Cerca de 12,9% das casas do município não estão ocupadas, a maior parte são consideradas como domicílios vagos, que representam 10,7% das residências totais da cidade. Quanto aos apartamentos, o percentual de imóveis não ocupados é de 12,5%, sendo que 1,1% são classificados como de uso ocasional e 11,3% estão totalmente vagos.
Edificações e comércio
Pelo mapeamento do IBGE, foram identificados 4,3 mil edifícios em construção, este montante é o 12° maior da região intermediária e o 22° do estado. Considerando o tamanho populacional da cidade, há uma taxa de 17,1 edifcíos sendo construídos a cada mil habitantes, neste quesito, a posição da cidade é de 24° no ranking regional e 374° no estadual.
A taxa de estabelecimentos comerciais da cidade é maior que a da região, com um nível de 46,6 comércios para cada mil habitantes, enquanto a taxa regional é de 48,3. Na região, as cidades que têm a atividade comercial mais desenvolvida são Peruíbe (taxa de 70,4, e Itanhaém (62,4) e Mongaguá (62,4).
Minha Casa, Minha Vida
O programa do Minha Casa, Minha Vida já entregou 788 moradias em Embu das Artes, todas elas financiadas pela CAIXA. Não há registros de unidades habitacionais em construção na cidade.
Com as moradias entregues, o município alcança uma taxa de 3 unidades habitacionais para cada mil habitantes, esse valor está abaixo da média estadual, de 4,6, situando-se como o 197° município do estado com maior taxa de cobertura das moradias do programa.
No que tange ao financiamento, são 104 moradias financiadas na Faixa 1, com um valor médio de compra de R$ 182,7 mil. Para a Faixa 2, são 658 unidades financiadas, com um valor médio de compra de R$ 186,3 mil. Por fim, a Faixa 3 conta com 427 unidades, ao valor médio de R$ 208,4 mil.
Turismo
De acordo com o Ministério do Turismo, Embu das Artes pertence ao Polo Mananciais, Aventura E Arte. Este polo turístico envolve 7 cidades, as quais atraem um total de 0,2 milhões de turistas por ano (3,7% internacionais). Entre as 49 regiões turísticos do estado, o Polo Mananciais, Aventura E Arte é o que 32° que mais atrai turistas. No cenário nacional, este é o 172° maior destino turístico nacional.
A cidade de Embu das Artes foi classificada pelo Ministério do Turismo como uma município do cluster B, que representa as cidades com o segundo maior nível de potencial turístico do país. No ano de 2019, a agência nacional do turismo encontrou 420 empregos no setor, além de 9 empresas. As atrações turísticas da cidade ano ano foram capazes de atrair 30,2 mil turistas nacionais, o que representa 18,6% do total de turistas do polo turístico. Já o número de turistas internacionais foi de 1,2 mil.
Perfil da frota
O município de Embu das Artes possui uma frota total de 141,5 mil veículos, sendo 94,6 mil (67%) carros, 36,5 mil (26%) motos e 3,8 mil (3%) caminhões. A cidade tem a 562º maior taxa de veículos per capita do estado e, em relação aos demais municípios do Brasil, a taxa por habitante mostra que a cidade possui um número de veículos compatível com o tamanho da cidade. Destaca-se que a participação das motos possui a maior representatividade no município, com o 291° maior índice por habitante do estado
Desde o final do ano passado até o mês de dezembro de 2024 houve aumento de 5% da frota total do município. Este desempenho esteve próximo à média das demais cidades do Brasil, enquanto que no estado, foi o 105° maior crescimento.
Deste crescimento do último ano, destaca-se o crescimento das motos, que apresentaram um aumento de 7,8% na sua frota desde o ano passado, obtendo o 56° melhor desempenho estadual.
Comércio exterior
Durante o ano de 2025, o município de Embu das Artes - SP registrou um valor exportado de USD 81,2 milhões. Nos últimos anos, houve movimentação de empresas locais exportando produtos para fora do país desde 1997 até o ano de 2025, com uma taxa média de crescimento de 105,8% ao ano.
Em 2025, as importações realizadas pelo município de somaram USD 1,4 bilhão. A presença de operações de compra internacional por parte de empresas locais foi registrada ao longo do período de 1997 a 2025. Nesse intervalo, o município apresentou uma taxa média de crescimento anual das importações de 117,3%.
No último ano, as exportações do município estiveram concentradas na venda de Medicamentos (exceto os produtos das posições 3002, Outras chapas, Preparações alimentícias não especificadas nem compreendidas noutras posições, Extractos de malte, preparações alimentícias de farinhas, Instrumentos e aparelhos para medida ou controlo do caudal (vazão) e outros. Estes produtos representaram 53,2% das exportações municipais.
As importações de 2025 do município estiveram concentradas na aquisição de Medicamentos (exceto os produtos das posições 3002, Sangue humano, sangue animal preparado para usos terapêuticos, Artigos e aparelhos ortopédicos, Transformadores elétricos, Colas e outros adesivos preparados entre outros. Estes produtos representaram 61,8% do total importado pelo município.
Os principais destinos das exportações do município incluíram países como Argentina, Países Baixos (Holanda), Colômbia, Chile, Peru, que absorveram maior parte dos produtos enviados para o exterior. Estes mercados representaram 59,9% das exportações municipais.
As importações registradas em 2025 tiveram como principais origens países como China, Espanha, Suíça, Estados Unidos, Eslovênia, responsáveis pelo fornecimento de grande parte dos produtos adquiridos no exterior. Estas fontes de produtos representaram 54% das importações municipais.
Oportunidades de negócio
A participação do comércio, somado aos serviços de alojamento e alimentação, representa 0% do total de trabalhadores e está concentrada nos supermercados e lojas de variedades e nas lojas de materiais de construção, que empregam 24 trabalhadores.
Ao todo, existem 61 modalidades diferentes de comércio na cidade. Com isso, a diversidade do comércio de Embu das Artes é considerada alta, assim como a dos serviços, que também contempla empresas de vários setores na cidade, tornando a concorrência mais acirrada de um modo geral.
Ainda assim, comparando o desempenho da cidade com a média dos municípios com tamanho populacional similar, o nível de diversificação do comércio é inferior à média e a dos serviços é semelhante, o que significa maior concorrência.
Ainda em comparação com municípios de tamanho similar, não foram encontrados setores de alta concorrência na cidade.
Por outro lado, as atividades dos supermercados e lojas de variedades, as clínicas médicas e os restaurantes e bares demonstram grande potencial para novos investimentos locais. O segmento dos supermercados e lojas de variedades costuma apresentar uma taxa esperada de 45 trabalhadores para cada 10 mil habitantes, enquanto a cidade possui uma taxa de 0, resultando em uma diferença de -45. O mesmo ocorre para o setor das clínicas médicas, que apresenta uma diferença entre a taxa real e esperada de -39 trabalhadores para cada 10 mil habitantes.
Destaca-se que os segmentos das clínicas médicas, o comércio atacadista de alimentos e bebidas, o comércio atacadista de roupas e cosméticos, o comércio de peças de veículos, os serviços de bufê, os hotéis, o comércio atacadista de químicos, papel e sucatas e o comércio atacadista de mercadorias em geral representam atividades que costumam ter movimentação de trabalhadores em cidades de tamanho similar, mas que não demonstraram vínculos formais de emprego na cidade.
Menor saturação relativa frente a cidades semelhantes.
Atividades já bem atendidas na cidade.
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De acordo com o Censo, o bairro mais populoso da cidade é Jardim Vista Alegre, com 12,9 mil habitantes, o que representa 5,2% da população da cidade, seguido do bairro Jardim Santo Eduardo, com 4,6%.
No município de Embu das Artes, a média municipal é de estabelecimentos comerciais é de 11,5 a cada 100 domicílios. Os bairros que possuem a maior número de comércios são Centro, com 6,3% do total da cidade, em seguida aparecem os bairros Jardim Santo Eduardo (5,4%) e Jardim Vista Alegre (5,2%).
De acordo com o Censo, existem cerca de 3,4 mil edificações em construção no município, o que equivale a um índice de 3,3 construções para cada 100 domicílios. Os bairros com maior movimentação imobiliária são Centro, com um percentual de 0,5% do total de edificações em construção municipal , Jardim Santo Eduardo (2,7%) e Jardim Vista Alegre (5%).
Ritmo de abertura por bairro
Em Embu das Artes, 69 bairros têm empresas em número suficiente para medir o ritmo de abertura — a proporção de empresas que abriram nos últimos doze meses e seguem ativas, sobre a base de cada bairro. A mediana da cidade é de 5,0%: de cada cem empresas ativas num bairro típico, cerca de 5 entraram no último ano.
Os bairros de maior ritmo são Jardim de Lourdes (9,5% sobre 231 empresas), Jardim São Francisco (8,5% sobre 372) e Chácaras Caxingui (8,4% sobre 335). Em todos eles, o grupo de atividade mais presente é transporte rodoviário de carga.
O bairro Jardim Vista Alegre concentra a maior base de empresas da cidade (1.707), com ritmo de 5,4% — acima da mediana, ou seja, a maior concentração de empresas da cidade também está entre as que mais recebem abertura nova. O indicador mede entrada: ele não desconta as empresas que fecharam, então ritmo baixo não significa retração.
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Fontes e metodologia
Os dados desta página são elaborados pela Caravela a partir de fontes públicas oficiais — IBGE (população, PIB, Censo), CAGED e RAIS (trabalho e renda), Receita Federal / Redesim (empresas e MEI), DATASUS (saúde), Banco Central (crédito, poupança, PIX), Denatran (frota) e Comex Stat (comércio exterior). Veja o método em Metodologia e mais dados em Dados gratuitos.