Paulínia — SP
São Paulo · Região imediata de Campinas
Paulínia - SP é um município de grande relevância na região que se destaca pela alta regularidade das vendas no ano e pelo elevado potencial de consumo. O desempenho econômico e o pequeno número de novas oportunidades claras de negócios são os pontos de atenção.
- População
- 116,7 mil
- PIB
- R$ 67,1 bi
- PIB per capita
- R$ 606,7 mil
- Empregos formais
- 62,3 mil
- Remuneração média
- R$ 5,7 mil
Panorama econômico
Paulínia - SP é um município de grande relevância na região que se destaca pela alta regularidade das vendas no ano e pelo elevado potencial de consumo. O desempenho econômico e o pequeno número de novas oportunidades claras de negócios são os pontos de atenção.
No ano, o município acumula mais admissões que demissões, com um saldo de 130 funcionários. Além disso, houve incremento de 201 novas empresas na cidade durante o ano.
Tamanho e Localização
Considerado um centro de alta influência nos municípios vizinhos, o município de Paulínia fica perto da cidade de Campinas, São Paulo. Dentro de sua área de influência, a cidade atrai maior parte dos visitantes pela cultura e lazer.
Paulínia é o 8º município mais populoso da pequena região de Campinas, com 116,7 mil habitantes. O PIB da cidade é de cerca de R$ 67,1 bilhões de reais, sendo que 60,6% do valor adicionado advém da indústria, na sequência aparecem as participações dos serviços (36,5%), da administração pública (2,8%) e da agropecuária (0%).
Com esta estrutura, o PIB per capita de Paulínia é de R$ 606,7 mil, valor superior à média do estado (R$ 77,6 mil) e da região de Campinas (R$ 93,9 mil).
Demografia
A cidade tem uma estrutura etária jovem, formada por 19,1% de crianças (0 a 14 anos), 13,6% de adolescentes (15 a 24 anos), 23,7% de adultos jovens (25 a 39), 34,1% de adultos maduros (40 a 64) e de 9,5% de pessoas com mais de 65 anos de iade. Isto configura uma razão de dependência de 40%, o que indica 4 dependentes (crianças e idosos) para cada dez pessoas em idade ativa e que a cidade ainda está em uma situação de bônus demográfico. A razão de dependência paulista é de 42,7%.
O índice de envelhecimento de Paulínia é de 49,6% (5 idosos para cada 10 crianças), valor menor que o do estado (65,8%), sinalizando que o município envelhece mais devagar do que a média paulista. Comparado aos demais municípios, o índice da cidade é o 569° maior do estado.
Já o nível de juventude é de 23,5%, há 2,4 jovens (15–24) para cada 10 adultos (25–64). Este valor fica abaixo da média estadual 24,2%), o que sugere uma menor reposição de pessoas ativas economicamente em curto e médio prazo. Já o índice de maturidade é de 1,44 adultos sêniores (40-64) para cada adulto jovem (25-39), este valor é maior que a média estadual, confirmando concentração em um público favorável a produtos de maior tíquete (finanças, seguros, reformas, saúde preventiva, turismo familiar e mercado imobiliário).
Geração de Empregos
O município possui 62,3 mil empregos com carteira assinada, motorista de caminhão (rotas regionais e internacionais). A remuneração média dos trabalhadores formais do município é de R$ 5,7 mil, valor acima da média do estado, de R$ 4,4 mil.
De janeiro a agosto de 2026, foram registradas 21,7 mil admissões formais e 21,6 mil desligamentos, resultando em um saldo de 130 novos trabalhadores. Este desempenho é inferior ao do ano passado, quando o saldo foi de 1717.
Na pequena região de Campinas este é o 16º melhor desempenho em termos absolutos. Considerando a geração de vagas pelo tamanho da população, a cidade é a 17º que mais cresce na pequena região de Campinas.
Abertura de Empresas
Até agosto de 2026 houve registro de 201 novas empresas em Paulínia, sendo que 66 atuam pela internet. Neste último mês, 12 novas empresas se instalaram, sendo 5 com atuação pela internet. Este desempenho é menor que o do mês imediatamente anterior (58). No ano de 2025 inteiro, foram registradas 768 empresas.
Na região, somam-se 9,4 mil novas empresas, valor que é superior ao desempenho do ano passado. Destacam-se as cidades de Campinas, Indaiatuba, Piracicaba, Americana e Limeira, que somaram um total de 3,9 mil novas empresas, o que representa 40,9% do total de empresas abertas na região no período.
Crescimento da População
Crescimento do PIB
Entre 2006 a 2021, o crescimento do PIB municipal apresentou o 2° melhor desempenho da região imediata. Nos últimos dez anos, o crescimento nominal do nível de atividade da cidade foi de 270,5% e a taxa apresentada dos últimos 5 anos foi de 43,5%.
Renda e Potencial de Consumo
A concentração de renda entre as classes econômicas em Paulínia pode ser considerada muito baixa e é relativamente inferior à média estadual. As faixas de menor poder aquisitivo (E e D) participam com 25% do total de remunerações da cidade, enquanto que as classes mais altas representam 28,1%. Destaca-se que a composição de renda das classes mais baixas da cidade têm uma concentração 12,9 pontos percentuais menor que a média estadual, já as faixas de alta renda possuem participação 4,3 pontos acima da média.
Do total de trabalhadores, as três atividades que mais empregam são: administração pública em geral (5260), transporte rodoviário de produtos perigosos (4847) e administração de obras (4586). Entre os setores característicos da cidade, também se destacam as atividades de administração de obras e obras de montagem industrial.
A renda média dos responsáveis pelos domicílios na cidade é de R$ 5.224, entre os bairros de maior poder aquisitivo, destacam-se: Jardim Nossa Sra. Aparecida, com média de R$ 10.537, seguido dos bairros Boa Esperança (R$ 10.139), Betel (R$ 10.139) e Parque Brasil 500 (R$ 9.690).
Estrutura de saúde
Em 2025, Paulínia registrou uma taxa de 150,8 leitos do SUS para cada cem mil habitantes. Este quantitativo de leitos aumentou nos últimos anos em um ritmo de 2,1 leitos a cada cem mil habitantes por ano. A taxa de atual é a 134° maior do estado. Já os leitos não pertencentes ao SUS formam a taxa de 19,7 (por 100 mil hab.) e apresentam um crescimento de 0,8 leitos por cem mil habitantes a cada ano. O município possui registros de leitos do SUS preparados para UTI, com uma taxa de 12 para cada cem mil habitantes.
A cidade conta com 2,47 enfermeiros para cada mil habitantes e 7,22 médicos por mil habitantes. A taxa de enfermeiros é maior que a usual e aumentou nos últimos dez anos, quando a taxa era de 1,32 por mil habitantes. Já a taxa de médicos é superior à média e cresceu durante os últimos anos. Há dez anos, a taxa era de 1,3 para cada mil habitantes.
Cobertura vacinal
Entre os nove tipos de vacinações analisadas, a cobertura média vacinal do município é de 97,7%, o que representa uma taxa próxima à média dos demais municípios brasileiros. A vacina de maior cobertura local é a BCG, com uma taxa de 100%, por outro lado, a Hepatite B apresenta maiores desafios, com uma cobertura de 91,25386997%.
Atenção básica e pré-natal
Em 2025, no município de Paulínia, o percentual de nascimentos com pré-natal adequado foi de 84,4%, esta é o 209° melhor cenário no estado de São Paulo. Também foram registrados casos de nascimentos com nenhum atendimento de pré-natal, isto ocorreu em 0,1% dos nascidos vivos no ano, o que pode ser considerada uma taxa baixa em relação aos demais municípios brasileiros e se posiciona como o 345° pior cenário do estado.
A cobertura de atenção básica em Paulínia alcançou a taxa de 89% no ano de 2025. No estado, 411 municípios alcançaram a cobertura total de atenção básica para sua população. A cobertura de atendimento dos agentes comunitários e da estratégia de saúde familiar foi de 16% e 0%, respectivamente. Além disso, estima-se que o percentual da população coberta por planos e seguros de assistência suplementar à saúde (privados) é de 0%.
Hospitalizações
A taxa de hospitalização do SUS em Paulínia apontam para um nível de internações bem abaixo da média nacional, com 4,59 mil hospitalizações para cada 100 mil habitantes. Além do baixo nível de internações, a evoluação desta taxa na última década apresenta resultados positivos, com uma queda muito abaixo dos demais municípios. No período de 2015 a 2025, a evolução do número de hospitalizações mostrou uma queda de -27,1 internações (a cada 100 mil hab.) por ano.
Em relação às taxas de hospitalizações sensíveis à atenção primária, que se refere aos casos de doenças que poderiam ser evitados com ações de atenção primária, o município apresenta um nível de internações abaixo da média, de 730 a cada cem mil habitantes. O crescimento desta categoria de hospitalizações ao longo da última década está semelhante aos demais municípios, com um aumento anual da taxa equivalente a -8,1 hospitalizações por cem mil hab. a cada ano.
Mortalidade
Com estes índices, o nível de mortalidade do município é o 608° maior do estado, com 602 ocorrências a cada cem mil habitantes. Nos últimos anos, a taxa de mortalidade cresceu em um ritmo de 12 óbitos a cada cem mil habitantes ao ano. Soma-se a estes valores o total de 80 mortes (a cada 100 mil habitantes) por causas evitáveis, a 587° maior taxa do estado, que tem apresentado um crescimento de 0,1 ocorrências para cada 100 mil hab. ao longo de cada ano.
Nascimentos
Entre 2015 a 2020, Paulínia registrou 8,9 mil nascimentos, cerca de 1,48 mil novos bebês por ano. Ao longo dos anos, a tendência de crescimento de novos registros foi negativa, porém, esta taxa de natalidade está próxima à média dos demais municípios do Brasil. No período, houve mais nascimentos de meninos, 51,6 a cada 100 bebês.
Segurança pública
Durante o ano de 2024, foram registradas 7 vítimas de homicídio doloso no município. Esta quantidade foi maior que o
Considerando o tamanho populacional, a taxa de homicídios por 100 mil habitantes em Paulínia é de 6,3, um valor considerado abaixo da média. Com base neste indicador, o município é o 10° mais seguro da pequena região de Campinas.
Desenvolvimento Sustentável (ODS)
Paulínia apresenta uma pontuação geral de 57,6 pontos em 100, classificando-se em 286 entre os 5.570 municípios brasileiros, o que indica um nível de desenvolvimento sustentável considerado médio. Ao todo, o município possui 4 áreas com nível muito baixo, 2 estão em nível baixo, 3 são consideradas médias, 5 áreas estão com nível alto e no patamar muito alto são 3 áreas.
A avaliação dos ODS revela que os principais pontos críticos da cidade são: ODS15 Proteger a vida terrestre, ODS9 Indústria, inovação e infraestrutura, ODS17 Parcerias para a implementação dos objetivos, ODS16 Paz, justiça e instituições eficazes.
Por outro lado, os índices de maior desenvolvimento da cidade encontram-se nos objetivos: ODS7 Energias renováveis e acessíveis, ODS6 Água potável e saneamento, ODS14 Proteger a vida marinha, ODS13 Ação climática.
Mercado de trabalho
O município possui 62,3 mil empregos com carteira assinada, motorista de caminhão (rotas regionais e internacionais). A remuneração média dos trabalhadores formais do município é de R$ 5,7 mil, valor acima da média do estado, de R$ 4,4 mil.
De janeiro a agosto de 2026, foram registradas 21,7 mil admissões formais e 21,6 mil desligamentos, resultando em um saldo de 130 novos trabalhadores. Este desempenho é inferior ao do ano passado, quando o saldo foi de 1717.
Na pequena região de Campinas este é o 16º melhor desempenho em termos absolutos. Considerando a geração de vagas pelo tamanho da população, a cidade é a 17º que mais cresce na pequena região de Campinas.
Pelas nossas projeções, o período acumulado até agosto de 2027 deve apresentar 32239 novas contratações e cerca de 38422 desligamentos, o que deve resultar em um saldo de -6183 novos postos de trabalho na cidade. Apesar da projeção negativa, o histórico da movimentação de empregos na cidade dos últimos anos mostra um desempenho acima da média, em um panorama positivo de novas contratações nos últimos meses.
Entre as 35 atividades econômicas que tiveram movimentações de admissões ou desligamentos no último ano, 17 apresentaram saldo de empregos negativo, destacando-se os segmentos de Apoio à agricultura, pecuária e pós-colheita, Outros serviços especializados para construção, Comércio atacadista de grãos e insumos agrícolas (com saldos de -18, -13, -5 empregos, respectivamente). Por outro lado, 18 setores tiveram mais admissões que desligamentos, resultando em saldos positivos, como é o caso das atividades de Padarias, açougues e fruteiras, Florestas plantadas, Acabamentos em fios e artefatos (com saldos de 15, 6, 4 empregos).
Abertura de empresas
Até agosto de 2026 houve registro de 201 novas empresas em Paulínia, sendo que 66 atuam pela internet. Neste último mês, 12 novas empresas se instalaram, sendo 5 com atuação pela internet. Este desempenho é menor que o do mês imediatamente anterior (58). No ano de 2025 inteiro, foram registradas 768 empresas.
Na região, somam-se 9,4 mil novas empresas, valor que é superior ao desempenho do ano passado. Destacam-se as cidades de Campinas, Indaiatuba, Piracicaba, Americana e Limeira, que somaram um total de 3,9 mil novas empresas, o que representa 40,9% do total de empresas abertas na região no período.
Microempreendedores (MEI)
Até o dia 6 de dezembro de 2025, o município possuía um total de 10,79 mil microempreendedores individuais. Considerando o tamanho populacional da cidade, há uma taxa de 92,4 MEIs para cada mil habitantes, este indicador está bem acima da média dos demais municípios e é a 14° maior taxa da região imediata.
Durante o ano de 2023, o crescimento de MEIs tem sido acima da média brasileira, com um aumento de 8,2%, este desempenho é o 105° melhor do estado. No último mês, houve acréscimo de 67 registros do total de microempreendedores individuais.
Frota de veículos
O município de Paulínia possui uma frota total de 94,8 mil veículos, sendo 66,3 mil (70%) carros, 13,8 mil (15%) motos e 5,1 mil (5%) caminhões. A cidade tem a 105º maior taxa de veículos per capita do estado e, em relação aos demais municípios do Brasil, a taxa por habitante mostra que a cidade possui muitos veículos na cidade. Destaca-se que a participação dos carros tem a maior representatividade no município, com o 43° maior índice por habitante do estado
Desde o final do ano passado até o mês de dezembro de 2024 houve aumento de 5,2% da frota total do município. Este desempenho esteve próximo à média das demais cidades do Brasil, enquanto que no estado, foi o 80° maior crescimento.
Deste crescimento do último ano, destaca-se o crescimento dos caminhões, que tiveram um aumento de 5,9% das suas unidades no último ano, obtendo o 96° melhor desempenho estadual.
Movimentação bancária
No acumulado do ano de 2026, até o mês de março, as estatísticas bancárias municipais de Paulínia apresentam um movimento de crescimento dos seus valores de poupança, na ordem de 43,1%. No mesmo período, as operações de crédito tiveram alta de 44,9% e os financiamentos imobiliários também apresentaram crescimento, com aumento de 17,4%.
Considerando a evolução dos demais municípios, o movimento de ascendência da poupança está acima da média, o que pode indicar um aumento do poder de compra dos moradores. Nas operações de crédito, o ritmo é considerado alto, sinalizando uma possível alta dos investimentos. Por fim, a evolução dos financiamentos imobiliários apresenta um mercado aquecido nos últimos meses.
Transações via PIX
No acumulado do mês de setembro de 2026, o valor pago por pessoas físicas em transações financeiras via PIX somou um total de R$ 799,7 milhões de reais. Já o total recebido por conta jurídicas no mês foi de R$ 1,8 bilhão de reais.
O valor das transações de setembro representa uma queda de -7,5% frente ao mês anterior. Nos últimos 12 meses, a variação do valor pago em transações pix foi de 7,2%, comparando com os demais municípios, este é o 4° melhor desempenho da pequena região de Campinas. Seguindo este ritmo, as nossas projeções indicam que o mês de outubro deve apresentar um crescimento de 7,4% no valor total de pagamentos PIX.
A quantidade média de transações PIX realizadas no município é de 25,5 por habitante no mês, este índice de adesão é considerado mediano, o que indica uma atividade econômica próxima ao esperado pelo tamanho do município. O ticket médio das transações realizadas é considerado elevado, demonstrando um bom poder de compra da população.
A partir das movimentações dos valores de PIX, é possível constatar que o município possui uma sazonalidade muito abaixo da média dos demais municípios. Dezembro é o mês de maior movimentação, com um nível de transação financeira 11,3% superior aos demais meses. Por outro lado, fevereiro é o mês de menor atividade financeira.
Cadastro Único e pobreza
Em junho de 2026, os registros de cadastro único do município somam 8,6 mil famílias e 9,7 mil pessoas em situação de pobreza, o que representa 8,3% do total de habitantes, já na condição de extrema pobreza são 6 mil pessoas (5,1% da população).
A participação do número de pessoas em extrema pobreza é considerada muito baixa, sendo a cidade com a 13° cidade com maior percentual dentro da pequena região de Campinas.
No último ano, o total de famílias registradas no Cadastro Único cresceu 24,4%, enquanto que o total de famílias em extrema pobreza aumentou 11,9%, uma variação abaixo da média nacional.
Imposto de Renda
Em 2023, o número de declarantes do imposto de renda em cidade foi de 42,2 mil pessoas. O total de declarantes aumentou em 2,5% desde o último ano, o que representa um desempenho próximo à média.
Considerando o tamanho populacional, o número de declarantes representa 36,2% do total de habitantes, este percentual é considerado acima da média quando comparado com a média dos demais municípios.
A soma dos gastos com despesas médicas declaradas no imposto de renda foi de R$ 190,6 milhões de reais, o que representa uma média de R$ 4,5 mil por declarante. Os gastos com instrução somam 127,9 milhões de reais e representam um total de R$ 3 mil por declarante.
Área urbana e loteamentos
O município de Paulínia possui uma área total mapeada pelo IBGE de 40,5 km². Deste total, 39,5 km² são considerados urbanizadas, sendo que 98,4% são áreas urbanas densas e 1,6% são áreas pouco densas (com edificações espaçadas, com arruamento pouco definido e geralmente em processo de ocupação).
A densidade populacional no espaço urbano da cidade é de aproximadamente 2,8 mil habitantes por km², o que representa a 13° maior densidade na região e a 512° no estado.
O total de área considerada como loteamentos vazios na cidade é de 0,95 km², esta é a 14° maior área de loteamentos da região e a 58° no estado. Considerando o total de área urbanizada, o potencial relativo de expansão da cidade é a 30° maior percentual de área de loteamentos da região e a 255° maior do estado, indicando sua capacidade de expansão urbana.
Domicílios
Em Paulínia existem cerca de 32,2 mil domicílios, o que equivale a uma média de 3,4 pessoas por domicílio. Na região próxima, a média de habitantes por residência é de 3,01 e no estado, a média é 3,05.
No município, existem 37,9 mil domicílios ocupados para uma população de 110,1 mil pessoas, deste total 80% moram em casas, a taxa de residentes em condomínios é de 87,69 a cada mil moradores e a taxa para residentes em apartamentos é de 111,35 a cada mil.
A média de moradores por domicílio em Paulínia é de 2,9 pessoas. Para moradores de casasa de condomínios, a média de moradores é de 3 e para apartamentos, a média é de 2,4 pessoas por domicílio.
A taxa de moradores em condomínios no estado é de 23,8 a cada mil pessoas e de 40,7 na região imediata. Comparando o desempenho local com cidades de mesmo tamanho, a taxa de moradores em condomínios é superior aos demais, que possuem uma taxa média de 37,2 moradores a cada mil.
Em relação aos moradores de apartamentos, a taxa de pessoas residindo em apartamentos no estado é de 173,5 a cada mil. Já na região próxima, essa taxa é de 181,8. Em um comparativo com municípios de dimensões equivalentes, verifica-se que o número médio de habitantes em apartamentos é bem inferior aos demais, que possuem uma taxa média de 223,3 moradores a cada mil.
De acordo com o IBGE, foram identificados 4,7 mil domicílios não ocupados na cidade, sendo que 791 são considerados imóveis de uso ocasional e 3,9 mil estão vagos. Considerando os domicílios ocupados do município, o percentual de uso ocasional é de 1,9%, um valor considerado , já a taxa de domicílios vagos é de 9,1%, o que também se classifica como um percentual .
Cerca de 9,9% das casas do município não estão ocupadas, a maior parte são consideradas como domicílios vagos, que representam 7,8% das residências totais da cidade. Quanto aos apartamentos, o percentual de imóveis não ocupados é de 17,6%, sendo que 1% são classificados como de uso ocasional e 16,6% estão totalmente vagos.
Edificações e comércio
Pelo mapeamento do IBGE, foram identificados 1,6 mil edifícios em construção, este montante é o 22° maior da região intermediária e o 96° do estado. Considerando o tamanho populacional da cidade, há uma taxa de 14,4 edifcíos sendo construídos a cada mil habitantes, neste quesito, a posição da cidade é de 71° no ranking regional e 477° no estadual.
A taxa de estabelecimentos comerciais da cidade é maior que a da região, com um nível de 40 comércios para cada mil habitantes, enquanto a taxa regional é de 53,6. Na região, as cidades que têm a atividade comercial mais desenvolvida são Santo Antônio do Jardim (taxa de 145,4, e Analândia (126) e Santa Cruz da Conceição (96,7).
Minha Casa, Minha Vida
O programa do Minha Casa, Minha Vida já entregou 593 moradias em Paulínia, todas elas financiadas pela CAIXA. Não há registros de unidades habitacionais em construção na cidade.
Com as moradias entregues, o município alcança uma taxa de 5,1 unidades habitacionais para cada mil habitantes, esse valor está acima da média estadual, de 4,6, situando-se como o 167° município do estado com maior taxa de cobertura das moradias do programa.
No que tange ao financiamento, são 451 moradias financiadas na Faixa 1, com um valor médio de compra de R$ 144,8 mil. Para a Faixa 2, são 1,12 mil unidades financiadas, com um valor médio de compra de R$ 179,9 mil. Por fim, a Faixa 3 conta com 676 unidades, ao valor médio de R$ 230,6 mil.
Turismo
De acordo com o Ministério do Turismo, Paulínia pertence ao Polo Trilhos E Trilhas Da Baixamogiana. Este polo turístico envolve 9 cidades, as quais atraem um total de 0,2 milhões de turistas por ano (2,3% internacionais). Entre as 49 regiões turísticos do estado, o Polo Trilhos E Trilhas Da Baixamogiana é o que 24° que mais atrai turistas. No cenário nacional, este é o 138° maior destino turístico nacional.
A cidade de Paulínia foi classificada pelo Ministério do Turismo como uma município do cluster C, que representa as cidades brasileiras com potencial turístico mediano. No ano de 2019, a agência nacional do turismo encontrou 181 empregos no setor, além de 15 empresas. As atrações turísticas da cidade ano ano foram capazes de atrair 3,9 mil turistas nacionais, o que representa 1,7% do total de turistas do polo turístico. Já o número de turistas internacionais foi de 1,6 mil.
Perfil da frota
O município de Paulínia possui uma frota total de 94,8 mil veículos, sendo 66,3 mil (70%) carros, 13,8 mil (15%) motos e 5,1 mil (5%) caminhões. A cidade tem a 105º maior taxa de veículos per capita do estado e, em relação aos demais municípios do Brasil, a taxa por habitante mostra que a cidade possui muitos veículos na cidade. Destaca-se que a participação dos carros tem a maior representatividade no município, com o 43° maior índice por habitante do estado
Desde o final do ano passado até o mês de dezembro de 2024 houve aumento de 5,2% da frota total do município. Este desempenho esteve próximo à média das demais cidades do Brasil, enquanto que no estado, foi o 80° maior crescimento.
Deste crescimento do último ano, destaca-se o crescimento dos caminhões, que tiveram um aumento de 5,9% das suas unidades no último ano, obtendo o 96° melhor desempenho estadual.
Comércio exterior
Durante o ano de 2025, o município de Paulínia - SP registrou um valor exportado de USD 908,8 milhões. Nos últimos anos, houve movimentação de empresas locais exportando produtos para fora do país desde 1997 até o ano de 2025, com uma taxa média de crescimento de 108,7% ao ano.
Em 2025, as importações realizadas pelo município de somaram USD 6,8 bilhões. A presença de operações de compra internacional por parte de empresas locais foi registrada ao longo do período de 1997 a 2025. Nesse intervalo, o município apresentou uma taxa média de crescimento anual das importações de 111,3%.
No último ano, as exportações do município estiveram concentradas na venda de Medicamentos (exceto os produtos das posições 3002, Insecticidas, Polímeros de propileno ou de outras olefinas, Polímeros de etileno, em formas primárias, Borracha sintética e borracha artificial derivada dos óleos e outros. Estes produtos representaram 74,9% das exportações municipais.
As importações de 2025 do município estiveram concentradas na aquisição de Insecticidas, Compostos heterocíclicos, Ácidos nucleicos e seus sais, Tiocompostos orgânicos, Compostos de função carboxiamida entre outros. Estes produtos representaram 75,2% do total importado pelo município.
Os principais destinos das exportações do município incluíram países como Argentina, Porto Rico, Paraguai, Chile, Estados Unidos, que absorveram maior parte dos produtos enviados para o exterior. Estes mercados representaram 52% das exportações municipais.
As importações registradas em 2025 tiveram como principais origens países como China, Estados Unidos, Índia, Suíça, Alemanha, responsáveis pelo fornecimento de grande parte dos produtos adquiridos no exterior. Estas fontes de produtos representaram 75,5% das importações municipais.
Oportunidades de negócio
A participação do comércio, somado aos serviços de alojamento e alimentação, representa 1% do total de trabalhadores e está concentrada nos supermercados e lojas de variedades e nas clínicas médicas, que empregam 87 trabalhadores.
Ao todo, existem 56 modalidades diferentes de comércio na cidade. Com isso, a diversidade do comércio de Paulínia é considerada alta, assim como a dos serviços, que também contempla empresas de vários setores na cidade, tornando a concorrência mais acirrada de um modo geral.
Comparando o desempenho da cidade com a média dos municípios com tamanho populacional similar, tanto o comércio quanto os serviços apresentam grau de desenvolvimento semelhante aos demais municípios.
Ainda em comparação com municípios de tamanho similar, não foram encontrados setores de alta concorrência na cidade.
Por outro lado, as atividades dos supermercados e lojas de variedades, as clínicas médicas e os restaurantes e bares demonstram grande potencial para novos investimentos locais. O segmento dos supermercados e lojas de variedades costuma apresentar uma taxa esperada de 42 trabalhadores para cada 10 mil habitantes, enquanto a cidade possui uma taxa de 0, resultando em uma diferença de -42. O mesmo ocorre para o setor das clínicas médicas, que apresenta uma diferença entre a taxa real e esperada de -35 trabalhadores para cada 10 mil habitantes.
Destaca-se que os segmentos do comércio atacadista de alimentos e bebidas, o comércio atacadista de roupas e cosméticos, o comércio atacadista de químicos, papel e sucatas, o comércio de veículos, as auto mecânicas, o comércio atacadista de máquinas, o comércio atacadista de madeira e material de construção e o comércio de motos representam atividades que costumam ter movimentação de trabalhadores em cidades de tamanho similar, mas que não demonstraram vínculos formais de emprego na cidade.
Menor saturação relativa frente a cidades semelhantes.
Atividades já bem atendidas na cidade.
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De acordo com o Censo, o bairro mais populoso da cidade é João Aranha, com 20,9 mil habitantes, o que representa 19% da população da cidade, seguido do bairro Parque Bom Retiro, com 13%.
No município de Paulínia, a média municipal é de estabelecimentos comerciais é de 10,4 a cada 100 domicílios. Os bairros que possuem a maior número de comércios são João Aranha, com 16,1% do total da cidade, em seguida aparecem os bairros Nova Paulínia (9,2%) e Parque Bom Retiro (8%).
De acordo com o Censo, existem cerca de 1 mil edificações em construção no município, o que equivale a um índice de 2,3 construções para cada 100 domicílios. Os bairros com maior movimentação imobiliária são João Aranha, com um percentual de 18,7% do total de edificações em construção municipal , Nova Paulínia (1,6%) e Parque Bom Retiro (17,5%).
Ritmo de abertura por bairro
Em Paulínia, 32 bairros têm empresas em número suficiente para medir o ritmo de abertura — a proporção de empresas que abriram nos últimos doze meses e seguem ativas, sobre a base de cada bairro. A mediana da cidade é de 3,5%: de cada cem empresas ativas num bairro típico, cerca de 4 entraram no último ano.
Os bairros de maior ritmo são Dona Edith de Campos Favaro (14,6% sobre 212 empresas), Balneário Tropical (11,2% sobre 179) e São Bento (8,2% sobre 251). Em dois deles, o grupo de atividade mais presente é serviços de escritório e apoio administrativo.
O bairro João Aranha concentra a maior base de empresas da cidade (2.692), com ritmo de 5,4% — acima da mediana, ou seja, a maior concentração de empresas da cidade também está entre as que mais recebem abertura nova. O indicador mede entrada: ele não desconta as empresas que fecharam, então ritmo baixo não significa retração.
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Empresas em Paulínia
Até agosto de 2026 houve registro de 201 novas empresas em Paulínia, sendo que 66 atuam pela internet. Neste último mês, 12 novas empresas se instalaram, sendo 5 com atuação pela internet. Este desempenho é menor que o do mês imediatamente anterior (58). No ano de 2025 inteiro, foram registradas 768 empresas.
Na região, somam-se 9,4 mil novas empresas, valor que é superior ao desempenho do ano passado. Destacam-se as cidades de Campinas, Indaiatuba, Piracicaba, Americana e Limeira, que somaram um total de 3,9 mil novas empresas, o que representa 40,9% do total de empresas abertas na região no período.
Vá fundo nas empresas de Paulínia
Consulte a base completa de estabelecimentos ativos da cidade, filtre por setor (CNAE) e exporte a lista — ou analise o perfil das empresas ao redor de um endereço para escolher o ponto certo.
Lista de Empresas
Estabelecimentos ativos em Paulínia, filtráveis por setor (CNAE), com exportação.
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Idade, porte, sobrevivência e setores das empresas ao redor de um CEP.
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Oportunidade de um setor, concorrência e players locais.
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